sábado, outubro 31, 2009

Foi hoje.

Sim, hoje pus as mãos numa beleza destas. Foi a minha primeira aula de condução. E o que tenho a dizer sobre isso??
Só uma coisa: ainda bem que não vou comprar uma mota deste género... Acho que não duraria mais de uma semana. Com estrada aberta (fiz parte da A28, por cima do Porto de Leixões até à Exponor) dá vontade de puxar todas as mudanças. Cheguei aos 100km/h e ainda tinha rotação... Medo, é o que digo, M-E-D-O!
Em cidade posso dizer que se sente mais o peso da mota (sempre são 202 Kg), mas acho que da próxima vez já me vou safar melhor. E sim, deixei a mota ir abaixo... 4 vezes. Mas dou mais notícias depois da próxima aula :)

segunda-feira, setembro 28, 2009

Acordei com a pior música que conheço na cabeça

Confiram, para verem como tenho razão.

terça-feira, julho 28, 2009

Férias

Perguntam-me como consigo estar de férias e, mesmo assim, ligar o e-mail, o messenger e estar a postar. A resposta é simples. Porque, mais tarde, me vou lembrar do tempo que não passsei debaixo do sol a pique. E que estava a ler as notícias, ouvir música e a escrever. :)
Ah! e já não vou ao Paredes de Coura. A dor nas costas está a voltar... e acho que desta vez vou ter de passar num hospital.

sábado, julho 18, 2009

Até onde pode ir a estupidez humana?

A pessoa com a resposta mais criativa tem direito a um jantar na sua própria casa.

sexta-feira, junho 26, 2009

A notícia do dia não refere o Jackson.

Novas regras da UE
Pepinos curvos e cenouras nodosas regressam aos mercados

É já para quarta-feira que está previsto o grande regresso: pepinos curvos, alhos pequenos, cenouras nodosas vão voltar a conquistar o seu lugar nas bancas. Entram em vigor as novas regras que permitem a venda de frutos e produtos hortícolas “deformados”.

As regras comuns de calibragem na União Europeia foram impostas há várias décadas pelos Estados-membros. Mas no final do ano foi anunciado que as normas de comercialização específicas para 26 produtos iam ser revistas. Os couves-repolho já não têm que ser perfeitas. Os damascos, alcachofras, espargos, abacates, também não... beringelas tortas também têm direito a ser compradas.

Mariann Fischer-Boel, comissária europeia responsável pela agricultura e pelo desenvolvimento rural, não poupou nas palavras quando, no dia 12 de Novembro, foram revistas as imposições que arredavam dos mercados estes produtos: “Esta decisão marca o início de uma nova era para os pepinos curvos e as cenouras nodosas. Trata-se de um exemplo concreto dos nossos esforços para eliminar burocracia desnecessária”

Boel justifica a mudança com a actual conjuntura económica de “preços elevados dos produtos alimentares e de dificuldade económicas generalizadas” – “Não tem qualquer sentido eliminar produtos de perfeita qualidade apenas porque têm uma foma ‘errada’.”


Agricultores contestam

Os agricultores europeus já disseram que estão contra. E que os preços não vão baixar para os consumidores.

O tema foi, de resto, alvo de acesa discussão entre os representantes dos Governos da União Europeia. A maioria votou contra a proposta de Bruxelas (16 países contra, nove a favor e duas abstenções, incluindo Portugal). O número dos opositores não chegou, no entanto, a atingir o limiar da maioria qualificada que seria necessária para rejeitar a proposta de voltar a abrir a porta aos produtos pequenos e deformados.

A 12 de Novembro Bruxelas decretou assim o fim da calibragem obrigatória para 26 frutos e legumes – damascos, alcachofras, espargos, beringelas, abacates, feijões, couves-de-bruxelas, cenouras, couves-flores, cerejas, aboborinhas (courgettes), pepinos, cogumelos de cultura, alhos, avelãs com casca, repolhos, alhos-franceses, melões, cebolas, ervilhas, ameixas, aipo de folhas, espinafres, nozes comuns com casca, melões e chicória-whitloof (endívia).

As normas de calibragem manter-se-ão para dez outros produtos, que representam 75 por cento do valor do mercado das frutas e legumes – maçãs, citrinos, kiwis, alfaces, pêssegos e nectarinas, pêras, morangos, pimentos-doces, uvas de mesa e tomates.

“Os Estados-Membros poderão igualmente isentar estes produtos da aplicação das normas se forem vendidos no comércio com um rótulo adequado. Na prática, tal significa que uma maçã que não corresponda à norma poderá ser vendida no comércio, desde que ostente um rótulo com a menção ‘produto destinado a transformação’ ou uma menção equivalente”, lê-se no comunicado da Comissão Europeia sobre o tema.

Em Portugal, tanto a Federação Nacional de Produtores de Fruta e Hortícolas como a Confederação dos Agricultores de Portugal já disseram que o fim do calibre abre a porta à invasão de produtos de menor qualidade provenientes de outras partes do mundo.

tirado daqui

Piada branca

Sobre Michael Jackson ninguém faz humor negro.

Parece que morreu o rei

o da pop...




tirado daqui
E, talvez por causa disso, o twitter bloqueou.

segunda-feira, junho 22, 2009

Novo post

Era mesmo o que isto estava a precisar.

quinta-feira, maio 14, 2009

Fim de festa

Pois, é verdade.
Daqui a algumas horas acaba a cena dos "vintes". Começo na idade em que, supostamente, me torno mais responsável. Às tantas vou começar a pensar em ter filhos, casar e assentar.
Ou não.

quarta-feira, maio 06, 2009

Twilight Galaxy - Metric

Did they tell you, you should grow up
When you wanted to dream.
Did they warn you, better shape up
If you want to succeed
I don't know about you, who are they talking to?
They aren't talking to me.

I'm higher than high
Lower than deep,
I'm doing it wrong
and singing along

Go higher than high,
Lower than deep,
Keep doing it wrong,
Singing along,

Did I ask you for attention
When affection is what I need
Thinking sorrow is perfection,
I'd wallow 'til you told me
There's no glitter in the gutter,
There's no twilight galaxy.


I'm alright, c'mon baby
I've seen all the demons that you've got.
If you're not alright, now c'mon baby
I'll pick you up and take you where you want
Anywhere you want
Anywhere you want
Anywhere you want
Anything you want

sexta-feira, maio 01, 2009

Twi.. quê?

A título experimental, aderi ao twitter.
Vamos ver no que isto dá.

terça-feira, abril 21, 2009

Finalmente

Durante a manhã tive algum prazer a escrever. A ter uma ideia. Pequena, sim. Simples, também. Boa? Dentro dos limites, sim.
Mas o resto deu-me pica. Escrever copy para ser lido por quem compra, participa, vê e entra em acção. Isto em vez da merda das memórias descritivas, sempre com o mesmo estilo coloquial e de apresentação de power point.
Pronto. Já está. :)

segunda-feira, abril 20, 2009

Pergunta do dia

Alguém me arranca esta crosta?

sexta-feira, abril 03, 2009

É verdade

Hoje estou sem vontade de escrever. Sei o que vou pôr no papel, tal e qual. Tenho o esquema TODO na minha cabeça. Mas, por uma incapacidade temporária, não estou com vontade nenhuma de o fazer. É normal, dirão. Para mim não. Tanto não é normal que estou aqui, a escrever, que estou sem vontade de o fazer. Neste momento só me está a apetecer sair daqui, fazer os 53 Kms até à minha casa, deixar os "miúdos" e jantar. E falar, dizer asneiras, voltar a dizer mais asneiras, sair, beber copos, dizer mais asneiras, montar teorias sobre o nada. E depois voltar a fazer tudo até à hora do pequeno-almoço. E depois ir para casa, dormir meia dúzia (ou menos) de horas e voltar a repetir a dose. :)

sábado, março 28, 2009

Hoje não me apetece titular

Ando cansado. Eu sei que toda a gente anda cansada, também. É do trabalho, do estudo à última da hora. Eu sei lá. Até pode ser do namorado ou namorada. Toda a gente anda cansada. É verdade. Mas eu ando cansdo de um monte de coisas que se resume a nada. Que me consomem, que me deixam a pensar, e a matutar, e a voltar a pensar.
Do trabalho queixo-me. Aliás, queixo-me sempre, mesmo que me digam que faço bem as coisas, que sou bom, que sim, que está bom, que aprovem, que vá para a frente, que tenha uma ideia. Mas ando cansado. Talvez esteja na altura de tentar fazer outra coisa. Talvez precise de coisas novas: pessoas, rotinas, horários... não sei. Mas uma coisa qualquer que acontecesse.
E sim, sei que repeti muitas palavras. Inadvertidamente. Porque estou a escrever sem pensar, a atirar caracteres para o teclado, como se não soubesse muito bem o que escrever. Ou, pelo contrário, por ter muito que escrever, mas não me apetecer encarar tudo "de frente". Porque custa, porque está muita coisa em jogo, porque não me apetece (e esse é o nome disto) escrever mais. Ponto.

terça-feira, março 24, 2009

Desabafozinho

Há situações que me deixam furioso. Ao ponto de estar prestes a explodir e espancar alguém. Hoje aconteceu-me isso. E agora escrevo aqui. Sem mais referências.

segunda-feira, março 23, 2009

Sim, sou o preto.

Para os outros brilharem, alguém tem de fazer o "trabalho sujo". Ultimamente, é isso que faço. E mais que um "trabalho sujo por dia". Hoje, por exemplo, são 3.

quinta-feira, março 19, 2009

Demoro a fazer as coisas.

É uma verdade. Não consigo fazer tudo depressa. Desde acordar (demoro mais de meia hora para sair da cama), passando por preparar-me (seja de manhã à tarde ou à noite). Demoro sempre mais que o resto das pessoas. Há quem diga que isto é falta de vontade de fazer as coisas. Mas não é. Eu quero fazer as coisas. Sair com as pessoas, estar com elas. Até trabalhar! Mas tenho o meu tempo. Que, como quem diga, é só meu. É assim que sou. Gostem ou não.
E ai de quem reclame! Tenho horror a quem reclame comigo. Até porque não sou de reclamar com os outros (a menos que me provoquem - e sim, o meu ponto de ebulição é baixo).
Voltando ao assunto. Demoro a fazer as coisas. E criticam-me por isso. Bastante. Mas ignoro. Porque, se fosse a responder a todas as provocações chateava-me mais.
Isto acontece, na minha opinião, por eu ser uma pessoa calma, ponderada, que pensa em todos os prós e contras quando. Às tantas está aqui o meu problema. Penso muito. Penso demais sobre uma só coisa. Mas quando é isso que me distingue do resto dos animais, que querem que eu faça?
Aceitem-me.

quinta-feira, março 05, 2009

Vou a todas

Tenho 35 anos, sou solteiro. Bem, nem por isso. Namoro com uma rapariga. Aliás, não é bem assim. Ela pressiona-me muito. Mas não é dela que estou a falar. É de mim. Sou solteiro e muito bom rapaz. Gosto muito de gostar de mulheres. Faço tudo para lhes agradar. Claro que peço sempre alguma coisa. Normalmente sexo. Nada mais me preocupa. Excepto que atirem a minha roupa pela janela, como aconteceu com uma há bem pouco tempo. Mas eu gosto dela. É mesmo verdade. É tão verdade como eu comprar três ramos de flores (iguais, claro) e oferecer a cada uma das minhas amigas. Às vezes elas perguntam-me se tenho namorada, se interrompem alguma coisa a meio. Digo sempre que não. Até porque, com a minha namorada, não é uma história. Eu vejo mais como um conto. Aliás, vários contos, daqueles sem nexo nenhum, como aquele filme das lésbicas, o mul-não-sei-quê-Drive.
Seja como for, é só isto que ocupa a minha vida: ter amigas. Muitas amigas. Mas nunca mais que três ao mesmo tempo. A partir desse número é só dores de cabeça. Sou feliz assim, com as minhas amigas, que não se conhecem entre elas, e a minha namorada, que espero que fique mais de um mês fora da cidade onde vivo.
Apesar disto tudo. A verdade é que me sinto sozinho. E não é só de vez em quando.

(obrigado, Tiago, pela ajuda)

quarta-feira, março 04, 2009

Péssimo acordar

A definição que ela encontrava para si era essa. A de uma pessoa com péssimo acordar. Aliás, este era tão mau, mas tão mau, que só se conseguia falar com ela - desde dizer "vou tomar banho" a "não encontro as chaves" - mais de uma hora depois do despertador tocar. Mas, como ela costumava dizer, nem tudo eram espinhos. Conseguia adormecer com música, televisão ligada ou, até, em conversa com outra pessoa. Escusado será dizer que o marido não gostava muito disso. Nem os filhos.
O problema todo, segundo o marido, era o trabalho que ela tinha. Todos os dias da semana ela tinha de analisar o comportamento no trabalho de mais de 20 pessoas. E isso não era nada fácil. Sobretudo porque ela uma psicóloga humana, no sentido cristão da palavra. Ela sabia que por trás daqueles números havia pessoas, com famílias e filhos. Imaginava, até, que algumas dessa pessoas seriam como ela, com mau acordar.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Quem me dera.

Era um dia de sol. Ela estava em casa, sentada, sem nada para fazer. Ligou a televisão. Eram tudo reposições, como parece acontecer em todos os dias de sol. Parece que os "senhores da TV" não têm imaginação para mais. Pegam nos programas passaram no dia anterior e voltam a carregar no Play...
Decidiu-se. Ia dar uma volta. Calçou as sapatilhas, vestiu as calças de ganga mais confortáveis do guarda-fatos. E saiu. Começou por dar uma volta ao quarteirão, vendo com "olhos de ver" o sítio onde vivia - isto porque, nos outros dias, limitava-se a sair de casa para o trabalho e vice-versa - e descobriu que havia um cafezinho agradável mesmo perto. Continuou a andar e deu com uma lavandaria. Que parecia simpática, sem grandes cartazes e coisas espapanantes, como acontece com as do Shopping. E os preços eram bem interessantes. Passou também pela florista, farmácia e, cereja em cima do bolo, uma pequena livraria, com um espaço para tomar café ao sol - mas que estava fechada por ser domingo.
Uma hora depois de sair de casa (e dever aquilo tudo) meteu-se no carro e foi até à praia. Estacionou, viu que estava muita gente. Voltou para casa. E foi ver reposições.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Disclaimer

Chamaram-me a atenção que os micro-contos que aqui tenho deixado podem ser vistos como autobiográficos.
É erro. Garanto-vos. Geralmente são pequenas frases que atiro para o computador entre dois trabalhos (ou 3). Geralmente têm a ver com pessoas que passam junto à minha secretária. É a partir delas que invento tudo. Ou imagino.

Andava de forma estranha.

Tinha nascido com uma perna mais curta que a outra. Efectivamente era assim, não havia volta a dar. Nem a "tal operação" de que o médico falou aos pais dele adiantou. A verdade, verdadinha, é que a perna não crescia. Não havia forma de crescer. Mesmo depois de ter passado quase um ano deitado, com uns ferros na perna. Um ano que lhe custou a perda do 5º ano. Um ano em que não conheceu nenhuma rapariga nova, não jogou futebol com os colegas (apesar de ficar sempre à balia e ser repetidamente o último a ser escolhido), não se sujou na rua nem andou de bicicleta. Desde aí, passaram-se 20 anos. Já tem quase trinta, um filho e uma mulher. Que gostam dele. O miúdo, com cerca de um ano, é, segundo ele, a melhor coisa que fez. Talvez porque não tem uma perna mais curta do que a outra. Talvez porque sabe que o miúdo não vai passar pela mesma privação de um ano com ferros na perna, numa tentativa de a dita crescer.
A mulher gosta dele. Ela é contabilista numa fábrica onde fazem componentes automóveis. Ela tem mais cinco anos que ele, tem 1,80m e chama-o de "o meu pequenino". Ele gosta. Acha carinhoso. Os dois estão juntos há 6 anos. Conheceram-se na grande viagem dele - uma ida a Paris, só com uma mochila. Foi no comboio e ela nem sequer notou o seu "pequeno defeito".
Hoje partilham um T2 em Ermesinde, com garagem privativa e aquecimento central. E só pensam em envelhecer juntos. No T2 de Ermesinde.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Está giro.

Estas foram as palavras dela quando viu que o resultado era o que esperava. Agradava-lhe o "aspecto" daquilo. Tinha cores, linhas que resultavam em formas engraçadas. Para ela. Para ele era um sofrimento. Aquilo só "era giro". Não dizia mais nada. As palavras, escolhidas por ela, eram estúpidas, pouco sonantes e, pior que tudo, tinham erros. "Eu sei escrever", dizia ela, convicta que o acordo ortográfico (para ela escrevia-se "hortográfico") já tinha entrado em vigor. E ele baixou a cabeça e deixou que aquilo fosse assim.
Depois vieram os comentários das outras pessoas. Todas se viravam para ele e diziam "Isto está mal escrito! Como podes deixar passar?". Ele respondia, tentando acreditar no que dizia, "É o novo acordo ortográfico, vamos ser os primeiros a fazer algo assim. É um marco". Mas nem assim ele, que não tinha nada a ver com aquilo, escapava às críticas.
No dia seguinte, ele resolveu-se. Foi falar com ela. Levou os Decretos-Lei todos, mais uma série de referências - portuguesas e brasileiras - para lhe provar que o acordo ainda estava em desacordo. Ela leu, leu e disse "Hmmm. És CAPAZ de ter razão. Queres alterar para a forma correcta?". Ele disse que sim, que alterava, que até nem era coisa para "levar muito tempo". Alterou. Ficou péssimo. Perdia-se a ideia, as linhas, as cores e o arranjo perdiam-se. Tentou alterar estas, a ver se fazia sentido. Começou a fazer. Foi apresentar-lhe. Ela, do alto do seu pedestal, lá disse "Não é a melhor coisa do mundo, mas lá terá de ser.
Ele terminou, fechou tudo, enviou.
Depois disto, nada foi feito. O "giro" ficou na gaveta.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Estava de passagem.

Tinha nascido há 20 anos. Fez a escola primária, o ciclo, o liceu e estava na Universidade.
Insatisfeito.
Dizia que estava de passagem. Sempre eram 3 anos, é certo. Mas ele insistia. Estava de passagem.
Talvez porque nunca se sentia satisfeito com nada. Não estava satisfeito com a família, porque insistiam em não lhe dar a mesma atenção que era dada aos cães que andavam lá em casa.
Não estava satisfeito com a namorada. Ela insistia em não lhe telefonar, ou melhor, insistia em ignorá-lo, com o pretexto de que ele a "atrofiava" por ele lhe dar tanta atenção.
Não estava satisfeito com as aulas. Era tudo demasiado teórico, muitos livros para ler, sobretudo porque eram livros com muitos anos, sobre temas que não lhe interessavam no dia-a-dia.
E estava de passagem.
Um dia aconteceu-lhe uma "coisa boa".
Deixou de dizer que estava de passagem. Deixou de dizer que estava insatisfeito. Tudo começou quando começou a escrever. Primeiro era sobre as andorinhas, depois era sobre as árvores. Mas não eram textos descritivos ou românticos ou científicos. Apenas falava sobre esses objectos. Fascinavam-no. A partir daí, tudo começou a mudar. Fascinou-se com o final do curso, o final do namoro e o final da vida em casa dos pais.
Meteu-se num barco. Era um cargueiro intercontinental. Deixou-se ir. Um, dois, três anos. Foi. E fascinou-se. Com o que via, com as pessoas com quem falava, com os peixes que comeu.
Depois voltou.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

E pronto.

Ideias, ideias, ideias.
Até agora foi a minha semana. Ideias no trabalho, ideias de cenas para fazer em casa, ideias para uma prenda, ideias de como fazer mais em menos tempos, ideias para incentivar pessoas para o meu ponto de vista. Por isso, e só por isso, está a ser uma semana do caraças. Como já não tinha há muito, muito tempo.
Estou a curtir. Essa é que é essa.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

SMS

A melhor maneira de mandar palavras para o vento... bem algumas são, também, para o Bento.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Themeless

Não sei porquê, lembrei-me que tinha de escrever qualquer coisa aqui.
Só não tenho um tema, conceito, whatever sobre o que escrever. Deixa-me procurar... tenho a casa que foi personalizada. Sim, ficou bem. Muito bem, até. Tive pena de não ter tido coragem, na altura, para utilizar mais cores. Mas acho que vou fazer isso daqui a uns tempos. Talvez naquele pequeno hall antes dos quartos aplique ali uma corzinha. Ou um papel de parede. Ou espelhos espalhados nos lugares mais estúpidos.
E pronto. Não me apetece escrever mais.