Frente ao mar, com um café, um perfume antigo e o silêncio. :)
segunda-feira, março 14, 2005
sábado, março 12, 2005
sexta-feira, março 11, 2005
(2:52:18) P2: o que signfica realmente descambar
(2:52:31) P1: boa pergunta
(2:52:36) P2: ou cambar
(2:52:44) P1: vuo ver
(2:52:47) P2: antes de descambar, é preciso cambar
(2:53:14) P1: v. int., cair ou inclinar-se para
um lado;
pender;
rolar, resvalar;
derivar, redundar;
fig., dizer inconveniências;
ser indiscreto.
(2:53:40) P2: sendo que cambar significa...
(2:54:02) P1:
v. int., pender para um lado;
entortar as pernas;
cambalear;
desaparecer.
de cambo = câmbio
v. int., ant., cambiar;
trocar.
(2:54:17) P1: ou seja
(2:54:17) P2: agora fiquei confusa
(2:54:24) P2: cambar é trocar
(2:54:25) P1: cambas, se pnderes p um lad
(2:54:26) P1: e descambas se penderes p outro
(2:54:29) P2: destrocar é cair
(2:54:41) P1: vá
(2:54:41) P1: n destrokes
(2:55:03) P2: mas despender é gastar, logo cambar algo por outralgo
(2:55:10) P1: ou seja
(2:55:35) P1: se eu kiser dizer k tenho coisas pendentes
(2:55:44) P1: digo k as tenho descambadas?
(2:55:48) P2: LOLOLOLOL
(2:55:53) P1: e se disser, vamos lá cambada?
(2:56:08) P1: será k significo
(2:56:16) P1: vamos lá desaparecer?
(2:56:24) P1: ou entortar as pernas?
(2:56:29) P2: mas se o teu chefe te dizer que
estás a descambar quer dizer que tens demasidos pendentes o que significa que n tás a dar vazão com gazão (2:56:43) P1: hmm
(2:56:50) P1: bem vist
(2:56:51) P1: mas...
(2:57:07) P1: ao dares vazão, podes estar a dar gazão
(2:57:11) P1: ou seja
(2:57:24) P1: ele está a dizer k estás a dar vazão com vazão
(2:57:26) P2: tens de dizer "vamos lá descamabada" quando ye referires a uma cambada de coxos
(2:57:27) P1: ??????
(2:57:44) P1: n
(2:57:47) P1: isso seria redundante!
(2:58:03) P1: n?????
(2:58:43) P1: e se tiver algo pendente?
(2:58:51) P1: será k significa k é algo descambante?
(2:59:29) P1: vou parar de pender
(2:59:34) P1: e fazer os telefonemas
(3:01:45) P2: descamab por lá baixo
(3:02:00) P1: hmm
(3:02:03) P1: interessante
(3:02:04) P1: olha
(3:02:13) P1: um insulto novo
(3:02:16) P1: vai-te descambar
quinta-feira, março 10, 2005
WIP
Vejo todo o trabalho que faço como um Work in Progress.
Todos precisam de reajustes, de serem refeitos em partes. Não deixo que seja aprovado sem que os leia 300 vezes. Exijo-me perfeição, ou tentativa de alcançar a melhor proposta possível. Embora existam clientes a quem não interessa isso. Mas tento sempre ser o melhor que consigo. Exaspero-me por causa disso. Passo pela frustração e consequente baixar de defesas, reaparecer, refazer e reformular e, novamente, a ideia de "coisa conseguida", felicidade, desespero, re-frustração.
Tem de ser assim. Porque penso ser esse o caminho.
quarta-feira, março 09, 2005
Expresso
Ora o Expresso revela uma faceta que ninguém conhecia: vai dedicar-se a mostrar o mapa das melhores casas de protitutas de Portugal e dos melhores restaurante a elas ligados.
Parabéns.
Mais um dia, mais uma volta, mais uma moeda
Foi o comentário matinal, quando o Nuno chegou com a bendita chave para abrir o escritório.
sábado, março 05, 2005
Pessoas
Rói as unhas, mas está a fazer um esforço para deixar de fazer isso.
Gostava de falar com o resto das pessoas, mas não sabe muito bem como o fazer.
É reservada. Vê número. Muitos. E não entende como é que os outros não são capazes de fazer um telefonema por eles próprios. Além disso tudo, tem a desvantagem de estar num sítio onde a composição é quase só de homens.
Manda "beijinho" no final de cada telefonema.
sexta-feira, março 04, 2005
Modus Operandi
Entrar sorrateiramente, sentar-me, responder a todos os trabalho rapidamente. Fazer as perguntas por MSN a apenas duas pessoas.
Sair com a última pessoa. E assim consigo que ninguém me entre na cabeça a chatear.
quinta-feira, março 03, 2005
Serra da Estrela
As tampas da água Serra da Estrela rompem todas por cima.
Será para que os clientes não re-utilizem as ditas garrafas? Porque se é esse o caso, estamos a falar de uma empresa com o nome de uma montanha que não se preocupa com a própria natureza.
Ez Special
Construções na areia
Ah pois é!
Tão simples quanto uma assinatura.
quarta-feira, março 02, 2005
Cheiros
Nota: não quero deixar perfume. Só quero mesmo tirar cheiros.
O copy no trabalho
terça-feira, março 01, 2005
Melhor
Caso contrário, teria adormecido.
Dominar-me
Aprender que um trabalho não é um blog, que um cliente é um gajo que quer algo que não sabe bem o que é, mas que não é o que lhe dão, quando na verdade acaba por comer aquilo que recusou à primeira.
Aprender que tenho de dominar todo o impulso criativo, que não cabe num espaço que tem, obrigatoriamente, que informar.
Informar. Meter in formas, na brincadeira com a palavra.
Medo:
- de imprimir coisas a mais e, para isso, contribuir para o aumento dos gastos.
- de fazer as perguntas mais estúpidas porque as pessoas estão a trabalhar.
- de abrir o programa, com medo que a pessoa que estav alá sentada tenha deixado mails prontos a enviar.
Vontade:
- de trabalhar. Muito, para além do horário e antes dele.
- de fazer bem. Decorre do medo de falhar.
- de ser grande. Fazer tudo bem e bonito. Mas sem me tornar num pretensioso de merda.
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
CREEP
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
You're so fuckin' special
But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't care if it hurts
I wanna have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special
But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
And she's running out the door
She's running
She'll run, run, run, run
Run
Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fuckin' special
I wish I was special
But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here
domingo, fevereiro 27, 2005
Notas da noite
04:57 - "Olha, és muito parecido com o JK, sabes quem é?"
04:57 - "Olá! És muito parecido com o JK"
04:58 - "És muito interessante"
Resposta a cada uma das tentativas: "Obrigado".
Aditamento: Acho que não me dou muito bem com elogios...
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
Expressões - post para sempre inacabado -
(aceitam-se mais propostas)
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
domingo, fevereiro 20, 2005
Classificações
Não vou dizer em quem votei, claro. Mas a maioria era-me indiferente.
Vamos aos próximos quatro anos...
sábado, fevereiro 19, 2005
Final do dia
Ora bolas! Foi para isso que andei a estudar não sei quanto tempo. Foi por isso que li não sei quantos livros, sites, folhas de eucalipto e encartes de papel higiénico!
Eu tento escrever o mais rapidamente possível porque sei que as coisas são para ontem! E como não quero fazer ninguém esperar por mim, despacho-me.
Porque me preocupo com os outros!
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
A pensar e a ver
terça-feira, fevereiro 15, 2005
Encontro com o passado
Fui pelos locais perto da minha antiga casa. E as alterações são muitas... O "monte-cross" desapareceu.
Era o sítio para onde íamos andar de bicicleta. Havia lá uns saltos muito porreiros para quem tinha coragem de desafiar a gravidade. Foi lá que parti o quadro da minha primeira BTT. Um salto demasiado alto para a bicicleta. Eu fiquei intacto. Ela não.
Agora já não é um monte para onde se possa dar umas voltas de BTT. Vai ser um empreendimento de vivendas :(
Depois passei por outro monte. Onde íamos acampar com os escuteiros... Deixou de o ser. Mais um empreendimento do mesmo género.
E, last but not least, passei por outro sítio. Está igual. A rua em melhor estado, é certo. Mas vivem lá as mesmas pessoas. E pessoa e não sei quê.
Parei. Olhei. E segui o meu caminho. Não quis tocar à porta.
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
E pronto
It tastes good.
Pelo menos a vista é fixe ;)
Difícil
Mas não gosto de indefinições. Porque gastar tempo e recursos (massa cinzenta) à sorte deixa-me doido!
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Mudar
E tento fazer o mesmo comigo.
Por isto estive a pensar em tirar o computador do quarto e mudá-lo para a sala. E criar uma grande workstation, entre o meu computador e o do meu irmão. Os dois lado a lado a funcionar. Mas o espaço não é suficiente. Mas continuo a querer tirar o computador do quarto. E a TV, se conseguir. Acho que vou ocupar uma outra qualquer divisão da casa (a cozinha seria agradável, garanto-vos).
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Landslide
I climbed a mountain and I turned around
And I saw my reflection in the snow covered hills
?til the landslide brought it down
Oh, mirror in the sky, what is love?
Can the child within my heart rise above?
Can I sail through the changing ocean tides?
Can I handle the seasons of my life?
Well, I?ve been afraid of changing cause i?ve
Built my life around you
But time makes you bolder
Even children get older
And I?m getting older, too
Well, I?ve been afraid of changing cause i?ve
Built my life around you
Time makes you bolder
Even children get older
And I?m getting older, too
I get older, too
I took my love and took it down
I climbed a mountain, I turned around
And if you see my reflection in the snow covered hills
The landslide brought it down
The landslide brought it down
terça-feira, fevereiro 08, 2005
Perguntas estúpidas a umas horas do mesmo estirpe
A hora não engana
Depois de estar muito chateado, f****o, até, fiz as pazes, resolvemo-nos e divertimo-nos como não fazíamos há muito..
Será que não pode ser véspera de Carnaval todos os dias?
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
Medellia of the gray skies
you're the gods forces struck down somewhere
you're a secret noticed, you're a mystery sky
you're a wish floated up to the night
medellia of my eyes, you're the emptiness of i
you're the reason that i write
and if you say you will. i will love you still
and if i could, i'd throw away this world
i'd dress you all in pearls
i'd give you what you wanted
you're all i notice in a crowded room
you're vacant motives unmoved, revealed
medellia of my eyes, you're the emptiness of i
you’re the reason that i drive
and if you say you will. i will love you still
and if i just could be anything for you
just anyone at all
anything that mattered, washed out
you’re the silly reasons in a goldfish laugh
you’re the ageless season at rest at last
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
Há dias assim
sexta-feira, janeiro 28, 2005
ANUN
Ela sabes de tudo o que se passa na minha vida. Sabe quando estou bem, na fase "positiva" - como costumo dizer - ou quando estou mal, na fase "pré-depresão". Sabe como falar comigo. Dá-me toda a atenção de que preciso. Somos incapazes de ficar chateados e, para nós, casamento é palavra da qual fugimos. Talvez pelo que implica a separação (e conhecermos o que traz de consequências).
Somos diferentes. Ela está nos números, grandes empresas, contas, contabilidade, contagens, imobilizado corpóreo, taxas de câmbio, Banco de Portugal, audits...
Eu estou nas letras. Criatividade, textos, palavras, blogs, MSN, música, arquitectura.
E mesmo assim (ou talvez por isso) coseguimos ter conversas excelentes. Somos diferentes de muitos pares que vemos. Somos incapazes de ficar um jantar inteiro a olhar para a televisão, embora possamos partir dela para discutir sobre assuntos. Ela espanta-se por eu ter lampejos de criatividade a meio de jantares e outras ocasiões. Admira-se por eu trabalhar a horas tardias, por não ter uma "fatiota" de trabalho e por eu comprar sapatilhas estranhas.
Ela é mais comedida. Tem de andar de fato a semana toda. Usa saltos altos (que abominava há uns anos atrás) e tem vida de "adulta". Lida com contas, vidas de pessoas. Sabe que uma decisão dela pode despedir pessoas. Mas preocupa-se com isso. Muito. Tem coração. É prestável e amiga. Sobretudo amiga. A minha melhor amiga, sem sombra de dúvidas. A pessoa que melhor e mais me conhece.
Além disto tudo ainda namoramos. Se pensamos no futuro? Não. Um dia de cada vez. Não temos a noção dos anos a que namoramos. Não há aquela "boca" de: "Fazemos não-sei-quanto-anos de namoro daqui a 3 dias, 2 horas, 10 minutos e 30 segundos."
Mas, como dizemos, não somos exemplo para ninguém. Claro que temos brigas, discussões. E somos incapazes de deitar a cabeça na almofada chateados um com o outro. É preferível dizer tudo de uma vez que acumular. Não andamos para desperdiçar o tempo do outro.
Felizmente.
E pronto. Acho que disse muito. Podem comentar que eu não vou ler...
Aproveitar
É verdade
Desde que tenho último album dos The Gift que não consigo ouvir mais coisas diferentes. Enchem-me as medidas. Músicas diferentes umas das outras. Cinematográficas, lindas, carentes de construção por parte de quem ouve. Gosto deles. São bons. Conseguem juntar um monte de referências diferentes sem perderem a identidade própria. Admiro isso. Tento ser assim.
Pensamento do dia
Afinal de contas ainda me rio com isso...
quinta-feira, janeiro 27, 2005
segunda-feira, janeiro 24, 2005
sábado, janeiro 22, 2005
Nada para dizer.
quarta-feira, janeiro 19, 2005
Telefonema
Era o telefonema que esperava. "Tenho boas notícias. Vai ser como planeámos. E já tenho aqui uma coisa para tu fazeres."
Fiquei gelado, parado. Estava à espera há tanto tempo e agora não saberia como reagir. Acedi, disse um "fixe" e perguntei qual o trabalho e todas as informações que soubesse sobre ele.
E pronto. 19 minutos depois desligo a chamada, contacto quem está online e uma pessoa que está offline.
Começa agora um novo capítulo.
Reabertura
Agradeço os milhares de e-mails enganados que me enviaram sobre medicamentos para as depressões, engrandecimento do pénis (embora a minha parceira defenda que não preciso disso) ou a anunciar que sou o feliz vencedor de um qualquer prémio.
Para essas pessoas, o meu "obrigado".
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Interrompo porque sim.
Gostava de ver o que o Luís Filipe Vieira teria a dizer sobre isto...
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Estava a passear por aí e lembrei-me de me descrever.
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back
terça-feira, janeiro 11, 2005
The Gift - Fácil de Entender
"Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei. Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender."
Citando
god bless us all, for what we think and feel is all we really have. but when is too far far enough. no limit that i ever knew really matters. there is strength in the dirt of your garden sorrows, there are no more tomorrows, only blissed todays, purple and immeasurable, in stature and stealth, because the sun is always sneaking around behind your sneaky back, can you hear us because if you can't we will turn it up till your ears bleed nascent approving harmony. it's all good, and don't you forget it. the fourth wall is down and deserves to stay down, because all you are really watching in others is yourself, the third generation t.v. reflection. time is never time at all. there is no time, no heartbeats, no babies, no french fries, just spider webs strung to oscillate the fever pitch of blandkind, oops i mean mankind. once the sonic dart leaves your fingers, it is hard to get back. scratch, sniff, observe, obey, deceive, distort, disarm it all, the bomb is on and ticking. we know but we ain't telling anyone anything, because we know nothing. "t.v. generation x.y.u," zero command calling, capt. coconut sounds the alarm, every band you ever like has reformed and is playing on a single bill, one night only at the bottom of the ocean. once it is gone there is no going back, and it is never ever the same. wave to the magic balloons with your names attached, 5 zillion strong circling the precious earth in search of a friend in search of another.
i hope you all find what you need in whatever hole you peer down, whatever cloud you peek behind, let the disaster dukes masticate on the green grass of hope and love. this year is the most joyous and happy, mournful and sad year i have known. life is good bleats the bleating heart, and it keeps on bleating like an 808. never ever forever tomorrow comes, new dawns blister, new songs to be sung. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows you know, sings the song of truth, of redemption, of sorrow. look no further than your dirty feet. -- Billy Corgan
Lindo
A foto escrita
Desarrumação.
Desencadeada por um fio no qual tropecei. Comecei por arrastar a prateleira de madeira (cds, livros e mochilas eram a decoração da mesma). Depois foi a secretária de madeira. Desencostei tudo da parede. Tudo para o meio do quarto.
Depois fui buscar a secretária de vidro que pairava triste e desocupada no outro quarto. Trouxe-a para aqui. O PC foi montado noutro lugar. Em vez da prateleira, foi para cima da secretária. Os fios foram amarrados, para poupar na confusão. Os livros têm outro arranjo e as mochilas, sacos de tiracolo e outras coisas que tais ficaram a ocupar o espaço de 15 cm entre o guarda-fatos e a parede (espaço que não se pode aniquilar por causa da ligação da net).
Resultado intermédio. Muitos papeis espalhados. Cds, DVDs, cadernos e esferográficas espalhadas pelo chão.
Resultado final.
Uma prateleira mais funcional. Um espaço dedicado ao leitor de MP3 (para que não sobrecarregue o PC), uma secretária de vidro e um novo modo de iluminção do "working space". Um mimo, digo-vos. Um mimo.
Pena é que o raio do teclado pareça torto. Mas a afinação nos pés da secretária irão resolver isso.
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Que merda!
Cansado
Está frio, e pronto
E este frio é implacável com o que temos de fazer. Eu explico: deveria ter saído de casa para fazer uns contactos e não sei quê. Não fui. Porque está frio. Demasiado frio. As mãos estão inchadas por causa das frieiras, o que é mais um motivo para ficar dentro de casa, onde o frio não entra de forma tão acutilante.
Por isso tenho tempo para escrever posts descabidos como este.
Acho que o melhor é mesmo pegar nas luvas e sair.
Até já.
domingo, janeiro 09, 2005
sexta-feira, janeiro 07, 2005
Cola
E algumas dessas "músicas-cola" conseguem ser mais. São pontas de novelo, que me levam para situações passadas, com pessoas passadas, em locais que prefiro não relembrar. Não é preferir, mas é "ter de" não relembrar. Porque o tempo passa e o que era futuro é agora presente e não tem nada a ver com o idealizado...
Mas são músicas do que falas? SIm, mas não. São músicas, pessoas, situações e nomes. Sobretudo nomes. "Uma borracha, por favor!" Tenho de apagar.
Manutenção
Que venha o novo ano.
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Esclarecimento
Estado do mar
sábado, janeiro 01, 2005
O último dia, à distância que se impõe
Boa noite.
(Intervalo).
Bom dia, bom almoço e continuemos até amanhã.
sexta-feira, dezembro 31, 2004
O que nunca será o que poderá ser o último post.
Cores
quinta-feira, dezembro 30, 2004
Tempo
quarta-feira, dezembro 29, 2004
Resultado parcial
Acho que não tinha vontade. Porque as conversas encheram a tarde. Muito. De forma intensa.
Perdem-se medos, contam-se histórias (verdadeiras) e assim se conhecem as pessoas.
É bom que isso vá acontecendo. Faz-me acreditar mais nas pessoas. E preciso disso. Afinal de contas é o que conta.
terça-feira, dezembro 28, 2004
Rugas
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer as primeiras rugas
Rugas de chorar
Rugas de sorrir
Rugas de cantar
Começo a franzir
Rugas de chorar
Rugas de cantar
Rugas de sentir
Rugas...
Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer algumas rugas
A voz da Manuela Azevedo cai que nem uma luva...
O que fiz
Mas gosto de saber tudo. Mesmo tudo.
segunda-feira, dezembro 27, 2004
domingo, dezembro 26, 2004
As coisas vão recomeçar.
Seja. Andámos algum tempo assim. Tu em GMT+5 e eu em GMT-1.
Desconversados. Desencontrados. Desfalados. Desentendidos (sem implicar discussão).
Hoje encontramo-nos (ou fizemos a primeira ronda de negociações para isso). Espero reencontrar-te. Ando a precisar de mim.
Resultado
sábado, dezembro 25, 2004
sexta-feira, dezembro 24, 2004
Mensagens de Natal
Não respondi a todas as pessoas que me enviaram mensagens de Natal. Porque não carreguei o telemóvel. Shame on me.
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Segredo
Cruzar dados
E se me dizes que sim e eu não, como ficamos?
Afinal de contas temos de ter um timming.
Acertemos, pois, os relógios.
Um post escrito com muito prazer.
Numa de citar, porque me apetece
Com a mesma doçura duma máquina untada que se move sem fazer barulho
Sinto-me bem quando ela assim vai e ponho-me imóvel
Para não desmanchar o equilíbrio que me faz tê-lo desse modo
Pressinto que é nesses momentos que o meu pensamento é claro
Mas eu não o oiço e silencioso ele trabalha sempre de mansinho
Como uma máquina untada movida por uma correia
E não posso ouvir senão o deslizar sereno das peças que trabalham
Eu lembro-me às vezes de que todas as outras pessoas devem sentir isto como eu
Mas dizem que lhes dói a cabeça ou sentem tonturas
Esta lembrança veio-me como me podia vir outra qualquer
Como por exemplo a de que eles não sentem esse deslizar
E não pensam em que o não sentem"
"Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar."
Fernando Pessoa, 18-9-1933
quarta-feira, dezembro 22, 2004
Cito-te, porque me reflicto aí
Acho que estou a ficar com fama de ter mau feitio. Mas mais vale ter a fama - e o proveito - de ter mau feito, berrar, espernear, passar-me e até mandar uns bojardos sem filtro, do que calar e falar nas costas, engolir e arranjar uma úlcera no estômago. Não me faço de santa e às vezes passo-me. Não quero com isso dizer que não goste das pessoas com quem berro, antes pelo contrário. É quando me calo que desisto, é quando me calo que o verdadeiro caldo fica entornado. Enquanto mando vir, importo-me, interesso-me, afecto-me. Sem diplomacia, mas com respeito. Enquanto me manifesto, as coisas rolam.
Não pensem o pior me mim, critiquem-me para eu crescer. Isso, eu contesto, mas agradeço. Preciso que me entendam e me concedam alguma amplitude de movimentos, uma margem fixe de segurança. Porque fica tudo bem. Quem em conhece já sabe que é assim. Fervo em pouca água, mas é cristalina. Faço um esforço enorme para entender toda a gente, mas há dias em que o que me irrita me frita, e eu fervo e bato no tecto, mas ainda assim nunca mando ofensas mesmo pessoais e demolidoras. É só bojardos, carvalhadas (é das más companhias porque não foi assim que fui educada), e muito foguete de vista. Depois esfuma-se tudo e voltamos às boas. Eu volto. Pelo menos, eu volto."
PS: Por favor, não me comentem. Eu não vou ler
Terror de um copy
Não há hipótese. Encomendou mesmo a alma ao criador... Merda. Não há ninguém a quem pedir uma esferográfica emprestada. No café usam daqueles comandos electrónicos... QUE FAZER?
terça-feira, dezembro 21, 2004
Em casa
Dia 1:
Está a correr bem. Pude ir par ao café do murinho, o que permitiu ouvir as conversas dos velhotes que lá param. As ideias foram surgindo e anotadas.
Em casa: falou-se com as pessoas, leu-se, arrumou-se e fez-se a revisão de alguns textos.
sexta-feira, dezembro 17, 2004
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Afirmação de princípios
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Mais velho
Gosto muito do Miguel e da Luísa.
(apeteceu-me dizer isto)
terça-feira, dezembro 14, 2004
segunda-feira, dezembro 13, 2004
sábado, dezembro 11, 2004
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Só para que se saiba
ARTIGO 24.º
(Processo de remoção de dejectos de animais)
-
Os proprietários ou acompanhantes de animais devem proceder à limpeza e remoção imediata dos dejectos produzidos por estes animais nas vias e outros espaços públicos, excepto os provenientes de cães-guias quando acompanhados por cegos.
-
Os dejectos de animais devem, na sua limpeza e remoção, ser devidamente acondicionados de forma hermética, nomeadamente em sacos plásticos, para evitar qualquer insalubridade.
-
A deposição de dejectos de animais, acondicionados nos termos do número anterior, deve ser efectuada nos equipamentos de deposição de RSU existentes na via pública, mais especificamente, contentores e papeleiras ou, se dentro do horário da recolha porta-a-porta, junto de outros resíduos colocados na via pública.
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE III
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE II
Lembro-me do Pedro Renato, das zangas no ciclo, da festa na Torre (mais concretamente no 8º C), da piscina da Ponte, de Nogueira e de meia de leite nas Frigideiras do Cantinho, numa manhã de sol, vestida de fato preto e saltos altos. Já lá vai algum tempo.
n sabes q estamos masi rpeparados p acolher as imagens d q as palavras?
"Não sabes que estamos mais preparados para acolher as imagens do que as palavras?"
E se eu quiser encher o mundo de palavras? Serei um excluído? E se a imagem domina gostaria de saber como dizer (por imagens) a alguém que gosto dessa pessoa? Ou o contrário?
Warning
O que significa esta assinatura do blog?
Significa que o que escrevo neste espaço é, em parte, pessoal. Posso falar do que quiser. Desde o número de quilómetros que andei num dia, passando pelas brincadeiras da Juma, ou do telemóvel que caiu umas 20 vezes ao chão... Os temas são tantos como as coisas que vejo, penso, ouço e faço durante um dia.
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE I
Um exemplo. Quarta-feira encontrei uma amiga que não via há muito tempo. Crescemos juntos. Ela foi para um curso de ensino e eu fiquei no curso em que fiquei. Deixei de a ver durante muito tempo. O irmão dela morreu, entretanto, e ela acabou com o namorado de longa data (lembro-me de namorar com uma rapariga e encontrar-me com ela e o ex) pelo simples facto de a mãe dele não a "aceitar" - eu dou o nome de falta de tomates da parte dele.
Voltando ao assunto: tive saudades. Do tempo em que ela e a minha prima resolviam pegar comigo e atirar-me para dentro do tanque da roupa. Às vezes eu tinha sorte. O tanque não tinha água.
Ou da altura em que íamos para a arrecadação da nossa ama ver as coisas antigas que ela lá tinha e mexer nas cebolas e batatas que ela lá guardava.
Também tive saudades do tempo em que nós os dois fomos amigos coloridos. Não que tenha saudades da relação. Mas pelas situações cómicas que nos aconteceram.
Mas ela continua com o que lhe era mesmo característico. As covinhas na cara quando se ri. E a abertura de espírito. Tenho de voltar a encontrar-me com ela...
Nívea
quarta-feira, dezembro 08, 2004
É Inverno
A vantagem está nos casacos e no bom que é ficar na cama.
terça-feira, dezembro 07, 2004
É mesmo muito bom
segunda-feira, dezembro 06, 2004
domingo, dezembro 05, 2004
Constatações
É uma merda esta forma de estar e ser do ser humano. Só quando não temos as coisas é que lhes damos valor.
O que vale é que de vez em quando reencontramos essas pessoas. Felizmente.
sábado, dezembro 04, 2004
Mentiras bem mal contadas
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sexta-feira, dezembro 03, 2004
Política
Se o Marques Mendes fizesse o programa eleitoral do PSD ficaria indeciso.
quinta-feira, dezembro 02, 2004
"Escreves bem"
E a minha boz é uma merda. Naum teim xama, neim forssa neim nada.
Neim sei cumo é poçibel aurguém falar cumigo.
Es.te tem dedicatória (agora corrigido)
Mes.mo que ainda nada s.eja certo.
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Finalmente
Desde ontem que não conseguia aceder.
Agora é tarde. Esqueci-me do que tinha para escrever...
domingo, novembro 28, 2004
Manhã
O downside é chegarmos a casa, entrarmos no MSN e não estar ninguém. Ou irmos ler blogs e ninguém ter nada de novo postado.
sábado, novembro 27, 2004
Enfadado
Com a porra da mania de sair à noite para encontrar amigos na merda de um sítio onde não se consegue ter uma conversa decente.
Com a aparência.
Com a incompreensão.
Com a merda dos encontrões que me deram hoje enquanto estive sentado num local ruídoso, tentando ter uma conversa decente.
Com a incapacidade/imposibilidade de ser espevitado. Sempre tudo morno enjoa. Quero as coisas a ferver e a gelar, porra.
E agora vou mas é dormir.
sexta-feira, novembro 26, 2004
quinta-feira, novembro 25, 2004
terça-feira, novembro 23, 2004
Agora sim, o último
:)
O penúltimo post deste dia
Estou aqui a ouvir a entrevista ao Santana Lopes...
É impressionante. Ele é um Bush menos risonho,. Mas é um Bush! Ele que, pura e simplesmente, bloquear a informação livre que temos em Portugal. Ele insiste em que o governo, da mesma forma que os comentadores, deve ter um espaço de contraditório nos canais? Será que ele se apercebe do desdouro que pretende implantar?
Coisas que gosto e coisas que não gosto
Gosto que me façam perguntas. Que me piquem. Mas se digo que não quero falar, não quero mesmo. Se quiser voltar a esse assunto, volto por mim. É preciso ter tacto comigo nestas coisas. Tanto posso ser a pessoa mais alegre do mundo como a mais sisuda. O meu gráfico de humores tem curvas ascendentes e descendentes muito acentuadas.
Adoro jogos, embora admita que tenha auto-travões, porque existe uma pessoa comigo, que merece todo o meu repeito. E gosto que gostem de mim, embora admita (muito sinceramente) que não me acho grande piada nem vejo a razão de me acharem interessante (claro que não me refiro ao visual - sei perfeitamente como poderia ser e, infelizmente, como sou).
E apeteceu-me dizer isto...
Ênfase
E para não levantar essas questões eu não cito ninguém. Mas gostaria de citar. Mas essa pessoa acabará por saber da minha intenção de a citar. Ou então não. ;)
"Teclanço" é com "ç" ou com "s"?
Mas os dedos continuam. E ele irrita-se e acaba por sair da inha beir a e vai para o quarto ou cozinha, porque o som dos dedos a teclar o incomodam. É tão bom ser assim!
Jogos de palavras
Jogos de palavras. Podem ser apenas para despertar outras palavras. São (ou poderão ser) estímulos para outras ideias, outras palavras, modos diferentes de ver as coisas. Não sei. Mas, sempre que precisar, eu tenho os jogos de palavras. Muito, infelizmente, às vezes...
Foi sem querer
Quanto a mim: quatro feridas muito pequenas nas mãos, uma em que o sangue ficou debaixo da pele, formando uma espécie de sinal. Mas estou bem. Não é nada de grave.
domingo, novembro 21, 2004
Outro sem título
Várias vezes me pergunto, sabendo que a resposta é invariavelmente a mesma: "Não seria o que sou hoje".
Mas talvez fosse melhor pessoa. Possivelmente sim.
O que interessa é que neste momento dependo dela. Muito. Ela traz-me muito daquilo que gosto. Muitas vezes, muitos dias, várias vezes ao dia.
Não tenho título
Reinicio o computador. Reabro a caixa de mail. Ainda não enviaste nada, hoje. Continuo apreensivo. Mais umas vezes a carregar no "F5". Mais um erro. Não quero enviar porra de mensagem de erro nenhuma!!! Será que és estúpido? Já não te tinha dito isso? Umas 200 vezes?
Desisto. Vou para o quarto e descarrego os mails alojados no servidor. Tenho à volta de uns 120 e-mails para ler. Começo a fazer isso. "Delete", "Delete"... Um movimento que se vai repetindo. Over and over and over. Ponho Moloko a tocar. Desligo o computador e deito-me na cama. "hoje não comprei o jornal", penso. "Nem tenho vontade de o fazer". E deixo-me fixar. A olhar para o tecto, com a cadela a rondar-me, tentando deitar-se o mais perto de mim. E eu a desviá-la. Torna-se chata, ela, quando quer deitar-se muito perto de mim. Chega a pressionar as minhas pernas de tal forma que fico com dores quando acordo, de manhã.
Acordo. Não ligo o computador. Em vez disso visto-me, tomo o pequeno-almoço e saio de casa. Cedo. De tarde acabo por ficar no meio de teclas, a escrever sobre o que nada existe para dizer, ou a mandar bocas e desbocas a quem quer que interlocute comigo.
Jantar. Descansar. Dormir.
Amanhã parte disto se vai repetir. Até ao fim dos meus dias, quer eu queira quer não.
sexta-feira, novembro 19, 2004
quarta-feira, novembro 17, 2004
Como as coisas andam
Com objectivos bem definidos e cabeça no lugar.
Galanteado, amigo, ouvinte e confidente.
E tudo isto em mim.
Às vezes é assim
terça-feira, novembro 16, 2004
É assim, prontos
Quem chamo? Os bombeiros do postanço?
domingo, novembro 14, 2004
Like people do it
É impressionante como pequenas coisas não relacionadas podem despertar uma série de sinapses para outras coisas.
Obrigado
quarta-feira, novembro 10, 2004
segunda-feira, novembro 08, 2004
O que me disseram no MSN
Foi uma rapariga, a falar com outra.
Nem digo quem foi. Ela vai acabar por comentar.
domingo, novembro 07, 2004
As coisas que me rodeiam
Mas uma das esferográficas que tenho é temperamental. Tanto se lhe dá para funcionar (é das de mola) como se lhe dá para ficar lá dentro, escondida, recusando-se a escrever o que seja, numa espécie de greve da função pública, mas sem aviso.
Outras vezes dá-lhe para o contrário. Não que ir para a "toca". Fica sempre pronta a escrever, a chamar-me até para que possa gastar o bocado de tinta. Nestes dias adoro-a. Porque escrever com ela agrada-me. O toque do corpo dela, a forma como encaixa na mão e a cor dela são perfeitas.
E escrevo este post numa altura em que a procuro. Não sei onde a pus da última vez que a usei...
sábado, novembro 06, 2004
E agora para algo completamente inusitado
Não é costume eu ir buscar citações para justificar o que digo. Geralmente o que digo terá a ver com coisas que li, vi, escrevi ou ouvi. Como em tudo na vida de toda a gente.
Mas gostei sobretudo das duas citações seguintes.
"A virtude termina sempre onde começa o excesso"
Massillon, Jean
Primeiro porque acredito na virtude (a renascentista - a virtù). E também, claro, porque defendo que o excesso é-o mesmo: é defeito (interessante: o termo contrário justifica o outro), na medida em que prejudica o essencial o que realmente interessa a quem escreve e a quem recebe. Tal como a falta, o excesso deturpa, prejudica, envelhece e apodrece.
"O mesmo acontece ao mérito e à inocência: perde-se, desde que deles nos sustentemos"
Kant, Emmanuel
Esta afirmação, então, é fantástica! E tento fazer isto (embora o facto me lembrarem o que faço de bem ser um antídoto à minha maneira de ser). É exactamente por não acreditar em muito no que de bom me dizem que tento sempre e todos os dias fazer melhor e diferente. Mas preciso de algo. Todos os dias. Coisas novas, diferentes, arrebatadoras. É de paixão (não a carnal) que falo. Paixão por escrever, ver as frases a crescerem, a formarem-se. Tudo a encadear-se de forma diferente (ou tento que seja diferente) e de modo a que os outros leiam tudo até ao fim, tal como estará (ou não) a acontecer com este post.
E por aqui me fico. Sem punch-line, mas feliz :)
Pressa, rapidez, stress, ginseng
Mas não ter sobre o que escrever deixa-me meio triste. Queria ter ideias para escrever. Por outro lado, não as posso escrever. A namorada não tarda está a chegar para irmos sair... Afinal de contas não estamos tanto tempo quanto isso juntos... além do mais há que aproveitar os últimos dias (ou os possíveis últimos dias - ou será que todos os dias são os últimos?) para estarmos juntos.
Mas sou capaz de ter sobre o que escrever. Mas aqui não. Não neste canto, onde um montão de gente cá passa, a ver o que escrevo, sobre o que escrevo. Ao fim e ao cabo, sobre o meu umbiguismo. É disso que se trata. Mas até o umbiguismo tem limites.
Por isso vou falar de jardinagem.
Não agora, não neste post.
Porque seria destruir a estrutura interna não construída que arquitectei para este post.
quinta-feira, novembro 04, 2004
E este post serve apenas para dizer uma coisa: que uma das raparigas que aqui trabalham tem um "hmm" de compreensão quase erótico. Mal sabe quem está no outro lado como ela é.
É o que dá ter uma boa voz...
quarta-feira, novembro 03, 2004
O dia inteiro
Preciso de ti.
segunda-feira, novembro 01, 2004
"Um destes dias vais casar"
Ri-me e utilizei o contraditório. Eu não vou casar. Não quero. Não acho útil.
domingo, outubro 31, 2004
Voltei.
E que depois deles há sempre algo a escrever/dizer/comentar/insultar.
segunda-feira, outubro 18, 2004
Porque me apetece
O apetece-me sai da blogosfera.
Até quando me apetecer, como sempre.
** e [[]]
Não posso
sexta-feira, outubro 15, 2004
Esquecer
quinta-feira, outubro 14, 2004
Não estou a ver porquê...
Você é "O ódio" de Mathieu Kassovitz. Você é inconformado(a), revoltado. Vive se metendo em brigas, mas tem muita atitude.
Faça você também Que
bom filme é você? Uma criação de
Mundo Insano da Abyssinia
O blog que som tem?
Descobrir poder-se-á tornar tortuoso para quem tenta. Porque a relação entre elas será de zero, ou de zero vírgula um. Mas quem quiser tentar, o e-mail é o francisco underscore pedro arroba mail ponto pêtê. Está por extesnso por causa dos motores que buscam a net à procura de moradas de mail para onde enviar spam.
Computador
Tudo para mostrar que é difícil tempo, espaço, pessoas e acontecimentos se juntarem na mesma encruzilhada. Talvez por isso as pessoas se desentendam, ou entendam - mas com reservas. Ou não se conheçam.
Tudo são caminhos novos por onde ir, pedaços de pedras lamacentas e douradas que vão forrando o manto verde, que por sua vez repousa sober a pedra. Cinzenta. Morta. Irredutível.
Ou talvez seja eu que apenas estou farto de respostas que não chegam, de perguntas sem resposta e de um fim-de-semana descansado.
Ou talvez seja do tempo.
Ou então é tudo junto.
quarta-feira, outubro 13, 2004
Obrigado, Kat
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos, 21-10-1935
PS: Isto de linkar para outros blogs tem a sua piada, sobretudo quando não se conhece(m) o(s) autore(s). Faz quem lê isto de blogs pensar "Eles conhecem-se todos!".
terça-feira, outubro 12, 2004
Decisões não tomadas
Este post é intencionalmente desordenado. A ver se entendo as metáforas.
Palavras do dia
do Lat. curiositate
s. f., desejo de saber, de ver, de conhecer, de se instruir;
indiscrição, bisbilhotice;
coisa rara, estranha, que desperta o interesse;
raridade, preciosidade.
Palavra do dia
do Lat. complicare
v. tr., reunir (coisas heterogéneas);
embaraçar pela introdução de novos elementos;
confundir;
dificultar;
tornar intrincado, confuso;
dificultar a solução de;
embaraçar;
v. int.,
ser incompatível;
ant.,
ligar;
misturar.
domingo, outubro 10, 2004
sábado, outubro 09, 2004
sexta-feira, outubro 08, 2004
Questões (in)existenciais
Palavra do dia (e desta vez nem me quero lembrar emque núemro vai)
do Lat. veriducu < viride, verde
s. m., carrasco;
algoz;
navalhinha delgada e pontiaguda;
parte saliente da chapa do trilho nas rodas dos vagões, para estes não descarrilarem;
Ictiol.,
nome vulgar de um peixe teleósteo perciforme;
Náut.,
friso saliente ao longo da borda do navio;
fig.,
pessoa cruel, que dá maus tratos;
ant.,
espada comprida e flexível, sem gume.
Palavra do dia (não sei que versão)
do Lat. maturitate
s. f., estado dos frutos ou sementes que chegaram ao grau de completo desenvolvimento;
fig., madureza;
idade madura;
estado de desenvolvimento completo;
perfeição.
quinta-feira, outubro 07, 2004
É um chavão
E admitirmos que sentimos a falta poderá ser a melhor forma de resolvermos a situação. Porque ceder é sempre bom se no fim temos um abraço.
Palavra do dia VI
do Lat. censura
s. f., cargo ou dignidade de censor;
poder do Estado de interditar ou restringir a livre manifestação de pensamento, oral ou escrito, quando se considera que tal pode ameaçar a ordem pública vigente;
corporação encarregada de examinar as obras submetidas à sua aprovação;
exame;
crítica;
repreensão.
liberdade | s. f.
do Lat. libertate
s. f., faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.
— de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
— de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
— individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.
terça-feira, outubro 05, 2004
Palavra do dia V
do Lat. anxietate
s. f., dificuldade de respiração;
opressão;
angústia;
inquietação de espírito;
desejo veemente;
impaciência.
sábado, outubro 02, 2004
Finalmente
Acordo às 10. Saio. Almoço. Saio de Braga às 14 e volto no Domingo. Como diria o Calvin, "Que dias tão cheios!"
sexta-feira, outubro 01, 2004
Manhã fria em dia de Verão, noite de Inverno
Daqueles luares que dão vontade de falar, de estender a cadeira no jardim e reunir quem se gosta. Melancólico e triste.
E as cerejas estão sempre juntas.
Em par.
E um post decente? Para quando?
Ou seja, ainda vai demorar algum tempo.
Talvez quando conseguir definir algo de forma decente. Concreta. Directa. Simples.
Afinal tenho! Eureka
NADA.
quinta-feira, setembro 30, 2004
Palavra do dia IV
- compreender; v. tr.; v. refl.
- v. tr., perceber;
-
- entender;
- conhecer as intenções de;
- conter em si;
- abranger;
- incluir;
- dar o devido apreço;
v. refl., - estar incluído ou contido;
- entender-se.
Palavra do dia III
do Lat. fine
s. m., termo;
limite;
remate;
alvo, finalidade;
intenção;
morte.
loc. prep., a — de: para; com a intenção de;
ao — e ao cabo: em conclusão; para terminar; finalmente; o m. q. no fim de contas;
no — de contas:vd. ao fim e ao cabo;
por —: por último, finalmente.
domingo, setembro 26, 2004
Palavra do dia II
do Lat. risu
s. m., acto ou efeito de rir;
alegria;
júbilo;
motejo;
escárnio.
— alvar: riso estúpido.
sábado, setembro 25, 2004
Palavra do dia
E a de hoje é: lágrima; s. f.
do Lat. lacrima
s. f., humor líquido e límpido segregado pelas glândulas lacrimais;
suco destilado por alguns vegetais;
fig.,
pequena quantidade de qualquer líquido;
pop.,
um pouquinho;
(no pl. ) choro, pranto.
—s de crocodilo: choro fingido.
quinta-feira, setembro 23, 2004
A pensar...
Vozes
Pois é, pois é. Isto do rádio avariar...
"Será que é preciso as pessoas estarem longe para nos sentirmos "normais"?"
Pensava eu isto enquanto vinha no sentido sul.
"Não. Isso será uma contradição em si. Se não nos sentimos "normais" sempre é porque há algo de errado."
E, de repente, ela disse: "Mas já sabes que não és normal! Por que razão afirmas isso?"
E pronto, acabou a discussão. Mais uma vez ela tem razão. Acertou em cheio.
segunda-feira, setembro 20, 2004
Copo de água interessante
Newleyweds Jason and Nina Payne treated their guests to a reception at Kentucky Fried Chicken.
The wedding party tucked into a no-frills breakfast of crispy chicken wings, drumsticks, fries and cola.
Mum-of-two Nina, 36, said: "We don't like all that poshness, so thought we'd have a KFC bucket. It was lovely."
She wed at Southend register office, then headed to the town's KFC with 26 guests reports The Sun.
Jason, 34, raised a toast with a fizzy cola and said: "We just fancied doing something different."
KFC boss Clint Bembridge said: "It's definitely the oddest thing I've seen since I've been here."
quarta-feira, setembro 15, 2004
Investigação antropológica
Entrei. Pedi um café e um chocolate (já não comia um há meses) e sei k assim eles não poriam as mãos onde eu não visse (porque tinha-os controlados pela vitrine de vidro dos anos 70).
E foi produtiva, a investigação. Claro que não vou revelar todos os apontamentos, até porque precisarei deles para um dia mais tarde.
terça-feira, setembro 14, 2004
Cepticismos
E não entendo como é que alguém que tem provas de ser um actor decente como o Marco Horácio se submete a isto? Será por causa do vil metal?
domingo, setembro 12, 2004
Escrever
Não que estes últimos dias tenham sido diferentes dos outros (a não ser, talvez, o facto de andar mais de carro, ver mais vezes o mar e cheirar a maresia).
Mas não tenho grande vontade de escrever. Talvez porque não tenho grandes motivos. Ou porque no sítio onde estou o adormecimento mental é um dos pratos do dia, bem como a limitação de assuntos...
Seja o que for. Esta semana vai ser diferente. Vou pôr uma série de assuntos em dia, no que concerne à escrita e fazer o meu primeiro trabalho pago como copy.
A ver o que dá. No final da semana tenho o melhor: as Feiras Novas em Ponte de Lima.
sexta-feira, setembro 03, 2004
Será desta?
Se este post não se perder entre os zeros e uns que o blogger processa todos os dias, quem ler este bocado de prosa feita em cima do joelho - depois de apenas 5 horas de sono e com vontade de fugir para um país tropical qualquer onde desconheçam o que Portugal significa - além de ficar a saber dos problemas que este umbigo vem enfrentando nos últimos dias com a elaboração destas linhas, vai ficar a saber (ou não, porque tudo é discutível) que o supracitado umbigo gostaria de agradecer a todas e todos, sem excepção, pelo que já sabem e insistem em dizer que não é necessário agradecer: Obrigado. :)
O resto resume-se a duas ideias: papelada e burocracia.
A primeira mata-nos as árvores, dá trabalho a muita gente e o triplo destas duas coisas a mais gente ainda.
A outra caracteriza este canto de terra à beira mar plantado. Faz com que, desde o mais iletrado ao mais culto, fiquem a saber o seu significado e o quanto "incontribui" para o Produto Interno Bruto do país.
Vem tudo isto a propósito da quantidade de papeis necessários para se comunicar às entidades estatais o falecimento de alguém. Se se soubesse a quantidade de papeis, fotocópias, assinaturas, paciência e capacidade de sofrimento necessários ninguém quereria morrer. Ou fá-lo-ia num país distante.