quarta-feira, janeiro 12, 2005

Estava a passear por aí e lembrei-me de me descrever.

You talk all these words
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back

terça-feira, janeiro 11, 2005

Já me ia esquecendo...

Obrigado, a ti, por isto.

The Gift - Fácil de Entender

Uma voz quente a cantar isto...
"Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei. Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender."

Citando

the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows that it is alone in it's drama bones. madness, preconceptions, ray gun logics run and spit and rationalized until a whole chorus of mug wumps, blue in the face from yelling their divisive mantras, run out of young breath and just plain give in to the spirit of the whole damn apple. face it, you love it, it's fun for one and all, and for all you know the earth spins on it's rusty axis just because of it. the aeroplane moves whether you want it to or not. cram packed with fuel injected jet missile action, this is war motherfucker and don't you forget it for one second. it is us versus them, and if you're giving in then you are giving up. all the names don't mean shit. ugly, beautiful, pretentious, arrogant, old, tired, happy, sell outs, careerists, transcendent, hypnotic, trippy, spellbinding, numb, egocentric, solipsistic, empty, hollow, shallow, lost, 70's, 60's, 80's, 20's, long winded, phony, grand, the worst, the best, creepy, cranky, desperate... the aeroplane just flies higher, faster, stronger. there isn't much time for maybes, even goodbyes sometimes. dust settles, the arcwelders come out and reconstruct the obvious, and we are all left holding the blur. life will always be sentimental way, you can vivisect it all you want. blood and will are indivisible. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the world pisses a silver stream to let you know it is there. on the other side of the slipstream of countless thoughtless thoughts. it shatters and divides into a million fragments because life is not a lifestyle choice. we are not a fashion accessory. music is god's bones creaking pleasure, amusement, even occasional approval. we salute you all with a crack of the back, a baseball bat and a smile.
god bless us all, for what we think and feel is all we really have. but when is too far far enough. no limit that i ever knew really matters. there is strength in the dirt of your garden sorrows, there are no more tomorrows, only blissed todays, purple and immeasurable, in stature and stealth, because the sun is always sneaking around behind your sneaky back, can you hear us because if you can't we will turn it up till your ears bleed nascent approving harmony. it's all good, and don't you forget it. the fourth wall is down and deserves to stay down, because all you are really watching in others is yourself, the third generation t.v. reflection. time is never time at all. there is no time, no heartbeats, no babies, no french fries, just spider webs strung to oscillate the fever pitch of blandkind, oops i mean mankind. once the sonic dart leaves your fingers, it is hard to get back. scratch, sniff, observe, obey, deceive, distort, disarm it all, the bomb is on and ticking. we know but we ain't telling anyone anything, because we know nothing. "t.v. generation x.y.u," zero command calling, capt. coconut sounds the alarm, every band you ever like has reformed and is playing on a single bill, one night only at the bottom of the ocean. once it is gone there is no going back, and it is never ever the same. wave to the magic balloons with your names attached, 5 zillion strong circling the precious earth in search of a friend in search of another.
i hope you all find what you need in whatever hole you peer down, whatever cloud you peek behind, let the disaster dukes masticate on the green grass of hope and love. this year is the most joyous and happy, mournful and sad year i have known. life is good bleats the bleating heart, and it keeps on bleating like an 808. never ever forever tomorrow comes, new dawns blister, new songs to be sung. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows you know, sings the song of truth, of redemption, of sorrow. look no further than your dirty feet. -- Billy Corgan

Lindo

Please stop, don't walk, don't talk. This time I must be strong enough, but it's not enough because it's hard... I will raise my head up high and lift my voice high, with pride. This time I'll make things right, this time I won't look back, because time will not go back, so I'll find myself this time. Guilty forever, now you've taste it you won't leave it, forever and ever. You won't see me, you won't miss me, and so you won't see me falling.

A foto escrita

Este post era mais aqui para o lado, para o "Fotos da besta". Mas como a merda da HP 635 resolveu avariar, vai ter mesmo de ser por palavras.
Desarrumação.
Desencadeada por um fio no qual tropecei. Comecei por arrastar a prateleira de madeira (cds, livros e mochilas eram a decoração da mesma). Depois foi a secretária de madeira. Desencostei tudo da parede. Tudo para o meio do quarto.
Depois fui buscar a secretária de vidro que pairava triste e desocupada no outro quarto. Trouxe-a para aqui. O PC foi montado noutro lugar. Em vez da prateleira, foi para cima da secretária. Os fios foram amarrados, para poupar na confusão. Os livros têm outro arranjo e as mochilas, sacos de tiracolo e outras coisas que tais ficaram a ocupar o espaço de 15 cm entre o guarda-fatos e a parede (espaço que não se pode aniquilar por causa da ligação da net).
Resultado intermédio. Muitos papeis espalhados. Cds, DVDs, cadernos e esferográficas espalhadas pelo chão.
Resultado final.
Uma prateleira mais funcional. Um espaço dedicado ao leitor de MP3 (para que não sobrecarregue o PC), uma secretária de vidro e um novo modo de iluminção do "working space". Um mimo, digo-vos. Um mimo.
Pena é que o raio do teclado pareça torto. Mas a afinação nos pés da secretária irão resolver isso.

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Que merda!

Estou farto de procurar a net para saber quais são os diferentes tipos de fado. E não encontro uma explicação decente!

Cansado

Estou cansado da falta de actividade cerebral a que sou remetido. Queimem-me o cérebro, por favor!

Está frio, e pronto

Está frio. É indesmentível e ninguém pode atentar contra isso. Ou mudar isso de um momento para o outro sem sair do meridiano em que se encontra.
E este frio é implacável com o que temos de fazer. Eu explico: deveria ter saído de casa para fazer uns contactos e não sei quê. Não fui. Porque está frio. Demasiado frio. As mãos estão inchadas por causa das frieiras, o que é mais um motivo para ficar dentro de casa, onde o frio não entra de forma tão acutilante.
Por isso tenho tempo para escrever posts descabidos como este.
Acho que o melhor é mesmo pegar nas luvas e sair.
Até já.

domingo, janeiro 09, 2005

Saudades

Quem disse mal do MSN é uma besta. Por causa dele estive meia hora a "falar" com a minha irmã, que se encontra ao largo da Flórida. Eu e o meu irmão. O final da conversa, depois de ela se ir, é horrível. Fica o vazio. Tenho saudades tuas, Luísa...

Boite Zuleika

A noite está muito, muito fria.
Corres o risco de apanhar pneumonia.

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Cola

Há músicas que são assim: cola. Nãos nos saem da cabeça, por muito que tente pôr outras por cima. Por muito que tente arrumá-la para o fundo da gaveta, longe da vista.
E algumas dessas "músicas-cola" conseguem ser mais. São pontas de novelo, que me levam para situações passadas, com pessoas passadas, em locais que prefiro não relembrar. Não é preferir, mas é "ter de" não relembrar. Porque o tempo passa e o que era futuro é agora presente e não tem nada a ver com o idealizado...
Mas são músicas do que falas? SIm, mas não. São músicas, pessoas, situações e nomes. Sobretudo nomes. "Uma borracha, por favor!" Tenho de apagar.

Manutenção

Dois dias a limpar o computador, organizar pastas e a preparar as coisas.
Que venha o novo ano.

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Esclarecimento

Como é que fazem (raparigas e rapazes) quando um gajo/a diz "Eu ligo-te depois" e nunca mais liga?

NADA

Odeio estar sem fazer nada. Preciso de actividade, seja ela qual for...

Estado do mar

Deixou de ser miudinho. Passou a ansiedade. É mesmo mau estar assim. À espera. Não se sabe bem do quê, mas espera-se que alguma coisa aconteça. Que surpreenda. Esperemos que seja positivamente e esta semana.

sábado, janeiro 01, 2005

O último dia, à distância que se impõe

Parado. Viagem ao Porto. Finalmente digo mal do carro. Obrigou-me a ficar parado 20 minutos na estação de serviço. Motivo: quase sobre-aquecimento. Resolvido o problema (viva a net e as explicações sobre refrigeração dos VW 1.6 D), pés ao caminho outra vez. Jantar com uma família. Nevoeiro na saída. Muito. Demais. Casa.
Boa noite.
(Intervalo).
Bom dia, bom almoço e continuemos até amanhã.

sexta-feira, dezembro 31, 2004

O que nunca será o que poderá ser o último post.

Bom ano a toda a gente. Desejo-vos o dobro do que quero para mim.

Cores

Vens sempre de cor de rosa. Há dias em que gosto. Há outros em que me aborrece e prefiro olhar para o lado.

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Tempo

Ocupado. Atarefado. Stressado. É assim que gosto de estar. Mesmo que isso me provoque dores no peito. Mesmo que reduza a minha esprança de vida. Mas é a única forma de me sentir vivo. Não me dêem dias médios, de trabalho/ocupação mais ou menos, apenas para cumprir calendário. Dêem-me vida, magotes de informação e de coisas para fazer (sem serem burocráticas e chatas). É aí que me manifesto, onde a sagacidade que me caracteriza vem ao de cima. Aí é que o meu cérebro adora estar. Cheio de coisas para resolver, ordenar, fazer, inventar... Tenho saudades desses dias que ainda estão para vir.

Post traumático

Acabaram-se-me as palavras

quarta-feira, dezembro 29, 2004

Uma das...

Resultado parcial

Hoje não estava para escrever nada.
Acho que não tinha vontade. Porque as conversas encheram a tarde. Muito. De forma intensa.
Perdem-se medos, contam-se histórias (verdadeiras) e assim se conhecem as pessoas.
É bom que isso vá acontecendo. Faz-me acreditar mais nas pessoas. E preciso disso. Afinal de contas é o que conta.

terça-feira, dezembro 28, 2004

Rugas

Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer as primeiras rugas

Rugas de chorar
Rugas de sorrir
Rugas de cantar
Começo a franzir
Rugas de chorar
Rugas de cantar
Rugas de sentir
Rugas...

Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer algumas rugas


A voz da Manuela Azevedo cai que nem uma luva...

O que fiz

Sinceridade. Fiquei contente. É como digo: a verdade é sempre a melhor forma de justificar tudo.
Mas gosto de saber tudo. Mesmo tudo.

Pais à venda

Sentado, com as pernas cruzadas e em cima da poltrona. Escrevo. Muito. Publico pouco. Acho que não devo publicar tudo. Porque é muito pessoal, porque não quero que todos leiam, reflictam, comentem. Guardo as coisas para mim e para quem quero.
É o umbigo.
Quem me mandou ser complicado?
Preciso. Sempre. Constantemente. Ferozmente.
A verdade verdadinha é que não quero deixar as coisas morrerem na praia. E que prefiro sair magoado, mas com a certeza de que fiz tudo o que estava ao meu alcance. É mais doloroso, sem dúvida. Mas melhor como pessoa. Em relação a mim e aos outros.

segunda-feira, dezembro 27, 2004

Coisas que deveria fazer I

Repensar-me. Saber exactamente o que quero.
Perdi-me no caminho.

Experiências com a luz ligada

Começam hoje, numa sala sem luz.

domingo, dezembro 26, 2004

As coisas vão recomeçar.

Faz agora dois meses (mais ou menos) que andava tudo tremido. Talvez porque pressentia o abalo que afectou cá o país ou este último, que mexeu com a parte asiática do mundo - como se "asiática" fosse uma doença.
Seja. Andámos algum tempo assim. Tu em GMT+5 e eu em GMT-1.
Desconversados. Desencontrados. Desfalados. Desentendidos (sem implicar discussão).
Hoje encontramo-nos (ou fizemos a primeira ronda de negociações para isso). Espero reencontrar-te. Ando a precisar de mim.

Resultado

Dinheiro. Algum - faz sempre jeito. Os ténis (já os mostrei aqui). Um casaco (já o vesti hoje). Uma camisola. Pastilhas para a criatividade (porque nunca se sabe quando precisaremos delas). O CD deles. Mas falta-me qualquer coisa. Talvez por sentir a tua falta.
Agora cama, que amanhã há trabalho.

sábado, dezembro 25, 2004

Foi pena

Terem-me telefonado para regressar à base. A conversa estava óptima :)

sexta-feira, dezembro 24, 2004

Mensagens de Natal

Castiguem-me.
Não respondi a todas as pessoas que me enviaram mensagens de Natal. Porque não carreguei o telemóvel. Shame on me.

quinta-feira, dezembro 23, 2004

Agora que olho para outro lado

Este blog tem mais de um ano!

Segredo

Tenho um segredo escondido desde Julho. E claro que não conto a ninguém. A não ser que saibam levar-me. Trinta segundos e bom vocabulário. I'm easy!

Dia 3

Re-eureka.
Com um pequeno pózinho de coiso, a coisa coisou. E foi coisada.

O ó que som tem?

Para cima, para baixo. No meio. Paremos.

Cruzar dados

Ora se me dizes que sim e eu te digo que não, a resposta é qual?
E se me dizes que sim e eu não, como ficamos?
Afinal de contas temos de ter um timming.
Acertemos, pois, os relógios.
Um post escrito com muito prazer.

Em casa

Dia 2:
Consegui! Eureka!
Amanhã limo as arestas que faltam, et voilá!

Numa de citar, porque me apetece

"O meu pensamento muitas vezes trabalha silenciosamente
Com a mesma doçura duma máquina untada que se move sem fazer barulho
Sinto-me bem quando ela assim vai e ponho-me imóvel
Para não desmanchar o equilíbrio que me faz tê-lo desse modo
Pressinto que é nesses momentos que o meu pensamento é claro
Mas eu não o oiço e silencioso ele trabalha sempre de mansinho
Como uma máquina untada movida por uma correia
E não posso ouvir senão o deslizar sereno das peças que trabalham
Eu lembro-me às vezes de que todas as outras pessoas devem sentir isto como eu
Mas dizem que lhes dói a cabeça ou sentem tonturas
Esta lembrança veio-me como me podia vir outra qualquer
Como por exemplo a de que eles não sentem esse deslizar
E não pensam em que o não sentem"

"Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar."

Fernando Pessoa, 18-9-1933

quarta-feira, dezembro 22, 2004

Cito-te, porque me reflicto aí

"A ferver em pouca água... mas é cristalina.
Acho que estou a ficar com fama de ter mau feitio. Mas mais vale ter a fama - e o proveito - de ter mau feito, berrar, espernear, passar-me e até mandar uns bojardos sem filtro, do que calar e falar nas costas, engolir e arranjar uma úlcera no estômago. Não me faço de santa e às vezes passo-me. Não quero com isso dizer que não goste das pessoas com quem berro, antes pelo contrário. É quando me calo que desisto, é quando me calo que o verdadeiro caldo fica entornado. Enquanto mando vir, importo-me, interesso-me, afecto-me. Sem diplomacia, mas com respeito. Enquanto me manifesto, as coisas rolam.
Não pensem o pior me mim, critiquem-me para eu crescer. Isso, eu contesto, mas agradeço. Preciso que me entendam e me concedam alguma amplitude de movimentos, uma margem fixe de segurança. Porque fica tudo bem. Quem em conhece já sabe que é assim. Fervo em pouca água, mas é cristalina. Faço um esforço enorme para entender toda a gente, mas há dias em que o que me irrita me frita, e eu fervo e bato no tecto, mas ainda assim nunca mando ofensas mesmo pessoais e demolidoras. É só bojardos, carvalhadas (é das más companhias porque não foi assim que fui educada), e muito foguete de vista. Depois esfuma-se tudo e voltamos às boas. Eu volto. Pelo menos, eu volto."

PS: Por favor, não me comentem. Eu não vou ler

Terror de um copy

Sair de casa para escrever. Levar o caderno, a esferográfica e a vontade de escrever. Sentar-me na mesa de um café. Encontrar o busílis. Começar a escrever. A esferográfica falha. Nova tentativa. Empurrão, abanadela...
Não há hipótese. Encomendou mesmo a alma ao criador... Merda. Não há ninguém a quem pedir uma esferográfica emprestada. No café usam daqueles comandos electrónicos... QUE FAZER?

terça-feira, dezembro 21, 2004

Em casa

Trabalhar em casa.
Dia 1:
Está a correr bem. Pude ir par ao café do murinho, o que permitiu ouvir as conversas dos velhotes que lá param. As ideias foram surgindo e anotadas.
Em casa: falou-se com as pessoas, leu-se, arrumou-se e fez-se a revisão de alguns textos.

sexta-feira, dezembro 17, 2004

Estado meteorológico

Depois da tempestade espera-se a bonança...

quinta-feira, dezembro 16, 2004

"Bonita"

I smell your clothes when you're not here
I smell your clothes when you're not near
I smell your things, why disappear?

by Nuno Gonçalves
The Gift

Afirmação de princípios

Há milho que é só para uma galinha. Mesmo que esteja no campo. Pronto a ser comido.

quarta-feira, dezembro 15, 2004

Pergunta do dia

Será tão difícil perceber-se português?

O que é o projecto Mickeytosh?

As intruções estão aqui. A minha participação para o projecto, aqui

Mais velho

Sou irmão de duas pessoas fantásticas. Duas pessoas com quem me preocupo muito, amigas, verdadeiras e esforçadas.
Gosto muito do Miguel e da Luísa.
(apeteceu-me dizer isto)

terça-feira, dezembro 14, 2004

Pergunta muito pouco retórica

Que tal uns bolinhos na Quinta-feira, 16 de Dezembro?

ADIADO SINE DIE

segunda-feira, dezembro 13, 2004

Inconfidência necessária

(apagado porque não quero comentários)

sábado, dezembro 11, 2004

Ilações de um dia

"Ó pá, se não quiseres falar, não fales! Mas não me culpes pelas perguntas!"

quinta-feira, dezembro 09, 2004

Desabafo

É como dizes: preciso de espaço. E, como sabes, não sei pedir isso.

Só para que se saiba

ARTIGO 24.º

(Processo de remoção de dejectos de animais)

  1. Os proprietários ou acompanhantes de animais devem proceder à limpeza e remoção imediata dos dejectos produzidos por estes animais nas vias e outros espaços públicos, excepto os provenientes de cães-guias quando acompanhados por cegos.

  2. Os dejectos de animais devem, na sua limpeza e remoção, ser devidamente acondicionados de forma hermética, nomeadamente em sacos plásticos, para evitar qualquer insalubridade.

  3. A deposição de dejectos de animais, acondicionados nos termos do número anterior, deve ser efectuada nos equipamentos de deposição de RSU existentes na via pública, mais especificamente, contentores e papeleiras ou, se dentro do horário da recolha porta-a-porta, junto de outros resíduos colocados na via pública.

Afirmação pura

Tudo o que sei é que não gosto de não saber.

PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE III

Lembro-me da altura, da casa térrea mesmo perto daquela fundição. Os insultos (originais e tocantes, para alguém com 11 anos) e da despedida. Sentida, chorada. E saudades de a encontrar para ver a transformação que uns anos na Suíça podem fazer...

PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE II

Os olhos. Azuis, de mar.
Lembro-me do Pedro Renato, das zangas no ciclo, da festa na Torre (mais concretamente no 8º C), da piscina da Ponte, de Nogueira e de meia de leite nas Frigideiras do Cantinho, numa manhã de sol, vestida de fato preto e saltos altos. Já lá vai algum tempo.

n sabes q estamos masi rpeparados p acolher as imagens d q as palavras?

Tradução:
"Não sabes que estamos mais preparados para acolher as imagens do que as palavras?"

E se eu quiser encher o mundo de palavras? Serei um excluído? E se a imagem domina gostaria de saber como dizer (por imagens) a alguém que gosto dessa pessoa? Ou o contrário?

Warning

Escrevo. Sobre o que quero. Como quero. Um blog umbiguista. Assumidamente.

O que significa esta assinatura do blog?
Significa que o que escrevo neste espaço é, em parte, pessoal. Posso falar do que quiser. Desde o número de quilómetros que andei num dia, passando pelas brincadeiras da Juma, ou do telemóvel que caiu umas 20 vezes ao chão... Os temas são tantos como as coisas que vejo, penso, ouço e faço durante um dia.


PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE I
Um exemplo. Quarta-feira encontrei uma amiga que não via há muito tempo. Crescemos juntos. Ela foi para um curso de ensino e eu fiquei no curso em que fiquei. Deixei de a ver durante muito tempo. O irmão dela morreu, entretanto, e ela acabou com o namorado de longa data (lembro-me de namorar com uma rapariga e encontrar-me com ela e o ex) pelo simples facto de a mãe dele não a "aceitar" - eu dou o nome de falta de tomates da parte dele.
Voltando ao assunto: tive saudades. Do tempo em que ela e a minha prima resolviam pegar comigo e atirar-me para dentro do tanque da roupa. Às vezes eu tinha sorte. O tanque não tinha água.
Ou da altura em que íamos para a arrecadação da nossa ama ver as coisas antigas que ela lá tinha e mexer nas cebolas e batatas que ela lá guardava.
Também tive saudades do tempo em que nós os dois fomos amigos coloridos. Não que tenha saudades da relação. Mas pelas situações cómicas que nos aconteceram.
Mas ela continua com o que lhe era mesmo característico. As covinhas na cara quando se ri. E a abertura de espírito. Tenho de voltar a encontrar-me com ela...

Nívea

Estou farto de pôr tanto creme nas mãos... Acho que a Nívea deveria dar-me um patrocínio qualquer...

Porra

Que indecisão...

quarta-feira, dezembro 08, 2004

É Inverno

Quando os dias ficam mais pequenos, a geada é a primeira aparição quando se sai de casa e quando as mãos se abrem em feridas (minusculas, insistentes, com dor) é oficialmente Inverno para mim. Felizmente, as ditas mãos ainda não começaram a inchar, ao ponto de ficarem de tal modo grandes que ficam a parecer-se com as luvas do Hulk, excepto no que respeita ao verde.
A vantagem está nos casacos e no bom que é ficar na cama.

terça-feira, dezembro 07, 2004

Pergunta

será possível alguém ser viciado em pão?

É mesmo muito bom

O novo álbum dos The Gift é simplesmente fantástico. Com grandes músicas, muito bem compostas e com a voz da Sónia num nível muito acima do dos outros álbuns da banda. Sem mentir, sou capaz de ter ouvido o álbum umas 6 vezes, desde Sábado. E não me canso.

domingo, dezembro 05, 2004

Novo dicionário

Farrapo humano= Elsa Raposo.

Constatações

Às vezes só damos conta da importância que certas pessoas têm na nossa vida quando deixamos de estar com elas.
É uma merda esta forma de estar e ser do ser humano. Só quando não temos as coisas é que lhes damos valor.
O que vale é que de vez em quando reencontramos essas pessoas. Felizmente.

sábado, dezembro 04, 2004

Mentiras bem mal contadas





You Are a Pundit Blogger!



Your blog is smart, insightful, and always a quality read.
Truly appreciated by many, surpassed by only a few
.


sexta-feira, dezembro 03, 2004

Política

Eu confio no António Vitorino.
Se o Marques Mendes fizesse o programa eleitoral do PSD ficaria indeciso.
Dizer que estou ansioso é pouco.
Quando se passa por uns meses difíceis, desgastantes, em que as coisas negativas são mais que as positivas, qualquer vislumbre de uma boa notícia é um sol entre as nuvens.

quinta-feira, dezembro 02, 2004

"Escreves bem"

Disem ixto de minhe! Logu eu, um abgeto gaijo que por aqui aunda a bêr os nabios passar.
E a minha boz é uma merda. Naum teim xama, neim forssa neim nada.
Neim sei cumo é poçibel aurguém falar cumigo.

Es.te tem dedicatória (agora corrigido)

Era s.ó para dizer: Obrigado!
Mes.mo que ainda nada s.eja certo.

quarta-feira, dezembro 01, 2004

É engraçado. Por muito que não se queira/deseja/pense nisso, um gajo acaba sempre por querer a sua gaja como as da TV. Nem que isso seja uma miragem.
Esta afirmação foi retirada de um estudo incientífico. Foram ouvidos 3 rapazes entre os 20 e os 30 anos

Dica


Finalmente

Os srs. do blogger lembraram-se de arranjar isto.
Desde ontem que não conseguia aceder.
Agora é tarde. Esqueci-me do que tinha para escrever...

domingo, novembro 28, 2004

Manhã

Acordar cedo é fantástico. Porque vivemos mais. Vemos mais coisas, temos mais conversas e aprendemos mais.
O downside é chegarmos a casa, entrarmos no MSN e não estar ninguém. Ou irmos ler blogs e ninguém ter nada de novo postado.

sábado, novembro 27, 2004

Enfadado

Com o "costume".
Com a porra da mania de sair à noite para encontrar amigos na merda de um sítio onde não se consegue ter uma conversa decente.
Com a aparência.
Com a incompreensão.
Com a merda dos encontrões que me deram hoje enquanto estive sentado num local ruídoso, tentando ter uma conversa decente.
Com a incapacidade/imposibilidade de ser espevitado. Sempre tudo morno enjoa. Quero as coisas a ferver e a gelar, porra.
E agora vou mas é dormir.

sexta-feira, novembro 26, 2004

Estou mesmo a precisar de trabalho. ASAP.

quinta-feira, novembro 25, 2004

Odeio ter coisas para partilhar e não ter ninguém para as ouvir. Ou ser ignorado.
Acho que estou a precisar de uma mudança na vida...

terça-feira, novembro 23, 2004

Agora sim, o último

Obrigado por lerem todos os posts anteriores a este. Este é o último do dia, embora apareça antes dos outros. Por isso, se acham este uma merda, não percam o quão baixo posso descer nos outros.
:)

O penúltimo post deste dia

Estamos todos burros?
Estou aqui a ouvir a entrevista ao Santana Lopes...
É impressionante. Ele é um Bush menos risonho,. Mas é um Bush! Ele que, pura e simplesmente, bloquear a informação livre que temos em Portugal. Ele insiste em que o governo, da mesma forma que os comentadores, deve ter um espaço de contraditório nos canais? Será que ele se apercebe do desdouro que pretende implantar?

Coisas que gosto e coisas que não gosto

Sou curioso. Gosto de perguntar (ADORO perguntar). Pergunto uma, duas vezes. Se não dizem, desisto. A menos que deixem uma abertura de discurso que indicie uma possível pergunta.
Gosto que me façam perguntas. Que me piquem. Mas se digo que não quero falar, não quero mesmo. Se quiser voltar a esse assunto, volto por mim. É preciso ter tacto comigo nestas coisas. Tanto posso ser a pessoa mais alegre do mundo como a mais sisuda. O meu gráfico de humores tem curvas ascendentes e descendentes muito acentuadas.
Adoro jogos, embora admita que tenha auto-travões, porque existe uma pessoa comigo, que merece todo o meu repeito. E gosto que gostem de mim, embora admita (muito sinceramente) que não me acho grande piada nem vejo a razão de me acharem interessante (claro que não me refiro ao visual - sei perfeitamente como poderia ser e, infelizmente, como sou).
E apeteceu-me dizer isto...

Ênfase

Gostava de citar pessoas neste blog. Mas não vou fazer isso porque iria pôr pessoas a pensar coisas do género: "Por que citou ele alguém que eu não conheço? Será que ele não quer saber das outras pessoas? Ou será que ele prefere pessoas novas em deterimento das mais "antigas"? E quem é esta pessoa que ele cita?"

E para não levantar essas questões eu não cito ninguém. Mas gostaria de citar. Mas essa pessoa acabará por saber da minha intenção de a citar. Ou então não. ;)

"Teclanço" é com "ç" ou com "s"?

O blogger está quase sempre aberto, à espera que algo de novo surja para escrever. Por vezes há lampejos, raios que surgem não se sabe bem de onde que originam o correr dos dedos pelo teclado. Tão rápido correm que se ouve o meu irmão a dizer: "Levanta os dedos quando escreves! Estás a fazer muito barulho!"
Mas os dedos continuam. E ele irrita-se e acaba por sair da inha beir a e vai para o quarto ou cozinha, porque o som dos dedos a teclar o incomodam. É tão bom ser assim!

Jogos de palavras

Quem sabe ao que me refiro, sabe.
Jogos de palavras. Podem ser apenas para despertar outras palavras. São (ou poderão ser) estímulos para outras ideias, outras palavras, modos diferentes de ver as coisas. Não sei. Mas, sempre que precisar, eu tenho os jogos de palavras. Muito, infelizmente, às vezes...

Foi sem querer

Hoje, sem querer aleijei alguém. Muito. A minha sorte foi que o sangue assustou mais que a própria ferida. Felizmente ele está bem. Mas foi um susto dos grandes.
Quanto a mim: quatro feridas muito pequenas nas mãos, uma em que o sangue ficou debaixo da pele, formando uma espécie de sinal. Mas estou bem. Não é nada de grave.

domingo, novembro 21, 2004

Outro sem título

Pára. Não escrevas. Não partilhes isso com ninguém. Várias vezes disse/digo isso para mim mesmo. Para quê dizeres que estás contente/triste/esperançoso, etc? Ninguém se interessará. Melhor, quem se interessará verdadeiramente não quer saber disso! Ou não tem tempo para ler o que escreves, que seja bem, mal ou mais ou menos bem escrito. Aliás, para que escreves? E por que escreves?
Que seria de mim sem ela?
Várias vezes me pergunto, sabendo que a resposta é invariavelmente a mesma: "Não seria o que sou hoje".
Mas talvez fosse melhor pessoa. Possivelmente sim.
O que interessa é que neste momento dependo dela. Muito. Ela traz-me muito daquilo que gosto. Muitas vezes, muitos dias, várias vezes ao dia.

Não tenho título

Acordo. Ligo o computador, e abro a caixa de e-mail. Espero sempre por notícias tuas, que acabam por não chegar. Carrego no botão "F5" tantas vezes que acabo por criar um erro no computador: "Do you wish to send error report?". "Não", respondo. Umas 200 vezes.
Reinicio o computador. Reabro a caixa de mail. Ainda não enviaste nada, hoje. Continuo apreensivo. Mais umas vezes a carregar no "F5". Mais um erro. Não quero enviar porra de mensagem de erro nenhuma!!! Será que és estúpido? Já não te tinha dito isso? Umas 200 vezes?
Desisto. Vou para o quarto e descarrego os mails alojados no servidor. Tenho à volta de uns 120 e-mails para ler. Começo a fazer isso. "Delete", "Delete"... Um movimento que se vai repetindo. Over and over and over. Ponho Moloko a tocar. Desligo o computador e deito-me na cama. "hoje não comprei o jornal", penso. "Nem tenho vontade de o fazer". E deixo-me fixar. A olhar para o tecto, com a cadela a rondar-me, tentando deitar-se o mais perto de mim. E eu a desviá-la. Torna-se chata, ela, quando quer deitar-se muito perto de mim. Chega a pressionar as minhas pernas de tal forma que fico com dores quando acordo, de manhã.
Acordo. Não ligo o computador. Em vez disso visto-me, tomo o pequeno-almoço e saio de casa. Cedo. De tarde acabo por ficar no meio de teclas, a escrever sobre o que nada existe para dizer, ou a mandar bocas e desbocas a quem quer que interlocute comigo.
Jantar. Descansar. Dormir.
Amanhã parte disto se vai repetir. Até ao fim dos meus dias, quer eu queira quer não.

sexta-feira, novembro 19, 2004

Saudades

Sinto a tua falta... E saber que só te vou voltar a ver daqui a meses adensa a saudade.

quarta-feira, novembro 17, 2004

Como as coisas andam

Cansado, ocupado, atarefado.
Com objectivos bem definidos e cabeça no lugar.
Galanteado, amigo, ouvinte e confidente.
E tudo isto em mim.

Às vezes é assim

Somo assolados por um aperto no coração. Medo, tristeza, indecisão. chega de tudo de uma vez... E assim ficamos. E não falamos. Porque disso não queremos falar. Recusamo-nos a falar!

terça-feira, novembro 16, 2004

É assim, prontos

Tinha um post muito engraçado para escrever. Mas passou uma corrente de ar que o levou. E o dito post ficou preso numa árvore.
Quem chamo? Os bombeiros do postanço?

domingo, novembro 14, 2004

Like people do it

Foi isto que me deu para escrever quando o "Create a new post" apareceu.
É impressionante como pequenas coisas não relacionadas podem despertar uma série de sinapses para outras coisas.
Obrigado

quarta-feira, novembro 10, 2004

Divagações

As vozes tímidas conseguem muito mais que as atrevidas/fortes/decididas.
Think about it

segunda-feira, novembro 08, 2004

O que me disseram no MSN

"ele torna-se agradável, apesar daquele tamanho todo"
Foi uma rapariga, a falar com outra.
Nem digo quem foi. Ela vai acabar por comentar.

domingo, novembro 07, 2004

As coisas que me rodeiam

Se há alguma coisa que eu tenho e que me atraia continuamente, é a esferográfica. É com ela que vou escrevendo as coisas idiotas que me passam pela cabeça, que ouço dizer ou que me dizem. Serve para tudo. Apontar o risível, o que tenho para fazer, o que gostaria de fazer ou o que nunca farei.
Mas uma das esferográficas que tenho é temperamental. Tanto se lhe dá para funcionar (é das de mola) como se lhe dá para ficar lá dentro, escondida, recusando-se a escrever o que seja, numa espécie de greve da função pública, mas sem aviso.
Outras vezes dá-lhe para o contrário. Não que ir para a "toca". Fica sempre pronta a escrever, a chamar-me até para que possa gastar o bocado de tinta. Nestes dias adoro-a. Porque escrever com ela agrada-me. O toque do corpo dela, a forma como encaixa na mão e a cor dela são perfeitas.
E escrevo este post numa altura em que a procuro. Não sei onde a pus da última vez que a usei...

sábado, novembro 06, 2004

Este post tem texto. Contudo, apenas pessoas inteligntes conseguirão desenvencilhar-se e descobrir o que aqui está escrito.
Se conseguiste, fica a saber que és um ou uma onanista crónico (a).

E agora para algo completamente inusitado

Não é costume eu ir buscar citações para justificar o que digo. Geralmente o que digo terá a ver com coisas que li, vi, escrevi ou ouvi. Como em tudo na vida de toda a gente.
Mas gostei sobretudo das duas citações seguintes.

"A virtude termina sempre onde começa o excesso"
Massillon, Jean
Primeiro porque acredito na virtude (a renascentista - a virtù). E também, claro, porque defendo que o excesso é-o mesmo: é defeito (interessante: o termo contrário justifica o outro), na medida em que prejudica o essencial o que realmente interessa a quem escreve e a quem recebe. Tal como a falta, o excesso deturpa, prejudica, envelhece e apodrece.

"O mesmo acontece ao mérito e à inocência: perde-se, desde que deles nos sustentemos"

Kant, Emmanuel
Esta afirmação, então, é fantástica! E tento fazer isto (embora o facto me lembrarem o que faço de bem ser um antídoto à minha maneira de ser). É exactamente por não acreditar em muito no que de bom me dizem que tento sempre e todos os dias fazer melhor e diferente. Mas preciso de algo. Todos os dias. Coisas novas, diferentes, arrebatadoras. É de paixão (não a carnal) que falo. Paixão por escrever, ver as frases a crescerem, a formarem-se. Tudo a encadear-se de forma diferente (ou tento que seja diferente) e de modo a que os outros leiam tudo até ao fim, tal como estará (ou não) a acontecer com este post.
E por aqui me fico. Sem punch-line, mas feliz :)

Pressa, rapidez, stress, ginseng

Não sei o que se passa. A cabeça funciona a 200, os dedos não param de teclar, com vontade de pressionar teclas ainda mais, e mais, e mais, e mais...
Mas não ter sobre o que escrever deixa-me meio triste. Queria ter ideias para escrever. Por outro lado, não as posso escrever. A namorada não tarda está a chegar para irmos sair... Afinal de contas não estamos tanto tempo quanto isso juntos... além do mais há que aproveitar os últimos dias (ou os possíveis últimos dias - ou será que todos os dias são os últimos?) para estarmos juntos.
Mas sou capaz de ter sobre o que escrever. Mas aqui não. Não neste canto, onde um montão de gente cá passa, a ver o que escrevo, sobre o que escrevo. Ao fim e ao cabo, sobre o meu umbiguismo. É disso que se trata. Mas até o umbiguismo tem limites.
Por isso vou falar de jardinagem.
Não agora, não neste post.
Porque seria destruir a estrutura interna não construída que arquitectei para este post.

quinta-feira, novembro 04, 2004

Para quem não sabe, estou a fazer um part-time em telemarketing, esse mundo maravilhoso, desconhecido (e ainda assim abominado) por muita gente.
E este post serve apenas para dizer uma coisa: que uma das raparigas que aqui trabalham tem um "hmm" de compreensão quase erótico. Mal sabe quem está no outro lado como ela é.
É o que dá ter uma boa voz...

...searching... ...searching...

Ainda não a encontrei.
ONDE ESTÁS?

quarta-feira, novembro 03, 2004

O dia inteiro

Ando há dias, o dia inteiro, à procura DA palava. Do não-sei-quê que poderá despoletar tudo. Procuro, procuro, procuro e não encontro. Onde estás tu?
Preciso de ti.

segunda-feira, novembro 01, 2004

"Um destes dias vais casar"

Foi a minha mãe que o disse.
Ri-me e utilizei o contraditório. Eu não vou casar. Não quero. Não acho útil.

domingo, outubro 31, 2004

Voltei.

Para dizer que os pontos finais são nosso amigos.
E que depois deles há sempre algo a escrever/dizer/comentar/insultar.

segunda-feira, outubro 18, 2004

Porque me apetece

Porque sigo uma linha. Porque penso que tudo tem uma fase. Porque me apetece.
O apetece-me sai da blogosfera.
Até quando me apetecer, como sempre.
** e [[]]

Que seca

Apesar da chuva!

Não posso

Não posso esquecer-me ao que me propus esta semana. Tem de haver hora e local para tudo. Lembra-te chavalo!

sexta-feira, outubro 15, 2004

Esquecer

Por que razão me esqueço de tanta coisa? Mesmo com um caderno à beira e a correspondente esferográfica, esqueço-me sempre de algo.

quinta-feira, outubro 14, 2004

Adoro o cheiro que fica nos dedos depois de pegar na chávena com café e o tomar.
Prolonga-se por horas :)

Não estou a ver porquê...





Você é "O ódio" de Mathieu Kassovitz. Você é inconformado(a), revoltado. Vive se metendo em brigas, mas tem muita atitude.

Faça você também Que
bom filme é você?
Uma criação deO
Mundo Insano da Abyssinia


O blog que som tem?

Não é uma rubrica nem um estado de alma e muito menos uma montra de novos valores. Trata-se apenas e só de uma parte. Uma parte de uma possível banda-sonora de músicas que têm algum significado (quer seja pela forma, conteúdo, momento, local ou a companhia na altura em que foram ouvidas).
Descobrir poder-se-á tornar tortuoso para quem tenta. Porque a relação entre elas será de zero, ou de zero vírgula um. Mas quem quiser tentar, o e-mail é o francisco underscore pedro arroba mail ponto pêtê. Está por extesnso por causa dos motores que buscam a net à procura de moradas de mail para onde enviar spam.
Acabei de escrever um dos meus melhores posts. Mas foi noutro blog.

Computador

Há dias assim. Em que tudo o que escreva, diga ou pense dá em asneira. Não por termos más qualidades em explicar as coisas, mas porque as pessoas entendem-nos mal. Ou não nos entendem. Ou somos nós que não nos entendemos. Ou o entendimento não é possível.
Tudo para mostrar que é difícil tempo, espaço, pessoas e acontecimentos se juntarem na mesma encruzilhada. Talvez por isso as pessoas se desentendam, ou entendam - mas com reservas. Ou não se conheçam.
Tudo são caminhos novos por onde ir, pedaços de pedras lamacentas e douradas que vão forrando o manto verde, que por sua vez repousa sober a pedra. Cinzenta. Morta. Irredutível.
Ou talvez seja eu que apenas estou farto de respostas que não chegam, de perguntas sem resposta e de um fim-de-semana descansado.
Ou talvez seja do tempo.
Ou então é tudo junto.

quarta-feira, outubro 13, 2004

Obrigado, Kat

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos, 21-10-1935

PS: Isto de linkar para outros blogs tem a sua piada, sobretudo quando não se conhece(m) o(s) autore(s). Faz quem lê isto de blogs pensar "Eles conhecem-se todos!".

Faltas

terça-feira, outubro 12, 2004

Decisões não tomadas

Afastar-me do que não entendo. Deveria fazer isso mais vezes, mas a estupida da curiosidade insiste em que eu faça o contrário. Por que razão há quem queira saber mais? Saber do que é composta a roda, além daquilo que se vê? E será que só traz felicidade? Porque ultimamente não me parece que isso aconteça.
Este post é intencionalmente desordenado. A ver se entendo as metáforas.

Palavras do dia

curiosidade | s. f.

do Lat. curiositate

s. f., desejo de saber, de ver, de conhecer, de se instruir;
indiscrição, bisbilhotice;
coisa rara, estranha, que desperta o interesse;
raridade, preciosidade.

Palavra do dia

complicar
do Lat. complicare

v. tr., reunir (coisas heterogéneas);
embaraçar pela introdução de novos elementos;
confundir;
dificultar;
tornar intrincado, confuso;
dificultar a solução de;
embaraçar;
v. int.,
ser incompatível;
ant.,
ligar;
misturar.

domingo, outubro 10, 2004

Blá, blá, blá

exaustão | s.f.

do Lat. exhaustiore

s. f., exaustação;
extremo cansaço.

sábado, outubro 09, 2004

Água e coca-cola

É lindo sairmos de um sítio e ouvirmos a música que curtimos.

sexta-feira, outubro 08, 2004

Questões (in)existenciais

Tentar entender. Sempre. Quando não se consegue (mesmo depois de fazer um diagrama) o que se faz?

Palavra do dia (e desta vez nem me quero lembrar emque núemro vai)

verdugo

do Lat. veriducu < viride, verde

s. m., carrasco;
algoz;
navalhinha delgada e pontiaguda;
parte saliente da chapa do trilho nas rodas dos vagões, para estes não descarrilarem;
Ictiol.,
nome vulgar de um peixe teleósteo perciforme;
Náut.,
friso saliente ao longo da borda do navio;
fig.,
pessoa cruel, que dá maus tratos;
ant.,
espada comprida e flexível, sem gume.

Palavra do dia (não sei que versão)

maturidade

do Lat. maturitate

s. f., estado dos frutos ou sementes que chegaram ao grau de completo desenvolvimento;
fig., madureza;
idade madura;
estado de desenvolvimento completo;
perfeição.

quinta-feira, outubro 07, 2004

É um chavão

As pessoas têm de se zangar. Não é bom mas, por vezes, pode ser a forma de se saber quem faz e quem não faz falta.
E admitirmos que sentimos a falta poderá ser a melhor forma de resolvermos a situação. Porque ceder é sempre bom se no fim temos um abraço.

Palavra do dia VI

censura | s. f.
do Lat. censura

s. f., cargo ou dignidade de censor;
poder do Estado de interditar ou restringir a livre manifestação de pensamento, oral ou escrito, quando se considera que tal pode ameaçar a ordem pública vigente;
corporação encarregada de examinar as obras submetidas à sua aprovação;
exame;
crítica;
repreensão.


liberdade | s. f.
do Lat. libertate

s. f., faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.


— de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
— de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
— individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.

terça-feira, outubro 05, 2004

Palavra do dia V

ansiedade | s. f.

do Lat. anxietate

s. f., dificuldade de respiração;
opressão;
angústia;
inquietação de espírito;
desejo veemente;
impaciência.

sábado, outubro 02, 2004

Finalmente

Vou deitar-me.
Acordo às 10. Saio. Almoço. Saio de Braga às 14 e volto no Domingo. Como diria o Calvin, "Que dias tão cheios!"

sexta-feira, outubro 01, 2004

Manhã fria em dia de Verão, noite de Inverno

Estava aquele friozinho que entra na espinha, que acorda os pássaros e que põe as pessoas bem dispostas, ávidas de trabalho. Como sempre, estavam os melros a conversar entre eles a combinarem uma saída juntos. Um jogo de futebol, exclamava um deles. O outro apenas se resignava com um passeio ao luar - e como o luar estaria cheio, luminoso, triste e melancólico.
Daqueles luares que dão vontade de falar, de estender a cadeira no jardim e reunir quem se gosta. Melancólico e triste.
E as cerejas estão sempre juntas.
Em par.

E um post decente? Para quando?

Esta foi a pergunta que me fizeram. A resposta não se fez esperar. Teremos um post decente quando eu tiver palavras definidas em quantidade e qualidade à altura desse post.
Ou seja, ainda vai demorar algum tempo.
Talvez quando conseguir definir algo de forma decente. Concreta. Directa. Simples.
Afinal tenho! Eureka
NADA.

quinta-feira, setembro 30, 2004

Palavra do dia IV

compreender; v. tr.; v. refl.

do Lat. comprehendere

v. tr., perceber;

entender;
conhecer as intenções de;
conter em si;
abranger;
incluir;
dar o devido apreço;
v. refl.,
estar incluído ou contido;
entender-se.

Palavra do dia III

fim: s. m.;| loc. prep.

do Lat. fine

s. m., termo;
limite;
remate;
alvo, finalidade;
intenção;
morte.

loc. prep., a — de: para; com a intenção de;
ao — e ao cabo: em conclusão; para terminar; finalmente; o m. q. no fim de contas;
no — de contas:vd. ao fim e ao cabo;
por —: por último, finalmente.

domingo, setembro 26, 2004

Palavra do dia II

riso; s. m.
do Lat. risu

s. m., acto ou efeito de rir;
alegria;
júbilo;
motejo;
escárnio.

— alvar: riso estúpido.

sábado, setembro 25, 2004

Palavra do dia

A partir de hoje (e sempre que me der na veneta) lançarei uma palavra do dia. As razões para isso acontecer são as mesas que determinam a rotação de um grama de pó no ar num dia sem vento. Ou seja, não há.
E a de hoje é: lágrima; s. f.
do Lat. lacrima

s. f., humor líquido e límpido segregado pelas glândulas lacrimais;
suco destilado por alguns vegetais;
fig.,
pequena quantidade de qualquer líquido;
pop.,
um pouquinho;
(no pl. ) choro, pranto.

—s de crocodilo: choro fingido.

quinta-feira, setembro 23, 2004

A pensar...

Estava aqui a olhar lá para fora, para o raio das árvores cortadas mesmo aqui atrás, e lembrei-me: que saudades de uma bola de berlim às 4 da manhã...

Vozes

Como é bom, de vez em quando, sentir que estamos sozinhos. Sem vozes extra, sem a música, sem as notícias.
Pois é, pois é. Isto do rádio avariar...
Ora, cá estamos.
"Será que é preciso as pessoas estarem longe para nos sentirmos "normais"?"
Pensava eu isto enquanto vinha no sentido sul.
"Não. Isso será uma contradição em si. Se não nos sentimos "normais" sempre é porque há algo de errado."
E, de repente, ela disse: "Mas já sabes que não és normal! Por que razão afirmas isso?"
E pronto, acabou a discussão. Mais uma vez ela tem razão. Acertou em cheio.

segunda-feira, setembro 20, 2004

Copo de água interessante

Couple have wedding reception at KFC
Newleyweds Jason and Nina Payne treated their guests to a reception at Kentucky Fried Chicken.
The wedding party tucked into a no-frills breakfast of crispy chicken wings, drumsticks, fries and cola.
Mum-of-two Nina, 36, said: "We don't like all that poshness, so thought we'd have a KFC bucket. It was lovely."
She wed at Southend register office, then headed to the town's KFC with 26 guests reports The Sun.
Jason, 34, raised a toast with a fizzy cola and said: "We just fancied doing something different."
KFC boss Clint Bembridge said: "It's definitely the oddest thing I've seen since I've been here."

quarta-feira, setembro 15, 2004

Investigação antropológica

Depois de sair da agência rumei em direcção a Gaia, mais precisamente a um sítio com várias esplanadas. Fui olhando para dentro de cada um dos cafés e deparei-me com um grande, feio e a cheirar não muito bem. Era um tasco, mas maior e num sítio com cafés decentes na porta ao lado. Era, ao fim e ao cabo, uma ilha.
Entrei. Pedi um café e um chocolate (já não comia um há meses) e sei k assim eles não poriam as mãos onde eu não visse (porque tinha-os controlados pela vitrine de vidro dos anos 70).
E foi produtiva, a investigação. Claro que não vou revelar todos os apontamentos, até porque precisarei deles para um dia mais tarde.

terça-feira, setembro 14, 2004

Cepticismos

Como é possível alguém rir-se 5 (CINCO!!!) vezes com a mesma piada escatológia? Não há senso???
E não entendo como é que alguém que tem provas de ser um actor decente como o Marco Horácio se submete a isto? Será por causa do vil metal?

domingo, setembro 12, 2004

Escrever

Ou não.
Não que estes últimos dias tenham sido diferentes dos outros (a não ser, talvez, o facto de andar mais de carro, ver mais vezes o mar e cheirar a maresia).
Mas não tenho grande vontade de escrever. Talvez porque não tenho grandes motivos. Ou porque no sítio onde estou o adormecimento mental é um dos pratos do dia, bem como a limitação de assuntos...
Seja o que for. Esta semana vai ser diferente. Vou pôr uma série de assuntos em dia, no que concerne à escrita e fazer o meu primeiro trabalho pago como copy.
A ver o que dá. No final da semana tenho o melhor: as Feiras Novas em Ponte de Lima.

sexta-feira, setembro 03, 2004

A propósito

ESTOU CHEIO DE SONO

Será desta?

O blogger anda passado da cabeça. Comeu-me posts, não me deixa criar novos ou alterar os existentes. Uma m***a.
Se este post não se perder entre os zeros e uns que o blogger processa todos os dias, quem ler este bocado de prosa feita em cima do joelho - depois de apenas 5 horas de sono e com vontade de fugir para um país tropical qualquer onde desconheçam o que Portugal significa - além de ficar a saber dos problemas que este umbigo vem enfrentando nos últimos dias com a elaboração destas linhas, vai ficar a saber (ou não, porque tudo é discutível) que o supracitado umbigo gostaria de agradecer a todas e todos, sem excepção, pelo que já sabem e insistem em dizer que não é necessário agradecer: Obrigado. :)
O resto resume-se a duas ideias: papelada e burocracia.
A primeira mata-nos as árvores, dá trabalho a muita gente e o triplo destas duas coisas a mais gente ainda.
A outra caracteriza este canto de terra à beira mar plantado. Faz com que, desde o mais iletrado ao mais culto, fiquem a saber o seu significado e o quanto "incontribui" para o Produto Interno Bruto do país.
Vem tudo isto a propósito da quantidade de papeis necessários para se comunicar às entidades estatais o falecimento de alguém. Se se soubesse a quantidade de papeis, fotocópias, assinaturas, paciência e capacidade de sofrimento necessários ninguém quereria morrer. Ou fá-lo-ia num país distante.

sábado, agosto 21, 2004

POST MUITO DEDICADO

Àquele que me viu nascer e crescer. Ao culpado inocente por eu existir: nunca te esquecerei, pai.

terça-feira, agosto 17, 2004

Um dia de cada vez. Assim consegues. Melhor, vais conseguir. E os bolos estão prometidos. Nem que uma pessoa os leve aonde vives.

segunda-feira, agosto 16, 2004

Amanhã não apareço

Na agência, entenda-se. Vou aproveitar e resolver as coisas que tenho a resolver em Braga. Chega de ficar parado o dia inteiro.

domingo, agosto 15, 2004

Há quem não acredite no que vou escrever. Mas é a verdade. EU SOU UMA SECA!

Idades

Aos 16 anos uma das coisas que mais queria era viver sozinho. Agora percebo a piada disso. Mas sempre cansa. Ter visitas também é bom.

sexta-feira, agosto 13, 2004

Amendoados

Amendoados, castanhos e cheios de comboios. Admirados, inquisitivos, carinhosos. E amendoados. E comunicativos. Tudo antes de me levantar, andar e tornar a sentar.
E os amendoados, cheios, castanhos, brilhantes ficam. E a admiração. :)

quinta-feira, agosto 12, 2004

Ora toma!

Para quem pensava que estava no MSN: ENGANEI-VOS! Sobretudo à estagiária do Público. E a piada do milho é muito boa. Ainda bem que não te dedicas ao humor. A ruína seria certa.

quarta-feira, agosto 11, 2004

A verdade é que dou por mim a pensar: "será que vale a pena?". Logo depois a resposta aparece: "Claro que sim".
Afinal de contas não é todos os dias que nos acontece isto. Se fosse todos os dias talvez não valesse a pena.
Ou será que não?

terça-feira, agosto 10, 2004

Oficial

Desinstalei o MSN do PC da agência. Se ninguém fala comigo, para quê ter o programa sempre a piscar?
Ai que sono. Se amanhã ficasse em casa é que era bom.. Mas pronto. Lá vou eu enfrentar 100 km...

Mais um dia, mais uma volta, mais uma moeda

Felizmente existem cimenteiras dispostas a dar-me trabalho. Valem-me elas, para não entrar na penumbra criativa.

sábado, agosto 07, 2004

quinta-feira, agosto 05, 2004

Bolos?

Não sei. Depende de como me sentir amanhã.
Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada. Nada.

quarta-feira, agosto 04, 2004

Obrigatório

Sim, é obrigatório postar todos os dias. Faço deste espaço sem folhas o meu caderninho com folhas pretas e lápis de cor amarelo.
As baboseiras ficam quase todas por aqui. Muito não poderá/deverá (?) ser escrito. Falta-me a vontade, perde-se a linha de pensamento ou então pura e simplesmente uma preguiça invade dedos, cérebro e olhos.
E isto foi o que se me ocorreu escrever quando abri o w.bloggar.
** e [[]]

Prontos, é assim

Alguém não sabe o que quer ser. E quer que outra pessoa que não o conhece lhe diga o que deverá ser.
Essa primeira pessoa sabe que quer ser a melhor do mundo. Contudo: não sabe como dizer às outras pessoas; não sabe como mostrar isso (comprou um Golf vermelho vivo, com jantes especiais); e pensa que é por subir o dedo mindinho quando pega num copo que mostra o seu caracter (pedigree).
E assim anda a publicidade.

segunda-feira, agosto 02, 2004

Estão com medo que eu veja os briefs?

BOLOS

Inscrições até Quinta-feira, dia 5. Precisamos de 3/4 das pessoas para ir. Quem não for é um ovo podre, um tomate podre e uma batata podre. Tudo num só.

sábado, julho 31, 2004

de repente as coisas tornam-se tristes

E pronto

E, de repente, perguntamo-nos: PORQUÊ?

MCP

Aa vivo é mesmo muito melhor que na MCPTV. Muito melhor. E para o ano estarei lá, nem que fuja de algum lado. Ou de alguém.

quinta-feira, julho 29, 2004

Por que razão?

Esta menina chega dia 3 de Agosto. Daí que adiar a ida aos bolos seja a melhor coisa que podemos fazer. Até porque ela parece andar com fome de cá :)

BOLOS!!!!!

Haverá bolos no fim-de-semana de 6, 7 e 8 de Agosto?
Esperam-se as inscrições da comandita.
No link abaixo, por favor. :)

quarta-feira, julho 28, 2004

Tu sabes bem quem.

Sabes, ser e parecer são duas coisas diferentes. Outra coisa. Não há ninguém mais importante no mundo que nós mesmos. A seguir vêm aqueles que sempre estiveram ao nosso lado, sejam esses a família ou amigos. E só depois os outros.
Esta deverá ser a escala.
Não concordas?

Ora cá vamos

Como fazer entende uma pessoa que uma coisa banal nunca será boa, por muito show-off que estiver montado à sua volta?

terça-feira, julho 27, 2004

Tudo abaixo

Perdi meses de mails, de pequenos escritos de outras pequenas coisas. Merda para o Bill Gates.
Mãe, quando é que vou ter um Macintosh??

segunda-feira, julho 26, 2004

Insólito

Uma escola de condução vir referida no verso de um cartão de consumo de uma discoteca...
He said I'm gonna buy a gun and start a war
If you can tell me something worth fighting for
Oh and I'm gonna buy this place that's what I said
Blame it upon a rush of blood to the head

quinta-feira, julho 22, 2004

Descobertas

Agora percebo os nossos navegadores. Procurar algo no vazio é difícil.

quarta-feira, julho 21, 2004

Ir a este site e descarregar a música

Em Romeno
Ma-ia-hii
Ma-ia-huu
Ma-ia-hoo
Ma-ia-haa
Alo Salut sunt eu un haiduc
Si te rog iubirea mea primeste fericirea.
Alo alo sunt eu Picasso
Ti-am dat beep si sunt voinic
Dar sa stii nu-ti cer nimic.
{x5}

{Refrain: x2}
Vrei sa pleci dar nu ma nu ma iei
Nu ma nu ma iei nu ma nu ma nu ma iei.
Chipul tau si dragostea din tei
Mi-amintesc de ochii tai.

Te sun sa-ti spun ce simt acum
Alo iubirea mea sunt eu fericirea.
Alo alo sunt iarasi eu Picasso
Ti-am dat beep si sunt voinic
Dar sa stii nu-ti cer nimic.

{au Refrain, x2}

Ma-ia-hii
Ma-ia-huu
Ma-ia-hoo
Ma-ia-haa
{x4}

{au Refrain, x2}

Em Inglês

Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa
Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa
Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa
Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa

Hello
Hi
Its me, an outlaw
and please except my love happiness

Hello
Hello
It is me Picasso
I gave you a call
And I am tough
But I want you to know
I ask nothing from you

You want to leave but
You can't, you can't take me
You can't, you can't take me
You can't, you can't
You can't take me
The image of you face
And the love of the linden tree
Remind me of your eyes

I phone
To tell you
What I feel now
Hello
My love,
Its me
Happiness

Hello
Hello
It is me Picasso
I gave you a call
And I am tough
But I want you to know
I ask nothing from you

You want to leave but
You can't, you can't take me
You can't, you can't take me
You can't, you can't
You can't take me
The image of you face
And the love of the linden tree
Remind me of your eyes

You want to leave but
You can't, you can't take me
You can't, you can't take me
You can't, you can't
You can't take me
The image of you face
And the love of the linden tree
Remind me of your eyes

Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa
Ma la hi
Ma la hoo
Ma la ha
Mi ia haa
Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa
Ma ia hi
Ma ia hoo
Ma ia ha
Mi ia haa

You want to leave but
You can't, you can't take me
You can't, you can't take me
You can't, you can't
You can't take me
The image of you face
And the love of the linden tree
Remind me of your eyes

You want to leave but
You can't, you can't take me
You can't, you can't take me
You can't, you can't
You can't take me
The image of you face
And the love of the linden tree
Remind me of your eyes

terça-feira, julho 20, 2004

O trabalho na agência

Que sono!!!!!!

Afirmações suspeitas@ MSN

"ninguém m manda meter com miudas..."
Isto foi dito por um gajo.

segunda-feira, julho 19, 2004

Bolas!

Ai tu és ... ?! Bem me parecia...

domingo, julho 18, 2004

Sono

Este tempo meio encoberto só dá para uma coisa: dormir.

sexta-feira, julho 16, 2004

E é assim que supostamente se trabalha

Tens Nick, Cave? by nibs
Ou
O Barreto estava quieto, mas o António Mexia!

Mais uma vez

O cão que se sentou ao meu lado antes de ontem e tentou lamber-me a cara apareceu hoje, outra vez. Como hoje estava sentado numa cadeira, tentou pôr as patas no meu colo para cumprimentar com a língua. Mas eu disse para se sentar no chão e fiz-lhe uma festa. Um destes dias trago-o para casa.

A cena!

Que cena?
A cena, man!
Ah! A cena! Que cena?
A cena!
Que cena?
A cena!!!
Ah! Já sei! A cena!!
Ya! Essa mesmo!
Pois é, pois é! Afinal de que estivemos a falar?

E pronto. Assim se distraem mais uns leitores! :)))

Prontos, é assim...

Acabei de ler o meu post de ontem. Não entendo como não sou capaz de vender o que seja. E de escrever bem, ainda por cima. Tal como escreveu um grande criativo: "se acreditarmos e gostarmos do que escrevemos, de certeza que vai acontecer com alguém o mesmo. Alguém há-de gostar e comprar o que vendemos, ou ficar convencida do que dizemos." Ao fim e ao cabo, o que ele está a tentar dizer é que devemos ser nós. Seja o que quer que isso signifique. E não será uma pessoa a convencer-me do contrário. Sobretudo se essa pessoa não sabe apontar especificamente o mal que o meu texto tem. Sobretudo se essa pessoa aproveitar-se das minhas ideias para ganhar dinheiro com elas.
E termino com algo que um colega dessa pessoa escreveu (ou traduziu): "Inveja, que coisa feia!"

quarta-feira, julho 14, 2004

Man, és o maior!

Santana, man, tás dentro do meu coração!! Eu também amo. Mas nem é Lisboa, nem tu, nem partes deste país. E pronto, assim termino, tal como tu, com mais um cliché.

Momentos, como diria

... a Maria João Simões (aka decote exagerado) na auto-promoção da Sic Mulher.
Há momentos que duram um dia inteiro. Tal qual o humor (esta cena de associar duas coisas que não têm nada a ver, assim como que a martelo). Neste caso o mau humor. Há que diga que para formar uma média há que ir aos pontos extremos. Infelizmente para as pessoas que me rodeiam, eu sou assim. Tanto posso estar comunicativo, brincalhão e sempre a rir e a "mandar bocas", como posso estar rezingão, calado, ausente e de má cara. Sei que isso afecta várias pessoas (sobretudo as que conhecem apenas o meu "lado solar" - direitos de autor a Rui Veloso). As coisas também acontecem sem termos controlo sobre elas - já agora, qual a piada de controlarmos tudo?
O que origina estes "maus estados": nada, tudo, o infinito, o ovo, a galinha ou um espirro. Não sei. Sei que desnorteia pessoas. Sem que eu fale de rosa dos ventos. Se fosse por aí. Vou escrever uma brochura sobre isso, embora defenda que as brochuras não servem para nada. Ou seja, escrevo sobre algo que não acredito minimamente. In the end, não escrevo nada. Quiçá de propósito. Seja como for, não sou exemplo.

Hoje não tenho muito para dizer.

"A não ser grow up e show up, amiga."
Finalmente uma boca para fora da blogolândia, sms, mails e afins.
bj p ti ;)
Eu sei que vens ver, agora que te dediquei algo. Menina da Foz :D

segunda-feira, julho 12, 2004

Então?

NINGUÉM COMENTA???

Fazer muito

Andar de comboio Braga-Porto-Braga até é agradável. Dá para ler, dormir e conhecero cónego Melo in person.
Interessante. Ele pensa que os jovens de hoje estão sujeitos a demasiadas pressões. No tempo dele era muito mais fácil ser jovem, como disse...
Deveria ser, deveria. Mas eu não gostaria de estar no lugar dele. Sem mulher(es).

sábado, julho 10, 2004

Q & A

Perguntaram-me um destes dias como é possível ainda blogar depois de tanto tempo. O que terei para dizer, que faça com que mantenha tantos blogs. A resposta não é clara, simples, nem directa: para ser sincero, nem existe resposta. Gosto de escrever. Sobre tudo. Escrevo este blog, um mais conhecido e outros dois mais "underground". E são estas as minhas várias vertentes.

Custa



Ver um jogador chorar daquela forma. Sobretudo para quem pensa que eles não sentem, basicamente.

terça-feira, julho 06, 2004

Longe

Tenho andado um pouco menos por aqui. São muitas horas de viagem, quer de carro, de metro e a pé.
O que tem acontecido? Ou o que me tem apetecido?
Algumas coisas. tenho aproveitado o tempo para ir adiantando informação para o relatório, quase sempre enquanto espero pela boleia. Ainda bem que assim é. Isso é a forma de eu ler o que tenho acomodado na prateleira faz tempo. E pronto. Uma semana que vai correndo. :)

Longe

Tenho andado um pouco menos por aqui. São muitas horas de viagem, quer de carro, de metro e a pé.
O que tem acontecido? Ou o que me tem apetecido?
Algumas coisas. tenho aproveitado o tempo para ir adiantando informação para o relatório, quase sempre enquanto espero pela boleia. Ainda bem que assim é. Isso é a forma de eu ler o que tenho acomodado na prateleira faz tempo. E pronto. Uma semana que vai correndo. :)

segunda-feira, julho 05, 2004

Futebol

Acabou o futebol. Começa o país. Como irá Sampaio decidir?

Pois

Já toda a gente reparou que perdemos. Mas há que olhar parao "bright side". Chegámos a uma posição fora da normal.
Por isso, estamos de parabéns...

domingo, julho 04, 2004

Sono

Isto de ter sono tem que se lhe diga. Há pouco estava morto de sono... Agora não sei onde ele está.

quinta-feira, julho 01, 2004

Ricardo Carvalho

O melhor jogador português do Euro 2004! Sem dúvidas.

Que dizer?

Sofrer, outra vez. Muito. Compensou? Claro que sim. Acho que nunca vi a Avenida do Burgo com tanta gente como hoje.
Fantástico. E parabéns a este menino. O post dele está fantástico.