sexta-feira, maio 06, 2005

Twisted nerve.

O texto:
Vamos todos à praia. Somos uns gajos muito porreiros e gostamos de apanhar umas ondas ali na praia. Venha connosco e aprenda mais alguns truques para enfrentar o mar.

Primeiro dia:
"Gostei. Está bom. Chamas as pessoas no primeiro parágrafo, falas a linguagem do target e brincas com eles. E fechas com um doce. 'Tá giro!".

Segundo dia (o mesmo texto):
"Pá, não gosto! Nem pareces um gajo que escreve textos!"

Terceiro dia (texto modificado):
"Pá, podias ser mais amigo, brincar com eles e dar-lhes um "doce" no final. E ainda não vi nada que fizesse isso, que estivesse giro!".

Desesperado, o chefe olha para o relógio, e ja não acreditando que um funcionario chegasse a tempo de fornecer uma informação importantíssima para uma reunião que estava a começar, liga para o dito cujo:
- Esta lá? - atende uma voz de criança, quase sussurrando.
-Sim.
-Olha, o teu papá esta?
- Tá... -ainda sussurrando.
- Posso falar com ele?
- Não... -disse a criança bem baixinho.
Meio sem graça, o chefe tenta falar com algum outro adulto:
- E a tua mamã? Esta aí?
- Tá...
-Ela pode falar comigo?
- Não. Ela tá ocupada.
- Esta aí mais alguém?
- Tá... -sussurra.
- Quem?
- O "polícia".
Um pouco surpreso, o chefe continua:
- O que é que ele esta aí a fazer?
- Ele tá a conversar com o papá, com a mamã e com o "bombeilo"...
Ouvindo um grande barulho do outro lado da linha, o chefe pergunta assustado:
- Que barulho é esse?
- É o "licóptero".
- Um helicóptero!?
- I. Ele "tlouce" uma equipa de "busca".
- Ai meu Deus! O que é que esta a acontecer aí? -pergunta o chefe, já desesperado.
E a voz sussurra com um risinho safado:
- Eles estão à minha "pocula"...

quarta-feira, maio 04, 2005

De repente

O cheiro a relva acabada de cortar pode ser um tónico.

E se?

E se eu não tivesse aceite o convite para trabalhar onde estou? E se eu ainda estivesse no meio dos brinquedos, a montar bicicletas? Estaria mais feliz?
Por um lado sim. O trabalho manual funciona como escape, como catarse, do intelectual.
Possivelmente estaria bem melhor. Com menos dinheiro, mas mais feliz. Com mais tempo para mim, para a minha família, para a Juma, que só vejo ao fim-de-semana e me faz uma falta tremenda...
Será que vale a pena todo este esforço?

Notícias

Fresqueinhas, a saltar como peixe acabado de pescar, só para a semana.
Quem sabe não será daí que vem o meu presente.

terça-feira, maio 03, 2005

Motivo

Estou triste sem motivo.
Algúem me arranjua um?

segunda-feira, maio 02, 2005

Que mania a de todos pensarem que são c***s. Se pensam isso deles, porque não ficam com o meu lugar, enquanto vou para um sítio onde precisem MESMO de mim?

Afirmações polémicas.

Vai-te exsudar para outro lado.

domingo, maio 01, 2005

Conclusões

Afinal não sou um gajo tão seca como pensava.
Pela quantidade de lugares diferentes a que fui neste último mês, devo dizer que tenho variado muito mais que aquilo que pensava.
E agora vou dormir.
Porque o sono começa a ter os seus efeitos sobre a escrita.

Hoje quis assim

Acordar. Sem pressas, sem despertadores e a brincar. Muito. Contigo.
Ver-te sair do quarto em direcção à cozinha. Ouvir-te a mexer nas coisas, a arrumar o que ficou da noite anterior.
Hoje quis assim. Que demorasses mais que o normal a arrumar as tuas coisas. Que olhasses para a televisão e visses o Sonic, que só corre, a ganhar uma corrida a um avião.
Hoje quis assim. Que fosses com a tua mãe, enquanto eu surfava, mostrar a casa.
Hoje não queria assim. Que esta noite fosse diferente das que têm sido. Tu num lado e eu no outro.
Suspiro.
Amanhã sei que não será assim: sei que estaremos juntos, que vou reclamar porque nunca mais desligas a luz...
Mas sem suspiros e a abraçar-te.
Hoje só desejo por amanhã.

sexta-feira, abril 29, 2005

esqueci-me, outra vez!

quinta-feira, abril 28, 2005

Comentar

Vão comentar para o caralho.

(Post inteligente com piada intrínseca)

Caralho

quarta-feira, abril 27, 2005

Deadline

Comecei a adorar esta palavra.
É ela que faz com que as sinapses disparem a um ritmo alucinante. É por causa dela que as coisas são aprovadas à primeira. Definitivamente, adoro a pressão qe o tempo me impõe...
Desde que não tenha alguém a rezar-me ao ouvido. Dêem-me o espaço de que preciso. Que eu fique horas a ler sobre ataques cardíacos. O que interessa é que na hora do aperto está lá tudo. Mais rápido que a sombra do Lucky Luke.

Cenas da vida quotidiana.

É verdade: eu levo trabalho para casa. Não porque não me consiga desligar dele, mas porque acredito que dormir sobre as coisas ajuda a que as resolvamos e as vejamos melhor no outro dia.
Acredito piamente nisso. Daí que tenha
uma revista Alice,
um jornal que me trouxeram de Londres (não me lembro o nome),
as páginas amarelas da região Douro Litoral de 1977 para decorar.
Isto se descontarmos “O Código Da Vinci” e uma série de papelinhos rabiscados.
Todos estão debaixo da almofada. Para eu dormir sobre eles.
Escusado será dizer que estou com um torcicolo de todo o tamanho e que o meu colchão (quer era novo há 3 semanas) está com uma cova num dos cantos.

Nunca a consegui decorar

Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando um mundo azul à minha frente
Ouvindo um rouxinol na redondeza,
no calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando velhas lendas
de portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha,
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
e reina sobre todo este luzeiro.
À volta toda a vida se compraz,
enquanto um sargo assa no braseiro

Ao longe a cidadela de um navio
acende-se no mar como um desejo.
Por trás de mim o bafo do estio
devolve-me à lembrança o Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
olhando à minha frente o azul escuro
podia ser um peixe na maré
nadando sem passado nem futuro

Para responder a algumas perguntas e esclarecer outras tantas cabecitas

Mariazinha deixa-me ir à cozinha, deixa-me ir à cozinha,
quero cheirar o teu peixe cadídeo!

Gostos não se discutem

Adoro peixe gadídeo.

domingo, abril 24, 2005

Precisões

Agora que temos os ponteiros mais certos, vamos ver se as horas tiquetaqueiam de modo igual nos dois hemisférios.

quinta-feira, abril 21, 2005

Conflitos interiores

Depois de receber elogios ENORMES por parte dos clientes (a cliente, melhor dizendo), vai chegar o momento em que possivelmente, terei de dizer o que se irá passar... temo pela reacção da entidade patronal, sobretudo depois de saber que os elogios têm sido, na maioria, aqui para o copy de serviço.
Não sei o que vai ser disto... Mas espero que encontrem alguém melhor, muito melhor, que eu (o que não acho impossível, desde que a pessoa queira trabalhar e o estômago seja forte.
Esperemos por desenvolvimentos...
O conflito interior é muito. A N. já sabe. Não gostou muito da ideia por um lado. Por outro lado compreende e apoia.
Mas lá terá de ser. Afinal de contas a minha meta profissional foi traçada por mim. E tudo o que seja menos que um salto para fora de Portugal sabe sempre a amargo e a pouco. E Lx é um patamar intermédio.
Acho que é agora que começo a acreditar mais naquilo que faço.
Obrigado a todas e todos os que me fizeram ver que eu sou capaz.
(o texto está completamente disléxico. e eu não quero saber)

Resultado ao intervalo

O passo está dado... mais desenvolvimentos para muito breve

quarta-feira, abril 20, 2005

MERDA

Logo hoje os mails tinham de dar problemas...

Resolvido

As coisas são simples.
Tenho duas codicionantes.
Se eles as aceitarem, esta cidade espera-me.

Refresh

F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada.

terça-feira, abril 19, 2005

Porra!

Não me consigo concentrar!
A ideia de poder sair daqui para algo melhor ocupa-me a cabeça. As palavras que consigo escrever variam pouco entre o andacaru, ercado, ais, ail, entrevista e sair.
Não sei como enfrentar isto...
E sei que dizer não vai custar-me muito. Mesmo muito. Mas, se o fizer, será apenas por causa do resto. Não me vejo sozinho nem consigo pensar apenas em mim.
A minha família, namorada, amigos contam muito.
Tou perdido...

De repente

Um e-mail faz-nos repensar o que fazemos...
Confesso: perguntaram-me se queria sair do Porto e ir para Lisboa trabalhar. Já conheço o local, adoro as pessoas. Mas já me comprometi no Porto.
Tou de mãos atadas...

segunda-feira, abril 18, 2005

não arranjei nenhum título decente... Por isso vai sem título.

Há coisas que me dão um prazer enorme fazer.
Escolher música é uma delas.
Ter em mente a(s) pessoa(s) a quem se destina, delinear o que tocar e como. Seguir um alinhamento, introduzir um ou outro elemento que perturbe para que se chame a atenção mais facilmente e não se entre naquele “abanar por abanar” ou “ouvir por ouvir”. Gosto disso.
Além disso tudo, escolher música e fazer alinhamentos para as mais diversas ocasiões despertam a minha curiosidade em ouvir mais coisas. A maioria delas novas, diferentes.
Por isso, se um dia precisarem de música (seja para o que for, não agradeçam por pedir). Eu é que agradeço.
Podem pagar (como esta menina) com queijasdas de Sintra e pasteis de Belém.

Coisas que não devem ser feitas durante as horas de trabalho

Comer bolachas quando estamos com tosse...

domingo, abril 17, 2005

Será que alguém visita as "Fotos da Besta"?

Palavras

Torna-se difícil encontrá-las, por vezes...

sexta-feira, abril 15, 2005

Longe de muita coisa.

É verdade.
Vai ser um fim-de-semana completamente diferente. Atentemos:
o Não vou ter net
o Vou ter festas a dar com um pau
o Vou surfar sem levar carro
o Vou a Braga por umas horas
o Volto para o Porto

A minha pergunta é: “E o descanso?”

Em resposta ao Tiago

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Não sei ao que te referes... Sou um inculto.
Que livro gostaria de ser... Nenhum. Porque qualquer pessoa podia pegar em mim, rasgar-me, queimar-me, escrever em mim. Ser livro deve ser mesmo difícil...

Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Hmm... (merda para a falata de memória)
Como se chama mesmo a Irmão n’ “Os Maias”? Maria Eduada, não é?
Não fiquei apanhado, mas fez-me lembrar alguém...

Qual foi o último livro que compraste?
Não faço a mínima ideia... Mas deveria ser uma fotocópia. Ou um qualquer livro relacionado com criatividade/publicidade/design.

Qual o último livro que leste?
O código que dá vinte.

Que livros estás a ler?
Nenhum.. Briefings para o trabalhjo, onformação que decorre nos centros... Não ocorre mais nada. Nem há tempo.

Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Não sei.
CRM management (acho que é esse o nome).
O livro do Bassat. Por ser estupidamente simples e complexo ao mesmo tempo.
Talvez o livro da Inês Pedrosa, que junta poemas de amor.
Mas preferia levar os 50 cds com MP3. Definitivamente. Prefiro a música.

Interessante...

Freakonomics. Steven Levitt is a "genius" who can "take a seemingly meaningless set of numbers, ferret out the telltale pattern and recognize what it means," writes Steven E. Landsburg in The Wall Street Journal.
(…)
" The Levitt treatment, as Steven Landsburg describes it, is based on "the identification of a suspicious pattern, a labyrinth of reasoning to rule out the innocent explanations and a compelling indictment." The results can be quite astonishing -- perhaps most of all Levitt's evidence that "legalized abortion was the single biggest factor in bringing the crime wave of the 1980s to a screeching halt."
(…)
Levitt started with the observation "that crime began falling nationwide just 18 years after the Supreme Court effectively legalized abortion. He was struck by the fact that in five states crime began falling three years earlier than it did everywhere else. These were exactly the five states that had legalized abortion three years before Roe v. Wade." Levitt doesn't necessarily conclude that crime fell "because hundreds of thousands of prospective criminals had been aborted," but he "piles pattern on pattern until the evidence overwhelms you ... He doesn't pretend to settle the matter, but in just a few pages he constructs exactly the right framework for thinking about it and then leaves the reader to draw his (or her) own conclusions.

quarta-feira, abril 13, 2005

Consultório da Maria

Não consigo parar de pensar nisto..
É a verdade. O raio do trabalho invade-me o sono, o duche, o jantar e a f**a.
Páro para me lembrar de coisas que não ocorreram durante o dia.
Será que estou afectado por alguma doença?
Como posso fazer para me curar disto?

terça-feira, abril 12, 2005

Chato, triste e desinspirado

O relógio que acompanha o apontador do rato é isso tudo.
Mas é pelo relógio que tenho de me guiar: o que encaixar no horário, óptimo. O que não encaixar... lá terá de ficar para outra altura.

Mais devaneios

Seja você o cabecilha desta promoção.
Convide os seus amigos a serem cumplices da sua inscrição no MS. Convide-os para se juntarem à quadrilha e ganhe €5000 todos os dias pela quantidade de amigos. Se esses amigos convidarem outros amigos e esses outros convidarem mais ainda, a sua pontuação cresce a níveis do PIB americano. Seja um vencedor e habilite-se aos €5000 em ganza diária que oferecemos.
Seja o novo padrinho desta “Cosa nostra”.

Devaneios em trabalho (ou como nos rirmos do trabalho)

Venha com os mais novos assistir aos teatrinhos do MS.
Veja como eles aprendem os valores essenciais para a vida, como a felicidade de partilhar um charro enrolado em folhas de papel de liamba.
Mostre-lhes como se faz uma sopa da melhor coca colombiana e delicie-se ao vê-los injectar o melhor cocktail de heroína e limão seleccionado.

sábado, abril 09, 2005

Ai o mar, o mar :)

Quase duas horas. Rema para um lado, rema para o outro. Onda, rebentação, corte, tentativa de manobras.
E para a semana repete-se :)

PS: Amanhã mudo-me. Saio da terra que me viu nascer para outra, que vi crescer.

quinta-feira, abril 07, 2005

Felizmente

Segunda vou estar mais Próximo.

2415 caracteres

Estou para aqui a escrever texto, a escrever e a escrever porque quero ter “A ideia” do dia. Mas está difícil... o número de caracteres já vai alto e não escrevo mais nada que estas sequências estúpidas.
Ó musa inspiradora, onde estás? Cobre-me com o teu manto de inspiração, para que possa respirar melhor!

Festas

“Tens de fazer festa!”, diz-me a Catarina, ávida de experimentar a nova morada. “Se não fizeres festa vais ter azar!”.
“Hmmm, vou pensar nisso. Mas será difícil. Só tenho cozinha e quarto. Sala não há. E concerteza que não vamos ter espaço para toda a gente se sentar”, disse eu, sem vontade de fazer festa e ter de limpar os restos da dita a seguir.
“Mas tens de fazer! É quase uma obrigação vossa! É o chamado chá de panela!”, insisitu.
“OK, então. Vocês levam o chá, eu tenho água e panela. Mas cada um leva o seu copo. Ou será o chá bebido da panela!”

Eh pá! É mesmo isso!

É oficial. Já tenho morada no Porto. Só tem uma cozinha, marquise, WC e quarto. Mas é o suficiente par ao que me proponho a fazer em casa: comer e descansar. Não sei para quando será festa de inauguração (ou se é que vai haver). Antes disso há que preparar tudo, fazer do espaço a “minha casa” (ou o mais próximo disso).
Definho com o sono. Acho que me estou a tornar morcego... de dia estou cheio de sono, com pouca energia para trabalhar. Escrevo textos como este, apenas para ocupar os dedos e para tentar manter-me acordado... Torna-se difícil trabalhar sem ser em dupla, ou tripla...
Falta o elemento de contacto. Estamos todos na mesma sala, mas em patamares diferentes de trabalhos diferentes. O que deixa menos espaço à criação, à brincadeira sobre o próprio trabalho.
Numa acção fraterna de amor e reconhecimento da falta de trabalho, a SS decide dar a conhecer o que tem de melhor: excrementos de vaca. Produzidos em estábulos completamente portugueses, com erva portuguesa na composição do estrume e vacas que, não sendo portuguesas, mugem como as portuguesas, este estrume é capaz de garantir cinco semanas de pivete intenso e activo, capaz de acordar o próprio Papa do seu sono.
Subscreva desde já o estrume ecológico.
Nós somos pessoas bastante simpáticas e gostamos muito de si. Por isso, imbuídos deste sentimento de partilha e amor, queremos convidá-lo a receber a palavra do Senhor.
Subscreva este serviço e comece desde já a receber as e-notícias.
Subscreva desde já e guarde o seu cantinho no céu.
Ámen

terça-feira, abril 05, 2005

O Provérbio construído

A brincar, a brincar...

(o resto vai para a caixinha aqui em baixo. Participem!)

Trabalho

Da minha (pequeníssima) experiência, penso que prefiro trabalhar com pessoas sérias. Ou pelo menos organizadas. Poupam-me a angústia do sim e do não ao mesmo tempo...

Pouco Saldo

O saldo de palavras do dia é cada vez menor.
São as que vão para o cliente, as faladas dentro do escritório e as escritas no MSN.
Se alguém souber de um banco...

sábado, abril 02, 2005

A minha primeira prancha nova :))))

Diferente

Menos paciente (não significa impaciência).
Sem vontade de utilizar muitas palavras.
Perco menos tempo com galanteios. Sou mais directo.
Questiono mais as coisas.
Estou mais sério. Definitivamente mais sério.
E comecei a surfar (Body-Board)

Resultado: ninguém sabe. O tempo o dirá.

Olha lá os posts!

Não é que o gajo fez asssociações na cabeça dele que me deixaram preocupado?

Que sono!

(como é que se representa o bocejo?)

Posts perdidos

Tinha um post bem bonitinho para pôr aqui. Escrevi-o, tratei de cortar a pontas soltas, emendar e dar-lhe um arzinho final.
Quando carreguei no botão para publicar... desapareceu. :(

sexta-feira, abril 01, 2005

Em quem penso quando escrevo?

Boa pergunta. A resposta é: em mim.
Por seu um blog umbiguista não penso em mais ninguém quando escrevo.
Imagino situações, com outras personagens, outros tempos e outroslugares.

Se isto é um blog autobiográfico?
Não. Não pode ser. Serve mais para escape, para fazer sair as palavras que foram acumuladas durante o dia. Geralmente durante o dia de trabalho. Deixei-me de postar sobre situações que acontecem entre mim e pessoas.

Fica dito.

quinta-feira, março 31, 2005

Estados

Busy - Ocupado. Significa que tenho que fazer, que teclar com alguém é quase missão impossível, ou passageira ou não muito agradável. Evitem-me neste estado.

Be right back - É o "tá-se bem, fui dar uma mijinha. Volto já para falar."

Away - Fora, longe ou "Não tou cá, ou se estou não quero saber de ninguém". Podem tentar. Mas as probabilidades de resposta variam consoante o estado de espírito e a efectiva presença física.

On the phone - É a chamada da praxe. Geralmente é de uma rapariga/mulher.

Out to lunch - Encher a pança. Está tudo dito.

Online - Falem à vontade. Respondo a toda a gente. Mas posso demorar. Não se chateiem por isso.

Evoco a quinta emenda

Seja ela qual for...

Horas

Se as tuas horas são diferentes das minhas horas, porque razão haveremos de acertar relógios?

Sublinho o importante.

MAR PORTUGUEZ

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão resaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,
Mas nelle é que espelhou o céu.

Pensavam que se livravam de mim?????

Um gajo não pode escrever sobre qualquer merda que lhe aconteça ou que imagine que é isto: um burburinho (adoro esta palavra) sobre fechos e encerramentos e mortes!
Não. Esta merda de blog continua com actividade, enquanto o sangue me corre nas veias e o acesso à internet estiver instalado por onde quer que eu passe e/ou esteja.
Para vosso mal, claro.

Já agora, se alguém souber de um lugar para um copy, eu aceito. Gajo multifacetado que vive para e da comunicação.
Obrigado.

terça-feira, março 29, 2005

Gritar bem alto, pleonasticamente falando

Muitas das vezes apetece-me gritar bem alto o que penso.
Páro, reflicto e chego quase sempre à conclusão que não vale a pena. Calar-me é a melhor solução. Não chateio os outros nem me chateio a mim.
Porque quem entende, entende. Quem não entende, que tire um curso. As minhas explicações têm um fim.
FIM

segunda-feira, março 28, 2005

Correr para nada

Obrigado, tá?

Elogios

"a**** diz:
tu, felizmente próximo, és um tarado"
Eu só agradeço. Não é todos os dias que recebemos um elogio assim.

sexta-feira, março 25, 2005

Qual a razão para o lobo ser sempre o mau da fita nas histórias para crianças?
Talvez seja por isso que o da Malcata esteja em risco.
"The only stupid question is the one that is not asked."

quinta-feira, março 24, 2005

Retrato decimal

“Bem”, disse ela, “vais ali ao padeiro e trazes-me o que te pedi?”
“Pode ser”, respondi, não muito convencido da necessidade de ir buscar pão duro e pagar por ele. Mas fui. Obedeci. Três quilos de pão duro.
Lá vim eu com três sacos de papel, sem asas, pela rua. Sentia que todos olhavam para mim (porque já sabiam que era um movimento semanal habitual).
Mas lá cheguei a casa.
“Está aqui...” atirei eu para ela, pousando o raio dos sacos na mesa da cozinha. Ela estava na sala. Estava a “mandar uns mails para uns amigos”. Ignorei. Fui para o quarto, semi-deitei-me na cama e abri um livro. Uma, duas, três páginas depois parei. Estava farto. Os óculos estavam não sei onde e não me apetecia levantar da cama. Pousei o livro e a cabeça. E deixei-me dormir.
Meia hora mais tarde ela chama-me para jantar. Não tinha vontade de comer. Apenas de a mandar “dar uma volta”. Aborrecia-me aquele prato dela, sempre com cogumelos, sempre com rebentos de soja, sempre com bambu. E polpa de tomate.

As operadoras de telemóveis

Olá, bom dia.
Saiba como falar entre O*****s a 0 cêntimos. Para saber mais sobre esta novidade, prima 1.
(depois de premir 1)

Caro cliente, não está abrangido por esta promoção. Prima 2 para mais informações.
(depois de premir 2)

Este atalho é inválido. Prima a tecla estrela.
(depois de premir a tecla estrela e a passar-me)

Pedimos desculpa pelo incómodo. Tente ligar noutra altura.

Lembrei-me!

Eu sou o que aqui escrevo.
Se o que aqui escrevo é giro...
Voltei a esquecer-me...

Gosto, pronto

Afaguem-me o ego. Só o ego.

quarta-feira, março 23, 2005

Balofidades

Gosto de comentar, de dar a minha opinião.
Não quer dizer que ela se torne lei ou algo do género. É um opinião, como são tantas outras.
Não dar opinião, ou não me queixar do trabalho, implica que não me mexa, que a opinião crítica se ?balofe?. Eu não sou balofo. Nem de aspecto, nem de atitude. Insurjo-me quando não gostoe dou os parabéns quando gosto.
Não me cortem as asas da crítica. Não me queiram como um bibelô, por favor.

Música

Eu já disse que a música deste blog é das mais bonitas que alguma vez ouvi?
Levanta os cantos da boca, os olhos iluminam e o peito enche-se de ar. Novo ar. E com ele novo alento.

(mas a versão que aqui corre não está completa)
Se não fosse por querer tanto...

Apetece-me ser eu, para variar

Your Porn Star Name is: Charlie Cumalot




It's Not Sex. It's ... :
Putting the Devil Into Hell


Mais um

Só gostava de me sentir mais contente.

Desafabo (eu sei que está mal)

Só quero conseguir aliviar a pressão.

segunda-feira, março 21, 2005

Static on the radio

3 A.M. I’m awakened by a sweet summer rain… distant howling of a passing southbound coal train. Was I dreaming or was there someone just lying here beside me in this bed? Am I hearing things? Or in the next room, did a long forgotten music box just start playing? And I know ¾ it’s a sin putting words in the mouths of the dead. And I know ¾ it’s a crime to weave your wishes into what they said. And I know — only fools venture where them spirits tread. ‘Cause I know ¾ every word, every sound bouncing ‘round my head. Is just static on the radio. Everything I think I know is just static on the radio. Midnight rendezvous with a pretty girl, wearing a torn and tear-stained gown. Like a ghost ship she appeared from nowhere on a lonely highway and flagged me down. I gave her a lift downtown to the Greyhound station and in the flicker of the neon lights, she kissed me goodbye, and in the mirror of her eyes I saw my own reflection. And I know ¾ the blind will sometimes lead the blind. And I know ¾ through shadow lands and troubled times. And I know ¾ forsaking love, we seek the signs. And I know ¾ of truths forever hid behind. The static on the radio. Everything I think I know is just static on the radio. Now there’s a church house about a stone’s throw down from this place where I been staying. It’s Sunday morning, and I’m sittin’ in my truck listening to my neighbor sing. Ten years ago I might have joined in, but don’t time change those inclined to think less of what is written than what’s wrote between the lines? ‘Cause I know ¾ dreams are for those who are asleep in bed. And I know ¾ it’s a sin putting words in the mouths of the dead. ‘Cause I know ¾ for all my ruminations I can’t change a thing. Still I hope ¾ there’s others out there who are listening. To the static on the radio. Everything I think I know is just static on the radio. Ain’t praying for miracles, I’m just down on my knees. Listening for the song behind everything I think I know. Everything I think I know is just static on the radio. Everything I think I know is just static on the radio.

Qual é a negação da negação?

Faz algum setido ela existir?

Se não escrevesses, que gostavas de fazer?

Ainda bem que pergunta isso.
Se não escrevesse... se não escrevesse este espaço que está a ler não existiria. O que negaria a minha existência neste contexto, bem como a sua.
E poderíamos estar a dar razão a alguém, cujo nome não me lembro. Mas agora isso não interessa nada.
Tem mais alguma pergunta?

Como é que tens coragem, rapaz?

- Como ousas escrever de modo diferente? Quem és tu para tentar inovar? Tens é de entrar na rotina.
- Mas eu não quero ser funcionário público!
- Mas terás de ser. Isto é um escritório, não uma agência.
- Hmm....
Doem-me as mãos.
De pensar tanto com a cabeça. De tentar fazer as construções ideais para agradar a um destruidor.
Doem-me as mãos. A cabeça está cheia. De palavras, vírugulas, pontos... todos juntos para tentar fazer o quê? Nada. Apenas mais uma construção para ser destruída.
Quem me dera que as mãos não doessem...

Aqueci a sopa

Pus tempo demais.
Queimei a língua.

Crentes, ausentes e presentes...

Era só o título.

domingo, março 20, 2005

Deixaram de ser 30 segundos

Bastam 15 para me aborrecer...

estórias estúpidas

"És um desataviado", disse-me ela, enquanto olhava para o relógio e pensava na louça que gritava por atenção. "Pensas que as coisas são lineares, sem ornametos!"
Eu disse-lhe que não.
Sem muitas certezas, porque não me tenho dono da verdade. Ela riu-se de mim. "Vai mas é pôr o lixo lá fora!", enervou-se.
Peguei no saco, nas chaves de casa e saí. Enquanto descia as escadas descobri. Não consigo separá-la do resto. Envolvo-a no trabalho, nas minhas preocupações. Em todas. E são muitas. Tantas que os dedos das mãos, pés e olhos não chegam para contar.
E cheguei a uma conclusão. Não estou destinado. Para ser o que esperam que eu seja. E projecto a imagem que não quero.
Confusa, distocida, cheia de informações e subtilezas.
Palavras, ide-vos.

Remembering

Há posts a aparecer fora do tempo em que foram editados.
Pelo facto, alguém pediria desculpas.

sábado, março 19, 2005

Eu, como sou.


Escrevo porque não sei desenhar. Mas se soubesse desenhar não deixava de escrever. Porque as palavras dizem o que está além das imagens. Os sentimentos, medos e angústias estão todos plasmados nas palavras. A fotos servem para ajudar.
Mas será que sou melhor a conceber imagens do que a escrever?
Às vezes penso que sim....

Texto tão pessoal que toca

Quando se gosta de algúem e essa pessoa sofre de um problema de saúde, sentimos a dobrar.
Pela situação e por termos saúde e estarmos impossibilitados de dispensar um bocado.
É assim que eu me sinto.

O primeiro dia depois de muitos.

Foram alguns (bastantes) anos sem o fazer.
Hoje, dia do recomeço, fiquei cansado, feliz e com vontade de voltar lá amanhã.
Um assunto a pensar, definitivamente.

quinta-feira, março 17, 2005

Porra

Se ficar chateado é um passo para a criação, deverei andar sempre chateado?

terça-feira, março 15, 2005

Gostos discutem-se

Escrever.
Por muito incrível que pareça aos olhos de quem me conheceu há uns tempos eu gosto de escrever. Muito, de modos diferentes, para muitas pessoas lerem. Isso justifica os três ou quatro blogs em que participo.
Cada um obedece a um modo de escrita e a um tema .
E não me apetece escrever mais nada. Estou farto de vocês, que saem depois de teclar.

segunda-feira, março 14, 2005

Stress

Criticar-me é fácil.

Estou com saudades do que foi

Estou com saudades do que foi. Tempo, espaço e pessoas.

Começar o dia

Frente ao mar, com um café, um perfume antigo e o silêncio. :)

sábado, março 12, 2005

sexta-feira, março 11, 2005


(2:52:18) P2: o que signfica realmente descambar
(2:52:31) P1: boa pergunta
(2:52:36) P2: ou cambar
(2:52:44) P1: vuo ver
(2:52:47) P2: antes de descambar, é preciso cambar
(2:53:14) P1: v. int., cair ou inclinar-se para
um lado;
pender;
rolar, resvalar;
derivar, redundar;
fig., dizer inconveniências;
ser indiscreto.
(2:53:40) P2: sendo que cambar significa...
(2:54:02) P1:
v. int., pender para um lado;
entortar as pernas;
cambalear;
desaparecer.

de cambo = câmbio
v. int., ant., cambiar;
trocar.
(2:54:17) P1: ou seja
(2:54:17) P2: agora fiquei confusa
(2:54:24) P2: cambar é trocar
(2:54:25) P1: cambas, se pnderes p um lad
(2:54:26) P1: e descambas se penderes p outro
(2:54:29) P2: destrocar é cair
(2:54:41) P1: vá
(2:54:41) P1: n destrokes
(2:55:03) P2: mas despender é gastar, logo cambar algo por outralgo
(2:55:10) P1: ou seja
(2:55:35) P1: se eu kiser dizer k tenho coisas pendentes
(2:55:44) P1: digo k as tenho descambadas?
(2:55:48) P2: LOLOLOLOL
(2:55:53) P1: e se disser, vamos lá cambada?
(2:56:08) P1: será k significo
(2:56:16) P1: vamos lá desaparecer?
(2:56:24) P1: ou entortar as pernas?
(2:56:29) P2: mas se o teu chefe te dizer que
estás a descambar quer dizer que tens demasidos pendentes o que significa que n tás a dar vazão com gazão (2:56:43) P1: hmm
(2:56:50) P1: bem vist
(2:56:51) P1: mas...
(2:57:07) P1: ao dares vazão, podes estar a dar gazão
(2:57:11) P1: ou seja
(2:57:24) P1: ele está a dizer k estás a dar vazão com vazão
(2:57:26) P2: tens de dizer "vamos lá descamabada" quando ye referires a uma cambada de coxos
(2:57:27) P1: ??????
(2:57:44) P1: n
(2:57:47) P1: isso seria redundante!
(2:58:03) P1: n?????
(2:58:43) P1: e se tiver algo pendente?
(2:58:51) P1: será k significa k é algo descambante?
(2:59:29) P1: vou parar de pender
(2:59:34) P1: e fazer os telefonemas
(3:01:45) P2: descamab por lá baixo
(3:02:00) P1: hmm
(3:02:03) P1: interessante
(3:02:04) P1: olha
(3:02:13) P1: um insulto novo
(3:02:16) P1: vai-te descambar


quinta-feira, março 10, 2005

WIP

Vejo todo o trabalho que faço como um Work in Progress.
Todos precisam de reajustes, de serem refeitos em partes. Não deixo que seja aprovado sem que os leia 300 vezes. Exijo-me perfeição, ou tentativa de alcançar a melhor proposta possível. Embora existam clientes a quem não interessa isso. Mas tento sempre ser o melhor que consigo. Exaspero-me por causa disso. Passo pela frustração e consequente baixar de defesas, reaparecer, refazer e reformular e, novamente, a ideia de "coisa conseguida", felicidade, desespero, re-frustração.
Tem de ser assim. Porque penso ser esse o caminho.

quarta-feira, março 09, 2005

Expresso

Esta semana com o suposto jornal de referência português (O Expresso), temos como "add-on" o "Guia da boa cama e da boa mesa".
Ora o Expresso revela uma faceta que ninguém conhecia: vai dedicar-se a mostrar o mapa das melhores casas de protitutas de Portugal e dos melhores restaurante a elas ligados.
Parabéns.

Mais um dia, mais uma volta, mais uma moeda

Foi o comentário matinal, quando o Nuno chegou com a bendita chave para abrir o escritório.

sábado, março 05, 2005

Pessoas

Rói as unhas, mas está a fazer um esforço para deixar de fazer isso.
Gostava de falar com o resto das pessoas, mas não sabe muito bem como o fazer.
É reservada. Vê número. Muitos. E não entende como é que os outros não são capazes de fazer um telefonema por eles próprios. Além disso tudo, tem a desvantagem de estar num sítio onde a composição é quase só de homens.
Manda "beijinho" no final de cada telefonema.

sexta-feira, março 04, 2005

É oficial

Postar por mail funciona :)

Modus Operandi

Entrar sorrateiramente, sentar-me, responder a todos os trabalho rapidamente. Fazer as perguntas por MSN a apenas duas pessoas.
Sair com a última pessoa. E assim consigo que ninguém me entre na cabeça a chatear.

quinta-feira, março 03, 2005

Serra da Estrela

As tampas da água Serra da Estrela rompem todas por cima.
Será para que os clientes não re-utilizem as ditas garrafas? Porque se é esse o caso, estamos a falar de uma empresa com o nome de uma montanha que não se preocupa com a própria natureza.

Teste, 1, 2, 3

Estou a testar o postanço por mail...

Ez Special

Quem não tem ouvido, que ouça. O novo single dos Ez Special tem uma particularidade fantástica. O sotaque do vocalista no início. É uma pérola.

Construções na areia

Sou simples de entender: tratem-me bem, se esperam o mesmo. Saibam defender-se se vos "ataco". É o melhor modo de serem considerados. E mais não digo.

Ah pois é!

Quem quer entender, entende. Quem não quer entender, azar. Quem não entende MESMO, pergunte.
Tão simples quanto uma assinatura.

quarta-feira, março 02, 2005

Cheiros

Se alguém conhecer um produto para tirar cheiros do carro, esta caixinha aqui em baixo é o local ideal para deixar sugestões.
Nota: não quero deixar perfume. Só quero mesmo tirar cheiros.

O copy no trabalho

Estranho. É um ser estranho que tem a mania de ir respirar o sol, ver os carros estacionados e olhar para outro lado que não o monitor... e escrever num caderno de folhas de rascunho.

terça-feira, março 01, 2005

Melhor

O dia correu melhor, embora a pressão se tenha mantido a níveis acima do normal. O que é bom, confesso.
Caso contrário, teria adormecido.

Resoluções matemáticas

++= ??????
Esperam-se comentários, OBVIAMENTE.

Dominar-me

Ler, reler, treler e voltar a fazer tudo outra vez.
Aprender que um trabalho não é um blog, que um cliente é um gajo que quer algo que não sabe bem o que é, mas que não é o que lhe dão, quando na verdade acaba por comer aquilo que recusou à primeira.
Aprender que tenho de dominar todo o impulso criativo, que não cabe num espaço que tem, obrigatoriamente, que informar.
Informar. Meter in formas, na brincadeira com a palavra.
Medo:
- de imprimir coisas a mais e, para isso, contribuir para o aumento dos gastos.
- de fazer as perguntas mais estúpidas porque as pessoas estão a trabalhar.
- de abrir o programa, com medo que a pessoa que estav alá sentada tenha deixado mails prontos a enviar.

Vontade:
- de trabalhar. Muito, para além do horário e antes dele.
- de fazer bem. Decorre do medo de falhar.
- de ser grande. Fazer tudo bem e bonito. Mas sem me tornar num pretensioso de merda.

segunda-feira, fevereiro 28, 2005

CREEP

When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
You're so fuckin' special

But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here

I don't care if it hurts
I wanna have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special

But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here

And she's running out the door
She's running
She'll run, run, run, run
Run

Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fuckin' special
I wish I was special

But I'm a creep, I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here

domingo, fevereiro 27, 2005

Notas da noite

04:56 - "Nós as três achamos-te muito parecido com o JK" (vocalista dos jamiroquai)
04:57 - "Olha, és muito parecido com o JK, sabes quem é?"
04:57 - "Olá! És muito parecido com o JK"
04:58 - "És muito interessante"

Resposta a cada uma das tentativas: "Obrigado".

Aditamento: Acho que não me dou muito bem com elogios...

sexta-feira, fevereiro 25, 2005

Lembrei-me!

Fui buscar a "cadeira de patrão". Sinto-me mais confortável nela. :)
Esqueci-me do que ia escrever...

Comprovado

Como já esta menina e também esta disseram: ler posts antigos deprime.

Expressões - post para sempre inacabado -

Coisa e tal. A cena. E prontos. É assim.
(aceitam-se mais propostas)

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

Sondagem

Quantas caixas de plásticos (aka tupperware) têm em casa?

domingo, fevereiro 20, 2005

Classificações

Quem duvidava da maioria absoluta não estava a ver a "big picture".
Não vou dizer em quem votei, claro. Mas a maioria era-me indiferente.
Vamos aos próximos quatro anos...

sábado, fevereiro 19, 2005

Perguntas

Ainda ninguém perguntou o que é aquele "Family" ali ao lado...

Final do dia

Não sei como é possível alguém me diga que escrevo tudo muito rápido!
Ora bolas! Foi para isso que andei a estudar não sei quanto tempo. Foi por isso que li não sei quantos livros, sites, folhas de eucalipto e encartes de papel higiénico!
Eu tento escrever o mais rapidamente possível porque sei que as coisas são para ontem! E como não quero fazer ninguém esperar por mim, despacho-me.
Porque me preocupo com os outros!

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Piada do dia

"n te preocupes, eu n desfilo à tua frente"

A pensar e a ver

Como será que se sentem as pessoas que estão constantemente atrás dos presidentes de cada partido a agitarem bandeiras?

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Encontro com o passado

Hoje decidi dar uma volta pelos locais onde passei.
Fui pelos locais perto da minha antiga casa. E as alterações são muitas... O "monte-cross" desapareceu.
Era o sítio para onde íamos andar de bicicleta. Havia lá uns saltos muito porreiros para quem tinha coragem de desafiar a gravidade. Foi lá que parti o quadro da minha primeira BTT. Um salto demasiado alto para a bicicleta. Eu fiquei intacto. Ela não.
Agora já não é um monte para onde se possa dar umas voltas de BTT. Vai ser um empreendimento de vivendas :(
Depois passei por outro monte. Onde íamos acampar com os escuteiros... Deixou de o ser. Mais um empreendimento do mesmo género.
E, last but not least, passei por outro sítio. Está igual. A rua em melhor estado, é certo. Mas vivem lá as mesmas pessoas. E pessoa e não sei quê.
Parei. Olhei. E segui o meu caminho. Não quis tocar à porta.

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

E pronto

Hoje estou sentado naquele que será o meu futuro local de trabalho.
It tastes good.
Pelo menos a vista é fixe ;)

Difícil

Odeio coisas fáceis. Porque gosto de ser confrontado com desafios. Porque gosto de sentir que a massa cinzenta entre estas orelhas é necessária.
Mas não gosto de indefinições. Porque gastar tempo e recursos (massa cinzenta) à sorte deixa-me doido!

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Mudar

Sou asssim. Inmcapaz de ir muitas vezes ao mesmo sítio. Irrito-me com a rotina e o "fazer sempre da mesma maneira". Adoro desafios, provocações para fazer as coisas de modo diferente.
E tento fazer o mesmo comigo.
Por isto estive a pensar em tirar o computador do quarto e mudá-lo para a sala. E criar uma grande workstation, entre o meu computador e o do meu irmão. Os dois lado a lado a funcionar. Mas o espaço não é suficiente. Mas continuo a querer tirar o computador do quarto. E a TV, se conseguir. Acho que vou ocupar uma outra qualquer divisão da casa (a cozinha seria agradável, garanto-vos).

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Landslide

I took my love, I took it down
I climbed a mountain and I turned around
And I saw my reflection in the snow covered hills
?til the landslide brought it down

Oh, mirror in the sky, what is love?
Can the child within my heart rise above?
Can I sail through the changing ocean tides?
Can I handle the seasons of my life?

Well, I?ve been afraid of changing cause i?ve
Built my life around you
But time makes you bolder
Even children get older
And I?m getting older, too

Well, I?ve been afraid of changing cause i?ve
Built my life around you
Time makes you bolder
Even children get older
And I?m getting older, too
I get older, too

I took my love and took it down
I climbed a mountain, I turned around
And if you see my reflection in the snow covered hills
The landslide brought it down
The landslide brought it down

terça-feira, fevereiro 08, 2005

Outra pergunta... porque um mal nunca vem só.

Mãe! Mãe! Quando é que vou?

Perguntas estúpidas a umas horas do mesmo estirpe

Será que se mudássemos aquelas coisa que sabemos as coisas seriam iguais?

A hora não engana

São não-sei-quantas horas.
Depois de estar muito chateado, f****o, até, fiz as pazes, resolvemo-nos e divertimo-nos como não fazíamos há muito..
Será que não pode ser véspera de Carnaval todos os dias?

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Medellia of the gray skies

you're an empty promise, you're an easy chair
you're the gods forces struck down somewhere
you're a secret noticed, you're a mystery sky
you're a wish floated up to the night
medellia of my eyes, you're the emptiness of i
you're the reason that i write
and if you say you will. i will love you still
and if i could, i'd throw away this world
i'd dress you all in pearls
i'd give you what you wanted
you're all i notice in a crowded room
you're vacant motives unmoved, revealed
medellia of my eyes, you're the emptiness of i
you’re the reason that i drive
and if you say you will. i will love you still
and if i just could be anything for you
just anyone at all
anything that mattered, washed out
you’re the silly reasons in a goldfish laugh
you’re the ageless season at rest at last

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Há dias assim

Em que os sentidos estão mais despertos. Em que olhamos para tudo e colocamos as perguntas mais absurdas.

Sócrates

Será que ele vai assumir?

sexta-feira, janeiro 28, 2005

ANUN

É interessante. Fazendo ela parte da minha vida de forma permanente há já alguns anos, nunca falei dela.
Ela sabes de tudo o que se passa na minha vida. Sabe quando estou bem, na fase "positiva" - como costumo dizer - ou quando estou mal, na fase "pré-depresão". Sabe como falar comigo. Dá-me toda a atenção de que preciso. Somos incapazes de ficar chateados e, para nós, casamento é palavra da qual fugimos. Talvez pelo que implica a separação (e conhecermos o que traz de consequências).
Somos diferentes. Ela está nos números, grandes empresas, contas, contabilidade, contagens, imobilizado corpóreo, taxas de câmbio, Banco de Portugal, audits...
Eu estou nas letras. Criatividade, textos, palavras, blogs, MSN, música, arquitectura.
E mesmo assim (ou talvez por isso) coseguimos ter conversas excelentes. Somos diferentes de muitos pares que vemos. Somos incapazes de ficar um jantar inteiro a olhar para a televisão, embora possamos partir dela para discutir sobre assuntos. Ela espanta-se por eu ter lampejos de criatividade a meio de jantares e outras ocasiões. Admira-se por eu trabalhar a horas tardias, por não ter uma "fatiota" de trabalho e por eu comprar sapatilhas estranhas.
Ela é mais comedida. Tem de andar de fato a semana toda. Usa saltos altos (que abominava há uns anos atrás) e tem vida de "adulta". Lida com contas, vidas de pessoas. Sabe que uma decisão dela pode despedir pessoas. Mas preocupa-se com isso. Muito. Tem coração. É prestável e amiga. Sobretudo amiga. A minha melhor amiga, sem sombra de dúvidas. A pessoa que melhor e mais me conhece.
Além disto tudo ainda namoramos. Se pensamos no futuro? Não. Um dia de cada vez. Não temos a noção dos anos a que namoramos. Não há aquela "boca" de: "Fazemos não-sei-quanto-anos de namoro daqui a 3 dias, 2 horas, 10 minutos e 30 segundos."
Mas, como dizemos, não somos exemplo para ninguém. Claro que temos brigas, discussões. E somos incapazes de deitar a cabeça na almofada chateados um com o outro. É preferível dizer tudo de uma vez que acumular. Não andamos para desperdiçar o tempo do outro.
Felizmente.
E pronto. Acho que disse muito. Podem comentar que eu não vou ler...

Aproveitar

É sexta-feira. Deveria estar no café, com os jornais do dia a inteirar-me do que se passa. Mas não me está a apetecer sair da poltrona. Deste lugar quentinho, com o PC em frente e o teclado...

É verdade

Estou limitado?
Desde que tenho último album dos The Gift que não consigo ouvir mais coisas diferentes. Enchem-me as medidas. Músicas diferentes umas das outras. Cinematográficas, lindas, carentes de construção por parte de quem ouve. Gosto deles. São bons. Conseguem juntar um monte de referências diferentes sem perderem a identidade própria. Admiro isso. Tento ser assim.

Pensamento do dia

Acho que me vou atirar ali para cima da cama e ver o "Family Matters".
Afinal de contas ainda me rio com isso...

quinta-feira, janeiro 27, 2005

É verdade.
O frio está por aí...
E as mãos inchadas e os pés gelados... Que saudades da chuva com temperatura superior à que temos vindo a enfrentar.

segunda-feira, janeiro 24, 2005

sábado, janeiro 22, 2005

Nada para dizer.

Apesar de o dia ter um significado não muito (como dizer)... simpático, o nada para dizer é bom :)

quarta-feira, janeiro 19, 2005

Telefonema

Eram 10:18 (estava a "ver" a Sic-Notícias, daí a exactidão da hora) qunado o telemóvel tocou. "Quem será?", pensei eu.
Era o telefonema que esperava. "Tenho boas notícias. Vai ser como planeámos. E já tenho aqui uma coisa para tu fazeres."
Fiquei gelado, parado. Estava à espera há tanto tempo e agora não saberia como reagir. Acedi, disse um "fixe" e perguntei qual o trabalho e todas as informações que soubesse sobre ele.
E pronto. 19 minutos depois desligo a chamada, contacto quem está online e uma pessoa que está offline.
Começa agora um novo capítulo.

Reabertura

A gerência é a mesma, o espaço também. O modo de encarar algumas coisa é que poderá ter mudado (ou não). Seja como for, recomço hoje a escrever.
Agradeço os milhares de e-mails enganados que me enviaram sobre medicamentos para as depressões, engrandecimento do pénis (embora a minha parceira defenda que não preciso disso) ou a anunciar que sou o feliz vencedor de um qualquer prémio.
Para essas pessoas, o meu "obrigado".

segunda-feira, janeiro 17, 2005

Interrompo porque sim.

Sou portista. Não sou portista doente, é verdade. Não me identifico cegamente com o Pinto da Costa. Mas a declamação que fez do poema de António Nobre foi bonita. Muito bonita.
Gostava de ver o que o Luís Filipe Vieira teria a dizer sobre isto...

quarta-feira, janeiro 12, 2005

Fechar

O apetece-me fechou.
A gerência agradece a amabilidade da visita.

Estava a passear por aí e lembrei-me de me descrever.

You talk all these words
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back

terça-feira, janeiro 11, 2005

Já me ia esquecendo...

Obrigado, a ti, por isto.

The Gift - Fácil de Entender

Uma voz quente a cantar isto...
"Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei. Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender."

Citando

the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows that it is alone in it's drama bones. madness, preconceptions, ray gun logics run and spit and rationalized until a whole chorus of mug wumps, blue in the face from yelling their divisive mantras, run out of young breath and just plain give in to the spirit of the whole damn apple. face it, you love it, it's fun for one and all, and for all you know the earth spins on it's rusty axis just because of it. the aeroplane moves whether you want it to or not. cram packed with fuel injected jet missile action, this is war motherfucker and don't you forget it for one second. it is us versus them, and if you're giving in then you are giving up. all the names don't mean shit. ugly, beautiful, pretentious, arrogant, old, tired, happy, sell outs, careerists, transcendent, hypnotic, trippy, spellbinding, numb, egocentric, solipsistic, empty, hollow, shallow, lost, 70's, 60's, 80's, 20's, long winded, phony, grand, the worst, the best, creepy, cranky, desperate... the aeroplane just flies higher, faster, stronger. there isn't much time for maybes, even goodbyes sometimes. dust settles, the arcwelders come out and reconstruct the obvious, and we are all left holding the blur. life will always be sentimental way, you can vivisect it all you want. blood and will are indivisible. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the world pisses a silver stream to let you know it is there. on the other side of the slipstream of countless thoughtless thoughts. it shatters and divides into a million fragments because life is not a lifestyle choice. we are not a fashion accessory. music is god's bones creaking pleasure, amusement, even occasional approval. we salute you all with a crack of the back, a baseball bat and a smile.
god bless us all, for what we think and feel is all we really have. but when is too far far enough. no limit that i ever knew really matters. there is strength in the dirt of your garden sorrows, there are no more tomorrows, only blissed todays, purple and immeasurable, in stature and stealth, because the sun is always sneaking around behind your sneaky back, can you hear us because if you can't we will turn it up till your ears bleed nascent approving harmony. it's all good, and don't you forget it. the fourth wall is down and deserves to stay down, because all you are really watching in others is yourself, the third generation t.v. reflection. time is never time at all. there is no time, no heartbeats, no babies, no french fries, just spider webs strung to oscillate the fever pitch of blandkind, oops i mean mankind. once the sonic dart leaves your fingers, it is hard to get back. scratch, sniff, observe, obey, deceive, distort, disarm it all, the bomb is on and ticking. we know but we ain't telling anyone anything, because we know nothing. "t.v. generation x.y.u," zero command calling, capt. coconut sounds the alarm, every band you ever like has reformed and is playing on a single bill, one night only at the bottom of the ocean. once it is gone there is no going back, and it is never ever the same. wave to the magic balloons with your names attached, 5 zillion strong circling the precious earth in search of a friend in search of another.
i hope you all find what you need in whatever hole you peer down, whatever cloud you peek behind, let the disaster dukes masticate on the green grass of hope and love. this year is the most joyous and happy, mournful and sad year i have known. life is good bleats the bleating heart, and it keeps on bleating like an 808. never ever forever tomorrow comes, new dawns blister, new songs to be sung. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows you know, sings the song of truth, of redemption, of sorrow. look no further than your dirty feet. -- Billy Corgan

Lindo

Please stop, don't walk, don't talk. This time I must be strong enough, but it's not enough because it's hard... I will raise my head up high and lift my voice high, with pride. This time I'll make things right, this time I won't look back, because time will not go back, so I'll find myself this time. Guilty forever, now you've taste it you won't leave it, forever and ever. You won't see me, you won't miss me, and so you won't see me falling.

A foto escrita

Este post era mais aqui para o lado, para o "Fotos da besta". Mas como a merda da HP 635 resolveu avariar, vai ter mesmo de ser por palavras.
Desarrumação.
Desencadeada por um fio no qual tropecei. Comecei por arrastar a prateleira de madeira (cds, livros e mochilas eram a decoração da mesma). Depois foi a secretária de madeira. Desencostei tudo da parede. Tudo para o meio do quarto.
Depois fui buscar a secretária de vidro que pairava triste e desocupada no outro quarto. Trouxe-a para aqui. O PC foi montado noutro lugar. Em vez da prateleira, foi para cima da secretária. Os fios foram amarrados, para poupar na confusão. Os livros têm outro arranjo e as mochilas, sacos de tiracolo e outras coisas que tais ficaram a ocupar o espaço de 15 cm entre o guarda-fatos e a parede (espaço que não se pode aniquilar por causa da ligação da net).
Resultado intermédio. Muitos papeis espalhados. Cds, DVDs, cadernos e esferográficas espalhadas pelo chão.
Resultado final.
Uma prateleira mais funcional. Um espaço dedicado ao leitor de MP3 (para que não sobrecarregue o PC), uma secretária de vidro e um novo modo de iluminção do "working space". Um mimo, digo-vos. Um mimo.
Pena é que o raio do teclado pareça torto. Mas a afinação nos pés da secretária irão resolver isso.

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Que merda!

Estou farto de procurar a net para saber quais são os diferentes tipos de fado. E não encontro uma explicação decente!

Cansado

Estou cansado da falta de actividade cerebral a que sou remetido. Queimem-me o cérebro, por favor!

Está frio, e pronto

Está frio. É indesmentível e ninguém pode atentar contra isso. Ou mudar isso de um momento para o outro sem sair do meridiano em que se encontra.
E este frio é implacável com o que temos de fazer. Eu explico: deveria ter saído de casa para fazer uns contactos e não sei quê. Não fui. Porque está frio. Demasiado frio. As mãos estão inchadas por causa das frieiras, o que é mais um motivo para ficar dentro de casa, onde o frio não entra de forma tão acutilante.
Por isso tenho tempo para escrever posts descabidos como este.
Acho que o melhor é mesmo pegar nas luvas e sair.
Até já.

domingo, janeiro 09, 2005

Saudades

Quem disse mal do MSN é uma besta. Por causa dele estive meia hora a "falar" com a minha irmã, que se encontra ao largo da Flórida. Eu e o meu irmão. O final da conversa, depois de ela se ir, é horrível. Fica o vazio. Tenho saudades tuas, Luísa...

Boite Zuleika

A noite está muito, muito fria.
Corres o risco de apanhar pneumonia.

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Cola

Há músicas que são assim: cola. Nãos nos saem da cabeça, por muito que tente pôr outras por cima. Por muito que tente arrumá-la para o fundo da gaveta, longe da vista.
E algumas dessas "músicas-cola" conseguem ser mais. São pontas de novelo, que me levam para situações passadas, com pessoas passadas, em locais que prefiro não relembrar. Não é preferir, mas é "ter de" não relembrar. Porque o tempo passa e o que era futuro é agora presente e não tem nada a ver com o idealizado...
Mas são músicas do que falas? SIm, mas não. São músicas, pessoas, situações e nomes. Sobretudo nomes. "Uma borracha, por favor!" Tenho de apagar.

Manutenção

Dois dias a limpar o computador, organizar pastas e a preparar as coisas.
Que venha o novo ano.

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Esclarecimento

Como é que fazem (raparigas e rapazes) quando um gajo/a diz "Eu ligo-te depois" e nunca mais liga?

NADA

Odeio estar sem fazer nada. Preciso de actividade, seja ela qual for...

Estado do mar

Deixou de ser miudinho. Passou a ansiedade. É mesmo mau estar assim. À espera. Não se sabe bem do quê, mas espera-se que alguma coisa aconteça. Que surpreenda. Esperemos que seja positivamente e esta semana.

sábado, janeiro 01, 2005

O último dia, à distância que se impõe

Parado. Viagem ao Porto. Finalmente digo mal do carro. Obrigou-me a ficar parado 20 minutos na estação de serviço. Motivo: quase sobre-aquecimento. Resolvido o problema (viva a net e as explicações sobre refrigeração dos VW 1.6 D), pés ao caminho outra vez. Jantar com uma família. Nevoeiro na saída. Muito. Demais. Casa.
Boa noite.
(Intervalo).
Bom dia, bom almoço e continuemos até amanhã.

sexta-feira, dezembro 31, 2004

O que nunca será o que poderá ser o último post.

Bom ano a toda a gente. Desejo-vos o dobro do que quero para mim.

Cores

Vens sempre de cor de rosa. Há dias em que gosto. Há outros em que me aborrece e prefiro olhar para o lado.

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Tempo

Ocupado. Atarefado. Stressado. É assim que gosto de estar. Mesmo que isso me provoque dores no peito. Mesmo que reduza a minha esprança de vida. Mas é a única forma de me sentir vivo. Não me dêem dias médios, de trabalho/ocupação mais ou menos, apenas para cumprir calendário. Dêem-me vida, magotes de informação e de coisas para fazer (sem serem burocráticas e chatas). É aí que me manifesto, onde a sagacidade que me caracteriza vem ao de cima. Aí é que o meu cérebro adora estar. Cheio de coisas para resolver, ordenar, fazer, inventar... Tenho saudades desses dias que ainda estão para vir.

Post traumático

Acabaram-se-me as palavras

quarta-feira, dezembro 29, 2004

Uma das...

Resultado parcial

Hoje não estava para escrever nada.
Acho que não tinha vontade. Porque as conversas encheram a tarde. Muito. De forma intensa.
Perdem-se medos, contam-se histórias (verdadeiras) e assim se conhecem as pessoas.
É bom que isso vá acontecendo. Faz-me acreditar mais nas pessoas. E preciso disso. Afinal de contas é o que conta.

terça-feira, dezembro 28, 2004

Rugas

Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer as primeiras rugas

Rugas de chorar
Rugas de sorrir
Rugas de cantar
Começo a franzir
Rugas de chorar
Rugas de cantar
Rugas de sentir
Rugas...

Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer algumas rugas


A voz da Manuela Azevedo cai que nem uma luva...

O que fiz

Sinceridade. Fiquei contente. É como digo: a verdade é sempre a melhor forma de justificar tudo.
Mas gosto de saber tudo. Mesmo tudo.

Pais à venda

Sentado, com as pernas cruzadas e em cima da poltrona. Escrevo. Muito. Publico pouco. Acho que não devo publicar tudo. Porque é muito pessoal, porque não quero que todos leiam, reflictam, comentem. Guardo as coisas para mim e para quem quero.
É o umbigo.
Quem me mandou ser complicado?
Preciso. Sempre. Constantemente. Ferozmente.
A verdade verdadinha é que não quero deixar as coisas morrerem na praia. E que prefiro sair magoado, mas com a certeza de que fiz tudo o que estava ao meu alcance. É mais doloroso, sem dúvida. Mas melhor como pessoa. Em relação a mim e aos outros.

segunda-feira, dezembro 27, 2004

Coisas que deveria fazer I

Repensar-me. Saber exactamente o que quero.
Perdi-me no caminho.

Experiências com a luz ligada

Começam hoje, numa sala sem luz.

domingo, dezembro 26, 2004

As coisas vão recomeçar.

Faz agora dois meses (mais ou menos) que andava tudo tremido. Talvez porque pressentia o abalo que afectou cá o país ou este último, que mexeu com a parte asiática do mundo - como se "asiática" fosse uma doença.
Seja. Andámos algum tempo assim. Tu em GMT+5 e eu em GMT-1.
Desconversados. Desencontrados. Desfalados. Desentendidos (sem implicar discussão).
Hoje encontramo-nos (ou fizemos a primeira ronda de negociações para isso). Espero reencontrar-te. Ando a precisar de mim.

Resultado

Dinheiro. Algum - faz sempre jeito. Os ténis (já os mostrei aqui). Um casaco (já o vesti hoje). Uma camisola. Pastilhas para a criatividade (porque nunca se sabe quando precisaremos delas). O CD deles. Mas falta-me qualquer coisa. Talvez por sentir a tua falta.
Agora cama, que amanhã há trabalho.

sábado, dezembro 25, 2004

Foi pena

Terem-me telefonado para regressar à base. A conversa estava óptima :)

sexta-feira, dezembro 24, 2004

Mensagens de Natal

Castiguem-me.
Não respondi a todas as pessoas que me enviaram mensagens de Natal. Porque não carreguei o telemóvel. Shame on me.

quinta-feira, dezembro 23, 2004

Agora que olho para outro lado

Este blog tem mais de um ano!

Segredo

Tenho um segredo escondido desde Julho. E claro que não conto a ninguém. A não ser que saibam levar-me. Trinta segundos e bom vocabulário. I'm easy!

Dia 3

Re-eureka.
Com um pequeno pózinho de coiso, a coisa coisou. E foi coisada.

O ó que som tem?

Para cima, para baixo. No meio. Paremos.

Cruzar dados

Ora se me dizes que sim e eu te digo que não, a resposta é qual?
E se me dizes que sim e eu não, como ficamos?
Afinal de contas temos de ter um timming.
Acertemos, pois, os relógios.
Um post escrito com muito prazer.

Em casa

Dia 2:
Consegui! Eureka!
Amanhã limo as arestas que faltam, et voilá!

Numa de citar, porque me apetece

"O meu pensamento muitas vezes trabalha silenciosamente
Com a mesma doçura duma máquina untada que se move sem fazer barulho
Sinto-me bem quando ela assim vai e ponho-me imóvel
Para não desmanchar o equilíbrio que me faz tê-lo desse modo
Pressinto que é nesses momentos que o meu pensamento é claro
Mas eu não o oiço e silencioso ele trabalha sempre de mansinho
Como uma máquina untada movida por uma correia
E não posso ouvir senão o deslizar sereno das peças que trabalham
Eu lembro-me às vezes de que todas as outras pessoas devem sentir isto como eu
Mas dizem que lhes dói a cabeça ou sentem tonturas
Esta lembrança veio-me como me podia vir outra qualquer
Como por exemplo a de que eles não sentem esse deslizar
E não pensam em que o não sentem"

"Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar."

Fernando Pessoa, 18-9-1933

quarta-feira, dezembro 22, 2004

Cito-te, porque me reflicto aí

"A ferver em pouca água... mas é cristalina.
Acho que estou a ficar com fama de ter mau feitio. Mas mais vale ter a fama - e o proveito - de ter mau feito, berrar, espernear, passar-me e até mandar uns bojardos sem filtro, do que calar e falar nas costas, engolir e arranjar uma úlcera no estômago. Não me faço de santa e às vezes passo-me. Não quero com isso dizer que não goste das pessoas com quem berro, antes pelo contrário. É quando me calo que desisto, é quando me calo que o verdadeiro caldo fica entornado. Enquanto mando vir, importo-me, interesso-me, afecto-me. Sem diplomacia, mas com respeito. Enquanto me manifesto, as coisas rolam.
Não pensem o pior me mim, critiquem-me para eu crescer. Isso, eu contesto, mas agradeço. Preciso que me entendam e me concedam alguma amplitude de movimentos, uma margem fixe de segurança. Porque fica tudo bem. Quem em conhece já sabe que é assim. Fervo em pouca água, mas é cristalina. Faço um esforço enorme para entender toda a gente, mas há dias em que o que me irrita me frita, e eu fervo e bato no tecto, mas ainda assim nunca mando ofensas mesmo pessoais e demolidoras. É só bojardos, carvalhadas (é das más companhias porque não foi assim que fui educada), e muito foguete de vista. Depois esfuma-se tudo e voltamos às boas. Eu volto. Pelo menos, eu volto."

PS: Por favor, não me comentem. Eu não vou ler

Terror de um copy

Sair de casa para escrever. Levar o caderno, a esferográfica e a vontade de escrever. Sentar-me na mesa de um café. Encontrar o busílis. Começar a escrever. A esferográfica falha. Nova tentativa. Empurrão, abanadela...
Não há hipótese. Encomendou mesmo a alma ao criador... Merda. Não há ninguém a quem pedir uma esferográfica emprestada. No café usam daqueles comandos electrónicos... QUE FAZER?

terça-feira, dezembro 21, 2004

Em casa

Trabalhar em casa.
Dia 1:
Está a correr bem. Pude ir par ao café do murinho, o que permitiu ouvir as conversas dos velhotes que lá param. As ideias foram surgindo e anotadas.
Em casa: falou-se com as pessoas, leu-se, arrumou-se e fez-se a revisão de alguns textos.

sexta-feira, dezembro 17, 2004

Estado meteorológico

Depois da tempestade espera-se a bonança...

quinta-feira, dezembro 16, 2004

"Bonita"

I smell your clothes when you're not here
I smell your clothes when you're not near
I smell your things, why disappear?

by Nuno Gonçalves
The Gift

Afirmação de princípios

Há milho que é só para uma galinha. Mesmo que esteja no campo. Pronto a ser comido.

quarta-feira, dezembro 15, 2004

Pergunta do dia

Será tão difícil perceber-se português?

O que é o projecto Mickeytosh?

As intruções estão aqui. A minha participação para o projecto, aqui

Mais velho

Sou irmão de duas pessoas fantásticas. Duas pessoas com quem me preocupo muito, amigas, verdadeiras e esforçadas.
Gosto muito do Miguel e da Luísa.
(apeteceu-me dizer isto)

terça-feira, dezembro 14, 2004

Pergunta muito pouco retórica

Que tal uns bolinhos na Quinta-feira, 16 de Dezembro?

ADIADO SINE DIE

segunda-feira, dezembro 13, 2004

Inconfidência necessária

(apagado porque não quero comentários)