domingo, novembro 23, 2003

Sai

Vai-te embora. Não deixes nada de ti aqui. Não quero ver nada do que seja teu. Nem o teu número, nem o teu e-mail, nem os teus contactos. Vai. Não deixes ficar nada excepto aquele que foi o teu cheiro, o teu aroma. Apenas isso fica, de físico. E aquilo que me conseguir recordar. Mas não faço esforço. Para me lembrar.

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