Sair à noite é daquelas coisas fantásticas. Como muitos de nós estão um pouco "tocados" as coisas parecem discorrer mais facilmente. Preocupámo-nos melhor (não é o trágico nem o triste da preocupação). Pensámos nas pessoas que não estão connosco, as que não se sentiram bem.
É estranho, mas a noite faz-nos mexer mais. Dançar (ou abanarmo-nos mais que o normal), falar (muito mais que o normal), ouvir (também), e ver. Muito ver. Ver como as pessoas pegam nos copos, como pedem as bebidas, os tiques dos rapazes quando elas passam. Desde o "menina!", quase sussurrado ao mais banal "caíste do céu?".
Há de tudo. E elas também são assim. O modo como olham, como dançam fingindo que não vêem o "tal" que está a passar.
Mas neste aspecto elas batem-nos aos pontos. São muito mais subtis.
Mas não era sobre isto que queria escrever.
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