Dias vazios. Sem palavras, sem pensamentos geniais, sem qualquer tipo de vida mental.
Tenta-se arrumar o que ficou fora do sítio. Seja a roupa espalhada no quarto, já que as seis da manhã o discernimento e vontade de arrumar as coisas não abunda; seja os documentos (onde está o meu BI?); os livros que se pegaram da estante ou os brinquedos da cadela, que ela insite em esconder debaixo da minha cama.
São os piores dias. Olhamos para trás, tentando analisar o que fizemos: nada. Um grande zero.
Odeio sentir-me assim.
A culpa foi de ontem à noite. Da saída com este menino, esta menina e esta menina. Estes ficaram até mais tarde. Esta outra menina e menino também estiveram, embora se tenham retirado mais cedo, é certo.
Mas foi uma noite porreira. E fomos aos bolos, claro.
Sem comentários:
Enviar um comentário