Andavam dez dedos e uma cabeça. Os três perdidos entre briefings, filmes, projectos que não se concretizam e ordens contrárias. De repente (e como quem não quer a coisa), aparece o - vamos chamar-lhe assim - coração.
E logo fodeu tudo. A partir daí, dedos e cabeça começam a perder-se. A vontade de sairem juntos por aí, a cabeça no meios dos dedos, eles a segurarem-na, perdeu-se.
O Coração resolveu mandar e tirar-lhes a autonomia. Ou a "pica".
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