domingo, janeiro 28, 2007

Numa de testes (aka: não tenho nada para fazer, finalmente)

You Are 30% Left Brained, 70% Right Brained

The left side of your brain controls verbal ability, attention to detail, and reasoning.
Left brained people are good at communication and persuading others.
If you're left brained, you are likely good at math and logic.
Your left brain prefers dogs, reading, and quiet.

The right side of your brain is all about creativity and flexibility.
Daring and intuitive, right brained people see the world in their unique way.
If you're right brained, you likely have a talent for creative writing and art.
Your right brain prefers day dreaming, philosophy, and sports.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

De repente faz-se luz



De repente começamos o dia por ir contra a nossa natureza: "Porra, hoje vou chegar depois da hora. Não quero saber!"
Depois recusamo-nos a ir pela natureza dos outros: "Pá, tenho pena, mas estou cheio de trabalho. Tivessem previsto isso no planeamento. Tenho três trabalhos para amanhã, incluindo uma campanha inteira e o mix de comunicação da mesma." ou "Pá, não pego na mota porque queres comer isso. Eu vou ali acima."

Depois a luz acende-se: "Eureka!" A FRASE sai. Sem autorização, sem esperar que eu abra o caderno ("Espera aí Feteria, que tive A IDEIA.")
Almoço. Surpreender o account e a DC. A frase que penso que traduz o briefing é "ESTA". Sorrisos de satisfação, felicitações.
Uma tarde a dirigir o trabalho. A dizer o que entra, não entra e como entra. Sugerir meior diferentes dos habituais. Tentar guerrilha-marketing. Fazer o meu trabalho. Ler, ler, ler, ler, ler.
O resultado será apresentado daqui a umas 15 horas.
Estou ansioso.

terça-feira, janeiro 23, 2007

Fechar o tasco


Era meia noite. Só os bêbados do costume é que estavam a poluir a sala: gritos, garrafas e copos partido.

História inacabada ou em constante (des)construção


Andavam dez dedos e uma cabeça. Os três perdidos entre briefings, filmes, projectos que não se concretizam e ordens contrárias. De repente (e como quem não quer a coisa), aparece o - vamos chamar-lhe assim - coração.
E logo fodeu tudo. A partir daí, dedos e cabeça começam a perder-se. A vontade de sairem juntos por aí, a cabeça no meios dos dedos, eles a segurarem-na, perdeu-se.
O Coração resolveu mandar e tirar-lhes a autonomia. Ou a "pica".

Isto anda lindo, anda



Sono, trabalho, sono, trabalho.

Acho que nestes últimos tempos não conheço mais palavras. O meu léxico insiste em apertar-me e ligar dois mundos diferentes, qual metáfora da gota de água que cai no rio.
O sono é cada vez mais curto: oriento-me com 6/7 horas por noite, sempre com sonhos sobre posicionamentos, copys e merdas afins. Já não me lembro de um sono que compense a outra palavra. Desgasto-me. Durante o dia com o T. À noite com o S.
Vida pessoal é uma conjugação que não tem apontamento na agenda. Não há filmes, peças de teatro, saídas para relaxar, concertos de uma banda tibetana ou merdas parecidas.
Depois dizem que não há inspiração, que os copys são maus ou que as palavras não combinam. Mas mesmo assim insistem em passar-me trabalho ao fim do dia, para ser feito e entregue ao cliente no dia seguinte, "porque se comprometeram com essa data". E assim ando. Ao desmando dos outros, para a frente e para trás, subindo e descendo escadas... e a tentar perceber se estou bem neste dling-dlong de um lado para outro ou se devia deixar cair o dling e dlong e fazer bang. Mandar tudo à urtigas, ir fazer outra coisa para desanuviar a cabeça e ver formas diferentes de ver o que vejo e escrevo e sinto e escrevo e mando para o caralho o que faço todos os dias.

Mas depois chega a alura fixe: em que penso que o dling e o dlong se divorciaram, em que penso que o bang aconteceu e o xaran volta à ordem do dia. Dia... que se torna pequeno para fazer um bom bang. Por isso o bang passa a dling e dlong.

Não sei porque estou a fazer metáforas com onomatopeias. Deve ser do cansaço. Ou da falta de saber o que é, na verdade, o cansaço.

E agora não vou fazer como no trabalho. Não vou reler para ver se está tudo no lugar certo, se a frase tem a métrica correcta ou se tem fio condutor. Vou deixar ficar como está. Quem ler que tente encontrar um fio condutor. Ou dois. Ou três. Ou dois fios condutores e um fio terra.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Um artista verdadeiramente português



Sem mais palavras. Um artista que canta e encanta.
Mais no site dele.
Divirtam-se.

domingo, janeiro 07, 2007

O princípio de uma coisa

Hoje é o prinípio de uma coisa que não interessa dizer a ninguém, porque é uma coisa minha, a qual não quero partilhar com ninguém.
É uma coisa que me vai ajudar muito, deixa-me mais confortável e permitir-me-á mais e maiores doses de informação.

Talvez amanhã deixe ficar aqui uma fotografia do que é.