que me dá vontade de escrever. De deixar os dedos escorregar pelas teclas e dar-lhes a vez de pensar. É por esta altura que falo do trabalho: do que custa arranjar e encontrar "a ideia", sobretudo quando o trabalho de dupla tem de ser feito de mim para comigo. Das dores de parto que sinto de cada vez que tenho uma campanha para fazer sem briefing, do que tenho de procurar para fazer um para mim mesmo e debriefar para mim mesmo.
Custa. Muito.
Mas também é por esta altura que dou valor aos meus gatinhos, à Juma e à Nuna (não necessariamente por esta ordem). À sorte que tenho em trabalhar num sítio com pessoas da minha idade, ao ambiente que lá tenho e vou criando. Mas também não é tudo. Sinto falta das "borboletas no estômago", de briefings que me despertam para a criação (obrigado Tiago) e do resultado que deles vem.
Pronto. Acho que por agora não quero escrever mais, embora esteja a gostar do som das teclas. E também me lembro dos amigos e do bocado (sempre pouco) que passo com eles...
Vou dormir.
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