quarta-feira, março 29, 2006
quinta-feira, março 23, 2006
É hoje :)
Um pequeno ser quadrúpede torna-se independente da sua progenitora e dá o passo essencial na sua vida: arranja um lar.
O Gaspar começa a sua vida enquanto animal doméstico de uma pessoa descontrolada, estúpida e viciada em computadores, escrita e (censurado). A outra pessoa é mais controlada, organizada e obrigada a ser viciada em trabalho.
O Gaspar começa a sua vida enquanto animal doméstico de uma pessoa descontrolada, estúpida e viciada em computadores, escrita e (censurado). A outra pessoa é mais controlada, organizada e obrigada a ser viciada em trabalho.
quarta-feira, março 22, 2006
Cansadito
Depois de 21 horas fechado numa sala de 24 metros quadrados, saí.
O dia já nascia, os varredores já andavam pela cidade, a prepará-la para mais um dia: cinzento, triste, fechado.
Cheguei a casa. Abri o portão. Não me lembrava de ter deixado o pão em cima da mesa e tremi quando vi a louça acumulada, a gritar por um banho.
Ignorei-a.
Despi-me, lavei os dentes, que ansiavam há já algumas horas pela pasta de dentes.
Deitei-me.
Liguei a televisão, para que as notícias me cantassem uma canção de embalar. Vi as capas dos jornais, uma notícia sobre as ribeiras de Lisboa. Não me lembro e mais nada.
10:42. O telemóvel toca. Atendo. Era a minha mãe. O Tiago, que estava em coma profundo há uma semana e tal no Santo António, tinha falecido. Tive de voltar a adormecer. Acordei era meio-dia. Deixei-me ficar na cama até às 13. Levantei-me com o sinal horário das 13, a marca de arranque do Primeiro Jornal da SIC. Banho, passar a roupa a ferro.
Trabalho.
O dia já nascia, os varredores já andavam pela cidade, a prepará-la para mais um dia: cinzento, triste, fechado.
Cheguei a casa. Abri o portão. Não me lembrava de ter deixado o pão em cima da mesa e tremi quando vi a louça acumulada, a gritar por um banho.
Ignorei-a.
Despi-me, lavei os dentes, que ansiavam há já algumas horas pela pasta de dentes.
Deitei-me.
Liguei a televisão, para que as notícias me cantassem uma canção de embalar. Vi as capas dos jornais, uma notícia sobre as ribeiras de Lisboa. Não me lembro e mais nada.
10:42. O telemóvel toca. Atendo. Era a minha mãe. O Tiago, que estava em coma profundo há uma semana e tal no Santo António, tinha falecido. Tive de voltar a adormecer. Acordei era meio-dia. Deixei-me ficar na cama até às 13. Levantei-me com o sinal horário das 13, a marca de arranque do Primeiro Jornal da SIC. Banho, passar a roupa a ferro.
Trabalho.
quinta-feira, março 09, 2006
Mais um blog. É como as cerejas.
O Gaspar tem um blog só dele. Possivelmente é o único gato português a beneficiar de um site dedicado a ele.
Está em o-gaspar.blogspot.com
Está em o-gaspar.blogspot.com
quarta-feira, março 08, 2006
Boing! Bong!
Lateja na cabeça, no espírito e no humor. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
E água dura em pedra mole? Qual o efeito? Não será pior? Sobretudo quando a água continua a bater na pedra depois de furada…
E água dura em pedra mole? Qual o efeito? Não será pior? Sobretudo quando a água continua a bater na pedra depois de furada…
Não me consumas
Não sou coisa nova
Para a tua moda
Não sou a dança do teu penteado
Nem o cabide do teu novo fato
Sempre gostaste de ser
A coca do geral parecer
Não sou o espelho da tua vaidade
Nem a pastilha do teu à vontade
Não comigo não
Não sou canal de televisão
Para a tua moda
Não sou a dança do teu penteado
Nem o cabide do teu novo fato
Sempre gostaste de ser
A coca do geral parecer
Não sou o espelho da tua vaidade
Nem a pastilha do teu à vontade
Não comigo não
Não sou canal de televisão
terça-feira, março 07, 2006
I'm Open
a man lies in his bed in a room with no door
he waits hoping for a presence, something, anything to enter
after spending half his life searching, he still felt as blank
as the ceiling at which he's staring
he's alive, but feels absolutely nothing
so, is he?
when he was six he believed that the moon overhead followed him
by nine he had deciphered the illusion, trading magic for fact
no tradebacks...
so this is what it's like to be an adult
if he only knew now what he knew then...
i'm open
i'm open
come in
come in
come in
come in
i'm open
i'm open
come in
come in
come in
come in
lying sideways atop crumpled sheets and no covers
he decides to dream...
dream up a new self for himself
sábado, março 04, 2006
É ele!
Mais um do puto
Tudo verdade...
Um portátil é um avanço considerável na casa de qualquer pessoa. Antes, deixava as pesquisas e os contactos do MSN a meio sempre que ia à casa de banho, ou ao café. Parece de loucos, e é mesmo! Imaginem-se na retrete, confortáveis, a consultar um catálogo Outono/Inverno de cotonetes, ou aproveitar o fundo branco da parede da casa de banho para uma chamada de videoconferência com a empresa (tendo sempre o cuidado de tossir pra disfarçar algum som de fundo)... no futuro, teremos net no parque da Avenida Central, e as velhas cartas vão ser substituidas pelas "Copas em Rede" (jogo que nunca abandona o windows), consultar o saldo do banco-online à procura da pensão, requisitar uma ambulância para transporte, encomendar pizza e vodka... uma diversidade de serviços para que as hemorróidas sejam a causa Nº1 de desconforto dos cibernautas. Há pomadinhas pra isso (vejo aqui oportunidade de negócio).
Um portátil é um avanço considerável na casa de qualquer pessoa. Antes, deixava as pesquisas e os contactos do MSN a meio sempre que ia à casa de banho, ou ao café. Parece de loucos, e é mesmo! Imaginem-se na retrete, confortáveis, a consultar um catálogo Outono/Inverno de cotonetes, ou aproveitar o fundo branco da parede da casa de banho para uma chamada de videoconferência com a empresa (tendo sempre o cuidado de tossir pra disfarçar algum som de fundo)... no futuro, teremos net no parque da Avenida Central, e as velhas cartas vão ser substituidas pelas "Copas em Rede" (jogo que nunca abandona o windows), consultar o saldo do banco-online à procura da pensão, requisitar uma ambulância para transporte, encomendar pizza e vodka... uma diversidade de serviços para que as hemorróidas sejam a causa Nº1 de desconforto dos cibernautas. Há pomadinhas pra isso (vejo aqui oportunidade de negócio).
Citando o (para mim) eterno puto
Coisas que a minha cadela percebe:
- Comida, cão, gato, mosca, deita, senta, rua, passear, banho, bola, ninho.
e as que nao percebe:
- Propinas, Partido Popular, poluição, Portugal.
Por isso vive feliz.
- Comida, cão, gato, mosca, deita, senta, rua, passear, banho, bola, ninho.
e as que nao percebe:
- Propinas, Partido Popular, poluição, Portugal.
Por isso vive feliz.
sexta-feira, março 03, 2006
quinta-feira, março 02, 2006
Filosofia de algibeira
Talking too much brings you no good things.
Don’t try to be everyone’s friend.
Don’t try to be everyone’s friend.
Continuando a escrever…
Comprei mais moleskine’s. Acho que isto se vai tornar um vício.
Gosto do papel. É diferente do papel “normal”. Permite que eu escreva com esferográficas diferentes. Isto é bom porque vou experimentando outras formas de escrita. E ultimamente tenho-me dedicado a descrever por desenhos situações “normais”. E penso que têm resultado. Acabo por me rir do que vou escrevinhando.
Voltando ao assunto. As moleskine que comprei são diferentes. Não têm capa dura, nem o tradicional elástico. São de capa mole e perfeitas para andarem no bolso de trás das calças.
Gosto do papel. É diferente do papel “normal”. Permite que eu escreva com esferográficas diferentes. Isto é bom porque vou experimentando outras formas de escrita. E ultimamente tenho-me dedicado a descrever por desenhos situações “normais”. E penso que têm resultado. Acabo por me rir do que vou escrevinhando.
Voltando ao assunto. As moleskine que comprei são diferentes. Não têm capa dura, nem o tradicional elástico. São de capa mole e perfeitas para andarem no bolso de trás das calças.
Descobertas
A marca é Milbona, e apresenta-se como “Creme Supreme”. Descobri que ADORO comer isto à colherada, ou acompanhando um fruto vermelho.
Gosto tanto que como directamente do recipiente.
Gosto tanto que como directamente do recipiente.
Isto está a dar para escrever muito…
Agora lembrei-me que há muito tempo que tenho vindo a cozinhar. Muitas vezes só para mim, outras vezes para mim e mais pessoas.
Mas nunca cozinho só para uma pessoa. Porque dá muito trabalho.
Por isso prefiro fazer mais um bocado e comer o mesmo durante dois dias. Acrescento uma ou outra variação, para não comer sempre o mesmo... e pronto! Ready to eat :)
Mas nunca cozinho só para uma pessoa. Porque dá muito trabalho.
Por isso prefiro fazer mais um bocado e comer o mesmo durante dois dias. Acrescento uma ou outra variação, para não comer sempre o mesmo... e pronto! Ready to eat :)
Motivos para escrever
Por vezes, os motivos para escrever aparecem não se sabe de onde.
De conversas que temos com amigos, por acontecimentos que presenciamos ou em que temos participação.
Este post não tem nada a ver nem com uma coisa nem com outra. Ou até tem.
Escrevo porque hoje me deu para isto. Descarregar no teclado palavras. Com ou sem relação. Com ou sem propósito.
Hoje deu-me para isto. Escrevo porque penso que as coisas poderiam ser de outra maneira, se o tempo e os acontecimentos o permitissem. Eu gostava que sim. Que eu dissesse o que quero, a quem quero e como quero.
Mas não o vou fazer.
Por isso deixo isto escrito. Eu sei a que se refere. A quem se refere e como isto não é para ser lido põe quem gostaria que fosse. Fico-me por aqui.
De conversas que temos com amigos, por acontecimentos que presenciamos ou em que temos participação.
Este post não tem nada a ver nem com uma coisa nem com outra. Ou até tem.
Escrevo porque hoje me deu para isto. Descarregar no teclado palavras. Com ou sem relação. Com ou sem propósito.
Hoje deu-me para isto. Escrevo porque penso que as coisas poderiam ser de outra maneira, se o tempo e os acontecimentos o permitissem. Eu gostava que sim. Que eu dissesse o que quero, a quem quero e como quero.
Mas não o vou fazer.
Por isso deixo isto escrito. Eu sei a que se refere. A quem se refere e como isto não é para ser lido põe quem gostaria que fosse. Fico-me por aqui.
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