Está decido. Vou-me despedir. Foram três meses em que aprendi muito. Mesmo muito. Mas também foram três meses de muito stress, de ansiedade, de noites mal dormidas, de cara soturna e temperamento detestável. Tempo em que não era eu mesmo. Em que as pessoas diziam "Estás mais triste! Não és tão palhaço!" (Isto é um elogio).
Por isso mando tudo para o caralho. Prezo a minha sanidade mental. É por ela que saio.
Seja como for: arranjei um trabalho num tasco. Já me vai dar algum dinheiro. Pelo menos até meados de agosto tenho que fazer.
Quanto ao resto. Muitas ideias vão surgindo e muitas coisas já estão a ser escritas, pensadas e passadas para o papel.
No mês de Julho vou à guerra. Aguardem mais notícias.
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