quinta-feira, junho 30, 2005

E que tal fechar esta merda?

Agora que já me começo a chatear de escrever aqui, que tal fechar esta merda?
Concerteza haveria muito boa gente contente. Ou então não...
Seja como for, vou ponderar.

É preciso muito cuidado

Por fora sou inofensivo. Mas quem me conhece verdadeiramente sabe como sou.
O que me vale é que os dedos das mãos chegam para contar essas pessoas.

Saudade

Quem me dera não ter nada para fazer. Melhor. Quem me dera ter algo que me desse prazer em fazer...

Olhando para trás

Olhando para trás não vejo do que me arrependa. Penso que fiz as coisas como deveriam ser feitas. Talvez não tenha sido entendido e isso descambou em desacordo, confusão e discussão.
Olhando para trás não me arrependo.
Mas a partir de agora tenho de ser mais eu.

Hoje

Hoje estou por cá. Escrevo as coisas em directo, ao vivo e a cores.
Depois de um dia de merda, estou perto de tomar uma decisão que vai afectar em muito a minha vida. Estou a um passo de me despedir. Melhor, estou a um pedido de desculpas formal e sentido. Se ele não se realizar, volto a trabalhar na Toys r'Us e arranjo outro part-time qualquer. Penso que chegou a altura de pensar mais em mim e na minha saúde mental e afins, do que na merda de um trabalho que não me traz a satisfação que eu pensava que ia trazer.
Vou andar mais teso, mas mais feliz. Vou ter tempo para ter ideias e construir portfolio, vou aprender a mexer no Photoshop, no Freehand e no Flash.
Se entretanto conseguir, aida vou trabalhar a fazer umas revisões de textos para uma cena que encontrei na net. Caso isso também não resulte, sei que a Brisa anda a precisar urgentemente de portageiros. Não é das melhores coisas, mas sempre dá para ir lendo qualquer coisinha entre uma e outra passagem de carros...
'Sa lixe. Tenho o apoio total de quem não lê este blog, pessoas que significam muito, mesmo muito para mim.
Se elas me apoiam, tenho tudo.
A ver vamos.

I’m thinking it’s a sign

São nove da noite quando começo a escrever. O dia foi porreiro. Não me chatearam a cabeça e as dores de peito que me costumam assolar pela manhã passaram cedo. Porque não me chateara. De certeza que foi por isso.
Agora que estou em casa, depois de jantar e ter arrumado a cozinha, sento-me frente à TV. Está a dar o Brasil com a Argentina. Os brasileiros estão a ganhar.
Eu estou para aqui sentado na cama, a escrever. Sobre o quê? Nem sei, para ser sincero. Vou escrevendo à medida que os dedos se movimentam sobre o portátil. Estou cheio de vontade de ir ao mar. Sim. Mas a mother nature não ajuda. Guardou as ondas para ela, ou levou-as para outro lado.
Anseio por sexta-feira. Porque vou estar com quem quero estar desde a semana passada. Sem elas os dias vão-se arrastando. São dias e não DIAS.
Sempre que estamos juntos as coisas correm melhor. (O Brasil acaba de marcar o 4º golo). Mesmo nos dias em que um ou outro chega a casa com carrancudo: ou porque o dia correu mal, ou por ser muito tarde e já não dar para irmos até à Foz andar um bocado a pé e tomar um café.
(A música lá vai tocando: “I want to take you far from the cynics in this town”)
Sei o que é sentir a falta de alguém. Estou a sabê-lo agora. É a primeira vez em 3 meses que estou tanto tempo com a casa tão vazia… por isso é que estou a escrever estas merdas sem nexo algum. Se ela cá estivesse, mesmo que ainda não em casa, as coisas seriam diferentes. Não teria jantado, o jantar seria mais elaborado e já tinha arrumado o quarto, que se encontra meio “ao abandono”. Amanha arrumo tudo.
Para a receber, depois de tantas horas de avião. Sexta queria sair mais cedo. Para ter mais tempo para mim, para ela, para nós.
Porra, porque estou a escrever esta merda? Acho que me vou calar. Nesta altura muita gente já deve ter parado de ler. “Não estamos para ler esta merda”, pensam. E desistem.
Outros ainda lêem, “para ver onde isto vai dar”. Há quem já tenha exclamado “Este gajo escreve tão mal! Não dá erros ortográficos, mas escreve mal. É tudo atabalhoado”.
Para estes tenho uma resposta: “Vão trabalhar, vão fazer outra coisa. Só está a ler isto quem quer, ou quem pensa que isto vai dar alguma coisa”. Mas não… não vai levar a nenhum sítio.
Acho até que vou parar por aqui. Tenho aqui o Lobo Antunes, que está com vontade de me distrair com o mesmo que aqui ponho: letras, ideias dispersas, perdidas, à procura de serem encontradas.
E termino das melhores formas: “Come, come, come to my sweet melody”, remisturado pelo Herbert.

Palavras

O número de palavras emitidas nestes últimos tempos (desde segunda-feira) tem sido o mínimo possível. Porque me mantenho fora do MSN, porque não tenho a minha companhia da noite (BUÁAAAAA), do dia…

Mas sexta-feira isto muda tudo… ou quase tudo.

Flashes do início de noite de ontem

A música começa
Os primeiros acordes levam-me para fora de onde estou…
Chama-se Smile, o Álbum Genetic World. O grupo Télépopmusik.
E termina de um modo fácil: Don’t do this to me… again.

You’re my last breath
You’re a breath of fresh air to me
In your arms I fell… sunshine
The time is now
Let’s make this moment last
“Time is now” – Moloko, Album Statues

terça-feira, junho 28, 2005

Por vezes, acontece isto. Ficamos como o tempo.

segunda-feira, junho 27, 2005

domingo, junho 26, 2005

As fãs do Jamiroquai já têm nome...

segunda-feira, junho 20, 2005

Patrocínio

Como decerto repararam, o patrocínio aqui do cantinho mudou.
Recomendo a todas e todos que se costumam precaver nas melhores situações a experimentar mais este produto.
Vou-vos mantendo actualizadas e actualizados a este segmento do mercado de consumo.
Tenho dito.

domingo, junho 19, 2005

Boring, boring, boring...
A falta da prática do meu vício faz-me isto.

sábado, junho 18, 2005

terça-feira, junho 14, 2005

M - Tens uma hora para fazer uma assinatura.
E - E que valores queres transmitir?
M - Não sei... Qualquer coisa relacionada com construção?
E - Mas o quê?
M - Não sei. Construímos o seu futuro...
E - Isso não é mto visto?
M - Tu é que és o copy.
(meia hora e algumas propostas depois)

E - Estivemos a pensar. Isso do construir é normal. Arranja qualquer coisa que rime com o nome da empresa
- (o nome da empresa termina em erve) -
M - (em pensamento) erver, erver... serve, merve, perve, almocreve, imberbe...

- a pressão sanguínea aumenta nas veias... estou a ficar cego de tanto pensar... -

segunda-feira, junho 13, 2005

Objectivo

Este post só tem um objectivo: ver até quantos comentários consegue gerar.

sábado, junho 11, 2005

Ora porra, a mim também

Tamanho total dos arquivos de música do meu computador?
Qual deles?
À volta de 80 Gb. De tudo. Música clássia a electrónica.

Último disco que comprei?
Boa pergunta... Am-Fm, The Gift. Pelo inlay e a caixa.

Canção que estou a escutar neste momento?
Nenhuma. Apenas a TV em fundo.

5 Músicas que escuto um montão de vezes ou que têem um significado especial para mim?
hmm.
Clocks, Coldplay.
Landslide, Smashing Pumpkins.
Hoping, Mathew Herbert remix
Lithium, Nirvana
Zero, SP

Os 5 blogs a que vou passar esta coisa são:
Não passo nada a ninguém. Porque não me apetece :)

Sara, tem cuidado. Tem muito cuidado ;)

Desbocar e pronto

Assim se resolvem muitas coisas.

sexta-feira, junho 10, 2005

Decisões

Calar na altura certa.
Muito difícil, mas com óptimos resultados.

quinta-feira, junho 09, 2005

Porquê?

Porque sim. Porque me identifico com
Porque gosto da escrita
Porque me faz lembrar de mais coisas
Porque me faz ter ideias
Porque gosto
Porque sim

Três livros.

Estou a ler três livros de três autores portugueses. Rui Zink, António Lobo Antunes e Miguel Esteves Cardoso.

O do Rui Zink porque gosto do gajo. Desde a Noite da Má Língua que simpatizo com a cara dele, o estilo de puto mal comportado e birrento.

Do António Lobo Antunes pouco conheço. A não ser o primeiro livro de crónicas, as quais me agradam. Pela fluidez.

O MEC é, para mim, fantástico. É violento e virulento. Mas ao mesmo tempo simpático e muito humano. Porque me identifico com os paradoxos que ele escreve.

Agora só me falta arranjar tempo p ler os livros... Acho que vou deixar de dormir, para ter tempo de fazer tudo.

Pérolas

quarta-feira, junho 08, 2005

Estou a perder a piada. Isto de escrever apenas para o btl está a limitar-me o discurso. Apenas saem palavras vazias, sem grande conteúdo. Nada de verdadeiramente único e diferente sai destes dedos, da cabeça... da boca.
Até os outros blogs sofrem com isto.

Mais uma

Numb
i'm tired of being what you want me to be
feeling so faithless
lost under the surface
i don't know what you're expecting of me
put under the pressure
of walking in your shoes
[caught in the undertow / just caught in the undertow]
every step that i take is another mistake to you

i've
become so numb
i can't feel you there
become so tired
so much more aware
i'm becoming this
all i want to do
is be more like me
and be less like you

can't you see that you're smothering me
holding too tightly
afraid to lose control
cause everything that you thought i would be
has fallen apart right in front of you

[caught in the undertow / just caught in the undertow]
every step that i take is another mistake to you
[caught in the undertow / just caught in the undertow]
and every second i waste is more than i can take

but i know
i may end up failing too
but i know
you were just like me
with someone disappointed in you

terça-feira, junho 07, 2005

Repetições

Parar para pensar. Muitas vezes é o que faz falta.
Todos os dias corro até chegar ao trabalho. Depois saio a correr até à praia. Visto o fato e calço os botins a correr. Vou a correr até à água. Aquecimento. Depois corro até às ondas. Remo rápido. Passar rebentações. Rápido. Cortar ondas. De modo rápido. Tentar manobras. Rápido outra vez. Canso-me. Páro. Venho a correr para o carro. Troco de roupa rapidamente. Corro para casa.
Cozinha rápida. Como mais calmamente. Depois durmo. Tento cumprir as 8 horas de sono. Quando não posso, durmo mais rapidamente.
E repito.

No fim de semana. Corro para casa. Estou a correr com a minha mãe e irmão, porque tenho de correr para ir ter com os amigos.

E repito.

Mew - Comforting sounds

I don't feel alright
in spite of these comforting sounds you make.
I don't feel alright
because you make promises that you break.
Into your house,
why don't we share our solitude?
Nothing is pure anymore but solitude.

It's hard to make sense,
feels as if I'm sensing you through a lens.
If someone else comes,
I'll just sit here listening to the drums.
Previously I never called it solitude.
And probably you know all the dirty shows I've put on.
Blunted and exhausted like anyone.
Honestly I tried to avoid it. Honestly.
Back when we were kids, we would always know when to stop.
And now all the good kids are messing up.
Nobody has gained or accomplished anything.

segunda-feira, junho 06, 2005

Letra do dia

Speed of sound
how long before I get in
before it starts, before I begin
how long before you decide
before I know what it feels like
where to?
Where do I go?
if you've never tried then you'll never know
how long do I have to climb
up on the side of this mountain of mine

look up, I look up at night
planets are moving at the speed of light
climb up, up in the trees
every chance that you get
is a chance you seize
how long am I gonna stand
with my head stuck under the sand
I start before I can stop
before I see things the right way up

all that noise, and all that sound
all those places I have found
and birds go flying at the speed of sound
to show you how it all began
birds came flying from the underground
if you could see it then you'd understand

Ideas that you'll never find
or the inventors could never design
the buildings that you put up
Japan and China all lit up
the sign that I couldn't read
or the light that I couldn't see
some things you have to believe
but others are puzzles, puzzling me

All that noise, and all that sound
all those places that i've found
and birds go flying at the speed of sound
to show you how it all began
birds came flying from the underground
if you could see it then you'd understand
oh when you see it then you'll understand

All those signs I knew what they meant
some things you can't invent
Some get made, and some get sent
ooh-ooh
birds go flying at the speed of sound
to show you how it all began
birds came flying from the underground
if you could see it then you'd understand
oh, when you see it then you'll understand

sábado, junho 04, 2005

Explícito

Que caralho de merda. Uma semana sem ondas. E o fim-de-semana pelo mesmo caminho.
Ai o caralho!

sexta-feira, junho 03, 2005

Sem acentos

A semana chega ao fim.
Resultado. Quem tem de gostar, gosta. Dizem que e honesto, directo e ao mesmo tempo "giro" e criativo.
Proxima semana. Comeca no sabado. Vou mandar o que tenho de mandar para onde tenho de mandar. E esperar que me contactem.
Se isso acontecer, instala-se a incognita.
Pode ser que leve companhia para la, nao e?

quinta-feira, junho 02, 2005

Para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima, para baixo, para cima.