sexta-feira, dezembro 31, 2004
O que nunca será o que poderá ser o último post.
Cores
quinta-feira, dezembro 30, 2004
Tempo
quarta-feira, dezembro 29, 2004
Resultado parcial
Acho que não tinha vontade. Porque as conversas encheram a tarde. Muito. De forma intensa.
Perdem-se medos, contam-se histórias (verdadeiras) e assim se conhecem as pessoas.
É bom que isso vá acontecendo. Faz-me acreditar mais nas pessoas. E preciso disso. Afinal de contas é o que conta.
terça-feira, dezembro 28, 2004
Rugas
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer as primeiras rugas
Rugas de chorar
Rugas de sorrir
Rugas de cantar
Começo a franzir
Rugas de chorar
Rugas de cantar
Rugas de sentir
Rugas...
Rugas...
Já começo a ter as primeiras rugas
Rugas...
Começam-me a nascer algumas rugas
A voz da Manuela Azevedo cai que nem uma luva...
O que fiz
Mas gosto de saber tudo. Mesmo tudo.
segunda-feira, dezembro 27, 2004
domingo, dezembro 26, 2004
As coisas vão recomeçar.
Seja. Andámos algum tempo assim. Tu em GMT+5 e eu em GMT-1.
Desconversados. Desencontrados. Desfalados. Desentendidos (sem implicar discussão).
Hoje encontramo-nos (ou fizemos a primeira ronda de negociações para isso). Espero reencontrar-te. Ando a precisar de mim.
Resultado
sábado, dezembro 25, 2004
sexta-feira, dezembro 24, 2004
Mensagens de Natal
Não respondi a todas as pessoas que me enviaram mensagens de Natal. Porque não carreguei o telemóvel. Shame on me.
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Segredo
Cruzar dados
E se me dizes que sim e eu não, como ficamos?
Afinal de contas temos de ter um timming.
Acertemos, pois, os relógios.
Um post escrito com muito prazer.
Numa de citar, porque me apetece
Com a mesma doçura duma máquina untada que se move sem fazer barulho
Sinto-me bem quando ela assim vai e ponho-me imóvel
Para não desmanchar o equilíbrio que me faz tê-lo desse modo
Pressinto que é nesses momentos que o meu pensamento é claro
Mas eu não o oiço e silencioso ele trabalha sempre de mansinho
Como uma máquina untada movida por uma correia
E não posso ouvir senão o deslizar sereno das peças que trabalham
Eu lembro-me às vezes de que todas as outras pessoas devem sentir isto como eu
Mas dizem que lhes dói a cabeça ou sentem tonturas
Esta lembrança veio-me como me podia vir outra qualquer
Como por exemplo a de que eles não sentem esse deslizar
E não pensam em que o não sentem"
"Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar."
Fernando Pessoa, 18-9-1933
quarta-feira, dezembro 22, 2004
Cito-te, porque me reflicto aí
Acho que estou a ficar com fama de ter mau feitio. Mas mais vale ter a fama - e o proveito - de ter mau feito, berrar, espernear, passar-me e até mandar uns bojardos sem filtro, do que calar e falar nas costas, engolir e arranjar uma úlcera no estômago. Não me faço de santa e às vezes passo-me. Não quero com isso dizer que não goste das pessoas com quem berro, antes pelo contrário. É quando me calo que desisto, é quando me calo que o verdadeiro caldo fica entornado. Enquanto mando vir, importo-me, interesso-me, afecto-me. Sem diplomacia, mas com respeito. Enquanto me manifesto, as coisas rolam.
Não pensem o pior me mim, critiquem-me para eu crescer. Isso, eu contesto, mas agradeço. Preciso que me entendam e me concedam alguma amplitude de movimentos, uma margem fixe de segurança. Porque fica tudo bem. Quem em conhece já sabe que é assim. Fervo em pouca água, mas é cristalina. Faço um esforço enorme para entender toda a gente, mas há dias em que o que me irrita me frita, e eu fervo e bato no tecto, mas ainda assim nunca mando ofensas mesmo pessoais e demolidoras. É só bojardos, carvalhadas (é das más companhias porque não foi assim que fui educada), e muito foguete de vista. Depois esfuma-se tudo e voltamos às boas. Eu volto. Pelo menos, eu volto."
PS: Por favor, não me comentem. Eu não vou ler
Terror de um copy
Não há hipótese. Encomendou mesmo a alma ao criador... Merda. Não há ninguém a quem pedir uma esferográfica emprestada. No café usam daqueles comandos electrónicos... QUE FAZER?
terça-feira, dezembro 21, 2004
Em casa
Dia 1:
Está a correr bem. Pude ir par ao café do murinho, o que permitiu ouvir as conversas dos velhotes que lá param. As ideias foram surgindo e anotadas.
Em casa: falou-se com as pessoas, leu-se, arrumou-se e fez-se a revisão de alguns textos.
sexta-feira, dezembro 17, 2004
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Afirmação de princípios
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Mais velho
Gosto muito do Miguel e da Luísa.
(apeteceu-me dizer isto)
terça-feira, dezembro 14, 2004
segunda-feira, dezembro 13, 2004
sábado, dezembro 11, 2004
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Só para que se saiba
ARTIGO 24.º
(Processo de remoção de dejectos de animais)
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Os proprietários ou acompanhantes de animais devem proceder à limpeza e remoção imediata dos dejectos produzidos por estes animais nas vias e outros espaços públicos, excepto os provenientes de cães-guias quando acompanhados por cegos.
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Os dejectos de animais devem, na sua limpeza e remoção, ser devidamente acondicionados de forma hermética, nomeadamente em sacos plásticos, para evitar qualquer insalubridade.
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A deposição de dejectos de animais, acondicionados nos termos do número anterior, deve ser efectuada nos equipamentos de deposição de RSU existentes na via pública, mais especificamente, contentores e papeleiras ou, se dentro do horário da recolha porta-a-porta, junto de outros resíduos colocados na via pública.
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE III
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE II
Lembro-me do Pedro Renato, das zangas no ciclo, da festa na Torre (mais concretamente no 8º C), da piscina da Ponte, de Nogueira e de meia de leite nas Frigideiras do Cantinho, numa manhã de sol, vestida de fato preto e saltos altos. Já lá vai algum tempo.
n sabes q estamos masi rpeparados p acolher as imagens d q as palavras?
"Não sabes que estamos mais preparados para acolher as imagens do que as palavras?"
E se eu quiser encher o mundo de palavras? Serei um excluído? E se a imagem domina gostaria de saber como dizer (por imagens) a alguém que gosto dessa pessoa? Ou o contrário?
Warning
O que significa esta assinatura do blog?
Significa que o que escrevo neste espaço é, em parte, pessoal. Posso falar do que quiser. Desde o número de quilómetros que andei num dia, passando pelas brincadeiras da Juma, ou do telemóvel que caiu umas 20 vezes ao chão... Os temas são tantos como as coisas que vejo, penso, ouço e faço durante um dia.
PESSOAS QUE NÃO VEJO HÁ ALGUM TEMPO E QUE GOSTARIA DE REENCONTRAR - PARTE I
Um exemplo. Quarta-feira encontrei uma amiga que não via há muito tempo. Crescemos juntos. Ela foi para um curso de ensino e eu fiquei no curso em que fiquei. Deixei de a ver durante muito tempo. O irmão dela morreu, entretanto, e ela acabou com o namorado de longa data (lembro-me de namorar com uma rapariga e encontrar-me com ela e o ex) pelo simples facto de a mãe dele não a "aceitar" - eu dou o nome de falta de tomates da parte dele.
Voltando ao assunto: tive saudades. Do tempo em que ela e a minha prima resolviam pegar comigo e atirar-me para dentro do tanque da roupa. Às vezes eu tinha sorte. O tanque não tinha água.
Ou da altura em que íamos para a arrecadação da nossa ama ver as coisas antigas que ela lá tinha e mexer nas cebolas e batatas que ela lá guardava.
Também tive saudades do tempo em que nós os dois fomos amigos coloridos. Não que tenha saudades da relação. Mas pelas situações cómicas que nos aconteceram.
Mas ela continua com o que lhe era mesmo característico. As covinhas na cara quando se ri. E a abertura de espírito. Tenho de voltar a encontrar-me com ela...
Nívea
quarta-feira, dezembro 08, 2004
É Inverno
A vantagem está nos casacos e no bom que é ficar na cama.
terça-feira, dezembro 07, 2004
É mesmo muito bom
segunda-feira, dezembro 06, 2004
domingo, dezembro 05, 2004
Constatações
É uma merda esta forma de estar e ser do ser humano. Só quando não temos as coisas é que lhes damos valor.
O que vale é que de vez em quando reencontramos essas pessoas. Felizmente.
sábado, dezembro 04, 2004
Mentiras bem mal contadas
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sexta-feira, dezembro 03, 2004
Política
Se o Marques Mendes fizesse o programa eleitoral do PSD ficaria indeciso.
quinta-feira, dezembro 02, 2004
"Escreves bem"
E a minha boz é uma merda. Naum teim xama, neim forssa neim nada.
Neim sei cumo é poçibel aurguém falar cumigo.
Es.te tem dedicatória (agora corrigido)
Mes.mo que ainda nada s.eja certo.
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Finalmente
Desde ontem que não conseguia aceder.
Agora é tarde. Esqueci-me do que tinha para escrever...