A casa está em silêncio. Apenas o som das teclas, do cooler do processador e do BA ecoam nos ouvidos. Esta é, sem dúvida, a melhor hora para escrever. Para se dizer o que verdadeiramente está na alma, o que de mais urgente temos para dizer a alguém, ou sobre alguém, ou sobre nada. E digo. Obrigado Rita, Tiago, Glória, Chica, Eduardo, Isabel e Soraia (apesar dos galos e das minhas calças sujas). Adorei sair, mais uma vez. E só tenho pena que o resto do pessoal não tenha podido vir. Obrigado Tiago pela maluqueira de irmos acordar alguém a meio da noite (ou início da manhã?) com o pretexto de levarmos pão. É disto que vou ter saudades. Disto que fazemos sem pensar, dando-nos na real gana (sempre com juízo, é certo).
E quando se dá tudo, não se diz mais nada. Por isso, calo-me. E olho para mais um dia. E sei que estou mais rico que no anterior.
Obrigado.
(Agora vou ver o sol nascer)
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