segunda-feira, dezembro 26, 2005

Natal

Bem, já passou.
Toca agora a voltar aos dias de sempre. Com muito para escrever e mais ainda para ler.
Não enviei sms a ninguém. Não tinha saldo e o dinheiro do pagamento ainda não entrou... Por isso, e segundo a tendência deste Natal, não envio sms para o Ano Novo. Fica aqui escrito.
Bom ano para todas e todos. Que seja melhor que aquilo que vocês imaginam.
E pronto. Simples, directo e sem enfeites (porque os gastei no Natal, na primeira árvore da minha casa do Porto).

terça-feira, dezembro 13, 2005

Dias afins

Terça-feira, falta de pachorra para criar um texto. Sobretudo para uma broch(e)ura.
Um trabalho feio, orientado para o cliente. Um trabalho que envolve pouca criatividade.
Mas, claro, vou fazê-lo. Supostamente, o deadline é para amanhã… Mas como na quinta-feira tenho de estar cá para ir para o jantar da firma, vou deixar-me arrastar. Hoje à noite, quando chegar a casa, escrevo as linhas que passei o dia a congeminar. Amanha chego, reescrevo, penso sobre o trabalho. E amanhã ao fim do dia poderei ter o texto pronto. Mas entregá-lo-ei na quinta-feira. Assim posso deixar as palavras, frases e parágrafos respirarem (de preferência todos juntos numa qualquer aula de aeróbica, dada pela professora Gramática).
E assim vão os dias. Em relação às condições aqui no escritório. Não me posso queixar. Vou ganhar decentemente para um work em part-time. Além disso, vou ser formado para ser um copy. Bom, original, capaz de descobrir o outro lado.
Dia 21 de Janeiro é o prazo final para me tornar nesse tal copy que anseio.
A ver vamos…

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Aditamento

No post anterior não me queixei. De nada. Adoro a vida que levo, o stress da semana, o dead-line, a música pimba para despertar criatividade, as noites passadas a pensar sobre o trabalho, o "EUREKA!".
Gosto mesmo da vida que levo. Mesmo com pouco tempo para mim. Talvez por adorar o trabalho, as pessoas e o local onde estou.
Ah! E para a semana tenho o meu primeiro evento na empresa. O esplêndido e grandioso Jantar de Natal, em plena Covilhã, seguido de uma noite de copos e conversa. O outro dia fica reservado para os desportos na neve e a viagem de volta. É muito pouco tempo diriam. É o suficiente, digo-vos eu. Para conhecer melhor as pessoas, para me divertir.
E pronto... penso que disse tudo. Estou feliz.

Respirar

Há já muito tempo que o fim-de-semana não tinha tanta importância para mim.
Porque nesses dois dias não penso em conceitos, em comunicação, em frases estruturadas com um catch (ou uma tentativa de catch).
Por outro lado, são apenas dois dias para: estar com a família, sair com a namorada em encontros sociais (que, estranhamente, se multiplicam quando o tempo escasseia), estar com amigos, sair com amigos, fazer aquelas pequenas merdinhas estúpidas que nunca tenho tempo para fazer.
Ah! E além disso, é apenas ao fim-de-semana que consigo descobrir coisas novas: na net, aqui na rua, produtos novos à venda, etc, etc, etc...
E logo depois desses dois diazinhos chega a segunda-feira. And the beat restarts!