sexta-feira, abril 29, 2005
quinta-feira, abril 28, 2005
quarta-feira, abril 27, 2005
Deadline
Comecei a adorar esta palavra.
É ela que faz com que as sinapses disparem a um ritmo alucinante. É por causa dela que as coisas são aprovadas à primeira. Definitivamente, adoro a pressão qe o tempo me impõe...
Desde que não tenha alguém a rezar-me ao ouvido. Dêem-me o espaço de que preciso. Que eu fique horas a ler sobre ataques cardíacos. O que interessa é que na hora do aperto está lá tudo. Mais rápido que a sombra do Lucky Luke.
É ela que faz com que as sinapses disparem a um ritmo alucinante. É por causa dela que as coisas são aprovadas à primeira. Definitivamente, adoro a pressão qe o tempo me impõe...
Desde que não tenha alguém a rezar-me ao ouvido. Dêem-me o espaço de que preciso. Que eu fique horas a ler sobre ataques cardíacos. O que interessa é que na hora do aperto está lá tudo. Mais rápido que a sombra do Lucky Luke.
Cenas da vida quotidiana.
É verdade: eu levo trabalho para casa. Não porque não me consiga desligar dele, mas porque acredito que dormir sobre as coisas ajuda a que as resolvamos e as vejamos melhor no outro dia.
Acredito piamente nisso. Daí que tenha
uma revista Alice,
um jornal que me trouxeram de Londres (não me lembro o nome),
as páginas amarelas da região Douro Litoral de 1977 para decorar.
Isto se descontarmos “O Código Da Vinci” e uma série de papelinhos rabiscados.
Todos estão debaixo da almofada. Para eu dormir sobre eles.
Escusado será dizer que estou com um torcicolo de todo o tamanho e que o meu colchão (quer era novo há 3 semanas) está com uma cova num dos cantos.
Acredito piamente nisso. Daí que tenha
uma revista Alice,
um jornal que me trouxeram de Londres (não me lembro o nome),
as páginas amarelas da região Douro Litoral de 1977 para decorar.
Isto se descontarmos “O Código Da Vinci” e uma série de papelinhos rabiscados.
Todos estão debaixo da almofada. Para eu dormir sobre eles.
Escusado será dizer que estou com um torcicolo de todo o tamanho e que o meu colchão (quer era novo há 3 semanas) está com uma cova num dos cantos.
Nunca a consegui decorar
Porto Côvo
Roendo uma laranja na falésia
Olhando um mundo azul à minha frente
Ouvindo um rouxinol na redondeza,
no calmo improviso do poente
Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando velhas lendas
de portos e baías de piratas
Havia um pessegueiro na ilha,
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo
A lua já desceu sobre esta paz
e reina sobre todo este luzeiro.
À volta toda a vida se compraz,
enquanto um sargo assa no braseiro
Ao longe a cidadela de um navio
acende-se no mar como um desejo.
Por trás de mim o bafo do estio
devolve-me à lembrança o Alentejo
Havia um pessegueiro na ilha
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo
Roendo uma laranja na falésia
olhando à minha frente o azul escuro
podia ser um peixe na maré
nadando sem passado nem futuro
Roendo uma laranja na falésia
Olhando um mundo azul à minha frente
Ouvindo um rouxinol na redondeza,
no calmo improviso do poente
Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando velhas lendas
de portos e baías de piratas
Havia um pessegueiro na ilha,
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo
A lua já desceu sobre esta paz
e reina sobre todo este luzeiro.
À volta toda a vida se compraz,
enquanto um sargo assa no braseiro
Ao longe a cidadela de um navio
acende-se no mar como um desejo.
Por trás de mim o bafo do estio
devolve-me à lembrança o Alentejo
Havia um pessegueiro na ilha
plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo,
aqui no lugar de Porto Côvo
Roendo uma laranja na falésia
olhando à minha frente o azul escuro
podia ser um peixe na maré
nadando sem passado nem futuro
Para responder a algumas perguntas e esclarecer outras tantas cabecitas
Mariazinha deixa-me ir à cozinha, deixa-me ir à cozinha,
quero cheirar o teu peixe cadídeo!
quero cheirar o teu peixe cadídeo!
domingo, abril 24, 2005
Precisões
Agora que temos os ponteiros mais certos, vamos ver se as horas tiquetaqueiam de modo igual nos dois hemisférios.
quinta-feira, abril 21, 2005
Conflitos interiores
Depois de receber elogios ENORMES por parte dos clientes (a cliente, melhor dizendo), vai chegar o momento em que possivelmente, terei de dizer o que se irá passar... temo pela reacção da entidade patronal, sobretudo depois de saber que os elogios têm sido, na maioria, aqui para o copy de serviço.
Não sei o que vai ser disto... Mas espero que encontrem alguém melhor, muito melhor, que eu (o que não acho impossível, desde que a pessoa queira trabalhar e o estômago seja forte.
Esperemos por desenvolvimentos...
O conflito interior é muito. A N. já sabe. Não gostou muito da ideia por um lado. Por outro lado compreende e apoia.
Mas lá terá de ser. Afinal de contas a minha meta profissional foi traçada por mim. E tudo o que seja menos que um salto para fora de Portugal sabe sempre a amargo e a pouco. E Lx é um patamar intermédio.
Acho que é agora que começo a acreditar mais naquilo que faço.
Obrigado a todas e todos os que me fizeram ver que eu sou capaz.
(o texto está completamente disléxico. e eu não quero saber)
Não sei o que vai ser disto... Mas espero que encontrem alguém melhor, muito melhor, que eu (o que não acho impossível, desde que a pessoa queira trabalhar e o estômago seja forte.
Esperemos por desenvolvimentos...
O conflito interior é muito. A N. já sabe. Não gostou muito da ideia por um lado. Por outro lado compreende e apoia.
Mas lá terá de ser. Afinal de contas a minha meta profissional foi traçada por mim. E tudo o que seja menos que um salto para fora de Portugal sabe sempre a amargo e a pouco. E Lx é um patamar intermédio.
Acho que é agora que começo a acreditar mais naquilo que faço.
Obrigado a todas e todos os que me fizeram ver que eu sou capaz.
(o texto está completamente disléxico. e eu não quero saber)
quarta-feira, abril 20, 2005
Refresh
F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada. F5... nada.
terça-feira, abril 19, 2005
Porra!
Não me consigo concentrar!
A ideia de poder sair daqui para algo melhor ocupa-me a cabeça. As palavras que consigo escrever variam pouco entre o andacaru, ercado, ais, ail, entrevista e sair.
Não sei como enfrentar isto...
E sei que dizer não vai custar-me muito. Mesmo muito. Mas, se o fizer, será apenas por causa do resto. Não me vejo sozinho nem consigo pensar apenas em mim.
A minha família, namorada, amigos contam muito.
Tou perdido...
A ideia de poder sair daqui para algo melhor ocupa-me a cabeça. As palavras que consigo escrever variam pouco entre o andacaru, ercado, ais, ail, entrevista e sair.
Não sei como enfrentar isto...
E sei que dizer não vai custar-me muito. Mesmo muito. Mas, se o fizer, será apenas por causa do resto. Não me vejo sozinho nem consigo pensar apenas em mim.
A minha família, namorada, amigos contam muito.
Tou perdido...
De repente
Um e-mail faz-nos repensar o que fazemos...
Confesso: perguntaram-me se queria sair do Porto e ir para Lisboa trabalhar. Já conheço o local, adoro as pessoas. Mas já me comprometi no Porto.
Tou de mãos atadas...
Confesso: perguntaram-me se queria sair do Porto e ir para Lisboa trabalhar. Já conheço o local, adoro as pessoas. Mas já me comprometi no Porto.
Tou de mãos atadas...
segunda-feira, abril 18, 2005
não arranjei nenhum título decente... Por isso vai sem título.
Há coisas que me dão um prazer enorme fazer.
Escolher música é uma delas.
Ter em mente a(s) pessoa(s) a quem se destina, delinear o que tocar e como. Seguir um alinhamento, introduzir um ou outro elemento que perturbe para que se chame a atenção mais facilmente e não se entre naquele “abanar por abanar” ou “ouvir por ouvir”. Gosto disso.
Além disso tudo, escolher música e fazer alinhamentos para as mais diversas ocasiões despertam a minha curiosidade em ouvir mais coisas. A maioria delas novas, diferentes.
Por isso, se um dia precisarem de música (seja para o que for, não agradeçam por pedir). Eu é que agradeço.
Podem pagar (como esta menina) com queijasdas de Sintra e pasteis de Belém.
Escolher música é uma delas.
Ter em mente a(s) pessoa(s) a quem se destina, delinear o que tocar e como. Seguir um alinhamento, introduzir um ou outro elemento que perturbe para que se chame a atenção mais facilmente e não se entre naquele “abanar por abanar” ou “ouvir por ouvir”. Gosto disso.
Além disso tudo, escolher música e fazer alinhamentos para as mais diversas ocasiões despertam a minha curiosidade em ouvir mais coisas. A maioria delas novas, diferentes.
Por isso, se um dia precisarem de música (seja para o que for, não agradeçam por pedir). Eu é que agradeço.
Podem pagar (como esta menina) com queijasdas de Sintra e pasteis de Belém.
Coisas que não devem ser feitas durante as horas de trabalho
Comer bolachas quando estamos com tosse...
domingo, abril 17, 2005
sexta-feira, abril 15, 2005
Longe de muita coisa.
É verdade.
Vai ser um fim-de-semana completamente diferente. Atentemos:
o Não vou ter net
o Vou ter festas a dar com um pau
o Vou surfar sem levar carro
o Vou a Braga por umas horas
o Volto para o Porto
A minha pergunta é: “E o descanso?”
Vai ser um fim-de-semana completamente diferente. Atentemos:
o Não vou ter net
o Vou ter festas a dar com um pau
o Vou surfar sem levar carro
o Vou a Braga por umas horas
o Volto para o Porto
A minha pergunta é: “E o descanso?”
Em resposta ao Tiago
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Não sei ao que te referes... Sou um inculto.
Que livro gostaria de ser... Nenhum. Porque qualquer pessoa podia pegar em mim, rasgar-me, queimar-me, escrever em mim. Ser livro deve ser mesmo difícil...
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Hmm... (merda para a falata de memória)
Como se chama mesmo a Irmão n’ “Os Maias”? Maria Eduada, não é?
Não fiquei apanhado, mas fez-me lembrar alguém...
Qual foi o último livro que compraste?
Não faço a mínima ideia... Mas deveria ser uma fotocópia. Ou um qualquer livro relacionado com criatividade/publicidade/design.
Qual o último livro que leste?
O código que dá vinte.
Que livros estás a ler?
Nenhum.. Briefings para o trabalhjo, onformação que decorre nos centros... Não ocorre mais nada. Nem há tempo.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Não sei.
CRM management (acho que é esse o nome).
O livro do Bassat. Por ser estupidamente simples e complexo ao mesmo tempo.
Talvez o livro da Inês Pedrosa, que junta poemas de amor.
Mas preferia levar os 50 cds com MP3. Definitivamente. Prefiro a música.
Não sei ao que te referes... Sou um inculto.
Que livro gostaria de ser... Nenhum. Porque qualquer pessoa podia pegar em mim, rasgar-me, queimar-me, escrever em mim. Ser livro deve ser mesmo difícil...
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Hmm... (merda para a falata de memória)
Como se chama mesmo a Irmão n’ “Os Maias”? Maria Eduada, não é?
Não fiquei apanhado, mas fez-me lembrar alguém...
Qual foi o último livro que compraste?
Não faço a mínima ideia... Mas deveria ser uma fotocópia. Ou um qualquer livro relacionado com criatividade/publicidade/design.
Qual o último livro que leste?
O código que dá vinte.
Que livros estás a ler?
Nenhum.. Briefings para o trabalhjo, onformação que decorre nos centros... Não ocorre mais nada. Nem há tempo.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Não sei.
CRM management (acho que é esse o nome).
O livro do Bassat. Por ser estupidamente simples e complexo ao mesmo tempo.
Talvez o livro da Inês Pedrosa, que junta poemas de amor.
Mas preferia levar os 50 cds com MP3. Definitivamente. Prefiro a música.
Interessante...
Freakonomics. Steven Levitt is a "genius" who can "take a seemingly meaningless set of numbers, ferret out the telltale pattern and recognize what it means," writes Steven E. Landsburg in The Wall Street Journal.
(…)
" The Levitt treatment, as Steven Landsburg describes it, is based on "the identification of a suspicious pattern, a labyrinth of reasoning to rule out the innocent explanations and a compelling indictment." The results can be quite astonishing -- perhaps most of all Levitt's evidence that "legalized abortion was the single biggest factor in bringing the crime wave of the 1980s to a screeching halt."
(…)
Levitt started with the observation "that crime began falling nationwide just 18 years after the Supreme Court effectively legalized abortion. He was struck by the fact that in five states crime began falling three years earlier than it did everywhere else. These were exactly the five states that had legalized abortion three years before Roe v. Wade." Levitt doesn't necessarily conclude that crime fell "because hundreds of thousands of prospective criminals had been aborted," but he "piles pattern on pattern until the evidence overwhelms you ... He doesn't pretend to settle the matter, but in just a few pages he constructs exactly the right framework for thinking about it and then leaves the reader to draw his (or her) own conclusions.
(…)
" The Levitt treatment, as Steven Landsburg describes it, is based on "the identification of a suspicious pattern, a labyrinth of reasoning to rule out the innocent explanations and a compelling indictment." The results can be quite astonishing -- perhaps most of all Levitt's evidence that "legalized abortion was the single biggest factor in bringing the crime wave of the 1980s to a screeching halt."
(…)
Levitt started with the observation "that crime began falling nationwide just 18 years after the Supreme Court effectively legalized abortion. He was struck by the fact that in five states crime began falling three years earlier than it did everywhere else. These were exactly the five states that had legalized abortion three years before Roe v. Wade." Levitt doesn't necessarily conclude that crime fell "because hundreds of thousands of prospective criminals had been aborted," but he "piles pattern on pattern until the evidence overwhelms you ... He doesn't pretend to settle the matter, but in just a few pages he constructs exactly the right framework for thinking about it and then leaves the reader to draw his (or her) own conclusions.
quarta-feira, abril 13, 2005
Consultório da Maria
Não consigo parar de pensar nisto..
É a verdade. O raio do trabalho invade-me o sono, o duche, o jantar e a f**a.
Páro para me lembrar de coisas que não ocorreram durante o dia.
Será que estou afectado por alguma doença?
Como posso fazer para me curar disto?
É a verdade. O raio do trabalho invade-me o sono, o duche, o jantar e a f**a.
Páro para me lembrar de coisas que não ocorreram durante o dia.
Será que estou afectado por alguma doença?
Como posso fazer para me curar disto?
terça-feira, abril 12, 2005
Chato, triste e desinspirado
O relógio que acompanha o apontador do rato é isso tudo.
Mas é pelo relógio que tenho de me guiar: o que encaixar no horário, óptimo. O que não encaixar... lá terá de ficar para outra altura.
Mas é pelo relógio que tenho de me guiar: o que encaixar no horário, óptimo. O que não encaixar... lá terá de ficar para outra altura.
Mais devaneios
Seja você o cabecilha desta promoção.
Convide os seus amigos a serem cumplices da sua inscrição no MS. Convide-os para se juntarem à quadrilha e ganhe €5000 todos os dias pela quantidade de amigos. Se esses amigos convidarem outros amigos e esses outros convidarem mais ainda, a sua pontuação cresce a níveis do PIB americano. Seja um vencedor e habilite-se aos €5000 em ganza diária que oferecemos.
Seja o novo padrinho desta “Cosa nostra”.
Convide os seus amigos a serem cumplices da sua inscrição no MS. Convide-os para se juntarem à quadrilha e ganhe €5000 todos os dias pela quantidade de amigos. Se esses amigos convidarem outros amigos e esses outros convidarem mais ainda, a sua pontuação cresce a níveis do PIB americano. Seja um vencedor e habilite-se aos €5000 em ganza diária que oferecemos.
Seja o novo padrinho desta “Cosa nostra”.
Devaneios em trabalho (ou como nos rirmos do trabalho)
Venha com os mais novos assistir aos teatrinhos do MS.
Veja como eles aprendem os valores essenciais para a vida, como a felicidade de partilhar um charro enrolado em folhas de papel de liamba.
Mostre-lhes como se faz uma sopa da melhor coca colombiana e delicie-se ao vê-los injectar o melhor cocktail de heroína e limão seleccionado.
Veja como eles aprendem os valores essenciais para a vida, como a felicidade de partilhar um charro enrolado em folhas de papel de liamba.
Mostre-lhes como se faz uma sopa da melhor coca colombiana e delicie-se ao vê-los injectar o melhor cocktail de heroína e limão seleccionado.
sábado, abril 09, 2005
Ai o mar, o mar :)
Quase duas horas. Rema para um lado, rema para o outro. Onda, rebentação, corte, tentativa de manobras.
E para a semana repete-se :)
PS: Amanhã mudo-me. Saio da terra que me viu nascer para outra, que vi crescer.
E para a semana repete-se :)
PS: Amanhã mudo-me. Saio da terra que me viu nascer para outra, que vi crescer.
quinta-feira, abril 07, 2005
2415 caracteres
Estou para aqui a escrever texto, a escrever e a escrever porque quero ter “A ideia” do dia. Mas está difícil... o número de caracteres já vai alto e não escrevo mais nada que estas sequências estúpidas.
Ó musa inspiradora, onde estás? Cobre-me com o teu manto de inspiração, para que possa respirar melhor!
Ó musa inspiradora, onde estás? Cobre-me com o teu manto de inspiração, para que possa respirar melhor!
Festas
“Tens de fazer festa!”, diz-me a Catarina, ávida de experimentar a nova morada. “Se não fizeres festa vais ter azar!”.
“Hmmm, vou pensar nisso. Mas será difícil. Só tenho cozinha e quarto. Sala não há. E concerteza que não vamos ter espaço para toda a gente se sentar”, disse eu, sem vontade de fazer festa e ter de limpar os restos da dita a seguir.
“Mas tens de fazer! É quase uma obrigação vossa! É o chamado chá de panela!”, insisitu.
“OK, então. Vocês levam o chá, eu tenho água e panela. Mas cada um leva o seu copo. Ou será o chá bebido da panela!”
“Hmmm, vou pensar nisso. Mas será difícil. Só tenho cozinha e quarto. Sala não há. E concerteza que não vamos ter espaço para toda a gente se sentar”, disse eu, sem vontade de fazer festa e ter de limpar os restos da dita a seguir.
“Mas tens de fazer! É quase uma obrigação vossa! É o chamado chá de panela!”, insisitu.
“OK, então. Vocês levam o chá, eu tenho água e panela. Mas cada um leva o seu copo. Ou será o chá bebido da panela!”
Eh pá! É mesmo isso!
É oficial. Já tenho morada no Porto. Só tem uma cozinha, marquise, WC e quarto. Mas é o suficiente par ao que me proponho a fazer em casa: comer e descansar. Não sei para quando será festa de inauguração (ou se é que vai haver). Antes disso há que preparar tudo, fazer do espaço a “minha casa” (ou o mais próximo disso).
Definho com o sono. Acho que me estou a tornar morcego... de dia estou cheio de sono, com pouca energia para trabalhar. Escrevo textos como este, apenas para ocupar os dedos e para tentar manter-me acordado... Torna-se difícil trabalhar sem ser em dupla, ou tripla...
Falta o elemento de contacto. Estamos todos na mesma sala, mas em patamares diferentes de trabalhos diferentes. O que deixa menos espaço à criação, à brincadeira sobre o próprio trabalho.
Falta o elemento de contacto. Estamos todos na mesma sala, mas em patamares diferentes de trabalhos diferentes. O que deixa menos espaço à criação, à brincadeira sobre o próprio trabalho.
Numa acção fraterna de amor e reconhecimento da falta de trabalho, a SS decide dar a conhecer o que tem de melhor: excrementos de vaca. Produzidos em estábulos completamente portugueses, com erva portuguesa na composição do estrume e vacas que, não sendo portuguesas, mugem como as portuguesas, este estrume é capaz de garantir cinco semanas de pivete intenso e activo, capaz de acordar o próprio Papa do seu sono.
Subscreva desde já o estrume ecológico.
Subscreva desde já o estrume ecológico.
terça-feira, abril 05, 2005
O Provérbio construído
A brincar, a brincar...
(o resto vai para a caixinha aqui em baixo. Participem!)
(o resto vai para a caixinha aqui em baixo. Participem!)
Trabalho
Da minha (pequeníssima) experiência, penso que prefiro trabalhar com pessoas sérias. Ou pelo menos organizadas. Poupam-me a angústia do sim e do não ao mesmo tempo...
Pouco Saldo
O saldo de palavras do dia é cada vez menor.
São as que vão para o cliente, as faladas dentro do escritório e as escritas no MSN.
Se alguém souber de um banco...
São as que vão para o cliente, as faladas dentro do escritório e as escritas no MSN.
Se alguém souber de um banco...
sábado, abril 02, 2005
Diferente
Menos paciente (não significa impaciência).
Sem vontade de utilizar muitas palavras.
Perco menos tempo com galanteios. Sou mais directo.
Questiono mais as coisas.
Estou mais sério. Definitivamente mais sério.
E comecei a surfar (Body-Board)
Resultado: ninguém sabe. O tempo o dirá.
Sem vontade de utilizar muitas palavras.
Perco menos tempo com galanteios. Sou mais directo.
Questiono mais as coisas.
Estou mais sério. Definitivamente mais sério.
E comecei a surfar (Body-Board)
Resultado: ninguém sabe. O tempo o dirá.
Posts perdidos
Tinha um post bem bonitinho para pôr aqui. Escrevi-o, tratei de cortar a pontas soltas, emendar e dar-lhe um arzinho final.
Quando carreguei no botão para publicar... desapareceu. :(
Quando carreguei no botão para publicar... desapareceu. :(
sexta-feira, abril 01, 2005
Em quem penso quando escrevo?
Boa pergunta. A resposta é: em mim.
Por seu um blog umbiguista não penso em mais ninguém quando escrevo.
Imagino situações, com outras personagens, outros tempos e outroslugares.
Se isto é um blog autobiográfico?
Não. Não pode ser. Serve mais para escape, para fazer sair as palavras que foram acumuladas durante o dia. Geralmente durante o dia de trabalho. Deixei-me de postar sobre situações que acontecem entre mim e pessoas.
Fica dito.
Por seu um blog umbiguista não penso em mais ninguém quando escrevo.
Imagino situações, com outras personagens, outros tempos e outroslugares.
Se isto é um blog autobiográfico?
Não. Não pode ser. Serve mais para escape, para fazer sair as palavras que foram acumuladas durante o dia. Geralmente durante o dia de trabalho. Deixei-me de postar sobre situações que acontecem entre mim e pessoas.
Fica dito.
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