É interessante. Fazendo ela parte da minha vida de forma permanente há já alguns anos, nunca falei dela.
Ela sabes de tudo o que se passa na minha vida. Sabe quando estou bem, na fase "positiva" - como costumo dizer - ou quando estou mal, na fase "pré-depresão". Sabe como falar comigo. Dá-me toda a atenção de que preciso. Somos incapazes de ficar chateados e, para nós, casamento é palavra da qual fugimos. Talvez pelo que implica a separação (e conhecermos o que traz de consequências).
Somos diferentes. Ela está nos números, grandes empresas, contas, contabilidade, contagens, imobilizado corpóreo, taxas de câmbio, Banco de Portugal, audits...
Eu estou nas letras. Criatividade, textos, palavras, blogs, MSN, música, arquitectura.
E mesmo assim (ou talvez por isso) coseguimos ter conversas excelentes. Somos diferentes de muitos pares que vemos. Somos incapazes de ficar um jantar inteiro a olhar para a televisão, embora possamos partir dela para discutir sobre assuntos. Ela espanta-se por eu ter lampejos de criatividade a meio de jantares e outras ocasiões. Admira-se por eu trabalhar a horas tardias, por não ter uma "fatiota" de trabalho e por eu comprar sapatilhas estranhas.
Ela é mais comedida. Tem de andar de fato a semana toda. Usa saltos altos (que abominava há uns anos atrás) e tem vida de "adulta". Lida com contas, vidas de pessoas. Sabe que uma decisão dela pode despedir pessoas. Mas preocupa-se com isso. Muito. Tem coração. É prestável e amiga. Sobretudo amiga. A minha melhor amiga, sem sombra de dúvidas. A pessoa que melhor e mais me conhece.
Além disto tudo ainda namoramos. Se pensamos no futuro? Não. Um dia de cada vez. Não temos a noção dos anos a que namoramos. Não há aquela "boca" de: "Fazemos não-sei-quanto-anos de namoro daqui a 3 dias, 2 horas, 10 minutos e 30 segundos."
Mas, como dizemos, não somos exemplo para ninguém. Claro que temos brigas, discussões. E somos incapazes de deitar a cabeça na almofada chateados um com o outro. É preferível dizer tudo de uma vez que acumular. Não andamos para desperdiçar o tempo do outro.
Felizmente.
E pronto. Acho que disse muito. Podem comentar que eu não vou ler...
sexta-feira, janeiro 28, 2005
Aproveitar
É sexta-feira. Deveria estar no café, com os jornais do dia a inteirar-me do que se passa. Mas não me está a apetecer sair da poltrona. Deste lugar quentinho, com o PC em frente e o teclado...
É verdade
Estou limitado?
Desde que tenho último album dos The Gift que não consigo ouvir mais coisas diferentes. Enchem-me as medidas. Músicas diferentes umas das outras. Cinematográficas, lindas, carentes de construção por parte de quem ouve. Gosto deles. São bons. Conseguem juntar um monte de referências diferentes sem perderem a identidade própria. Admiro isso. Tento ser assim.
Desde que tenho último album dos The Gift que não consigo ouvir mais coisas diferentes. Enchem-me as medidas. Músicas diferentes umas das outras. Cinematográficas, lindas, carentes de construção por parte de quem ouve. Gosto deles. São bons. Conseguem juntar um monte de referências diferentes sem perderem a identidade própria. Admiro isso. Tento ser assim.
Pensamento do dia
Acho que me vou atirar ali para cima da cama e ver o "Family Matters".
Afinal de contas ainda me rio com isso...
Afinal de contas ainda me rio com isso...
quinta-feira, janeiro 27, 2005
segunda-feira, janeiro 24, 2005
sábado, janeiro 22, 2005
Nada para dizer.
Apesar de o dia ter um significado não muito (como dizer)... simpático, o nada para dizer é bom :)
quarta-feira, janeiro 19, 2005
Telefonema
Eram 10:18 (estava a "ver" a Sic-Notícias, daí a exactidão da hora) qunado o telemóvel tocou. "Quem será?", pensei eu.
Era o telefonema que esperava. "Tenho boas notícias. Vai ser como planeámos. E já tenho aqui uma coisa para tu fazeres."
Fiquei gelado, parado. Estava à espera há tanto tempo e agora não saberia como reagir. Acedi, disse um "fixe" e perguntei qual o trabalho e todas as informações que soubesse sobre ele.
E pronto. 19 minutos depois desligo a chamada, contacto quem está online e uma pessoa que está offline.
Começa agora um novo capítulo.
Era o telefonema que esperava. "Tenho boas notícias. Vai ser como planeámos. E já tenho aqui uma coisa para tu fazeres."
Fiquei gelado, parado. Estava à espera há tanto tempo e agora não saberia como reagir. Acedi, disse um "fixe" e perguntei qual o trabalho e todas as informações que soubesse sobre ele.
E pronto. 19 minutos depois desligo a chamada, contacto quem está online e uma pessoa que está offline.
Começa agora um novo capítulo.
Reabertura
A gerência é a mesma, o espaço também. O modo de encarar algumas coisa é que poderá ter mudado (ou não). Seja como for, recomço hoje a escrever.
Agradeço os milhares de e-mails enganados que me enviaram sobre medicamentos para as depressões, engrandecimento do pénis (embora a minha parceira defenda que não preciso disso) ou a anunciar que sou o feliz vencedor de um qualquer prémio.
Para essas pessoas, o meu "obrigado".
Agradeço os milhares de e-mails enganados que me enviaram sobre medicamentos para as depressões, engrandecimento do pénis (embora a minha parceira defenda que não preciso disso) ou a anunciar que sou o feliz vencedor de um qualquer prémio.
Para essas pessoas, o meu "obrigado".
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Interrompo porque sim.
Sou portista. Não sou portista doente, é verdade. Não me identifico cegamente com o Pinto da Costa. Mas a declamação que fez do poema de António Nobre foi bonita. Muito bonita.
Gostava de ver o que o Luís Filipe Vieira teria a dizer sobre isto...
Gostava de ver o que o Luís Filipe Vieira teria a dizer sobre isto...
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Estava a passear por aí e lembrei-me de me descrever.
You talk all these words
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back
terça-feira, janeiro 11, 2005
The Gift - Fácil de Entender
Uma voz quente a cantar isto...
"Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei. Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender."
"Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei. Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender."
Citando
the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows that it is alone in it's drama bones. madness, preconceptions, ray gun logics run and spit and rationalized until a whole chorus of mug wumps, blue in the face from yelling their divisive mantras, run out of young breath and just plain give in to the spirit of the whole damn apple. face it, you love it, it's fun for one and all, and for all you know the earth spins on it's rusty axis just because of it. the aeroplane moves whether you want it to or not. cram packed with fuel injected jet missile action, this is war motherfucker and don't you forget it for one second. it is us versus them, and if you're giving in then you are giving up. all the names don't mean shit. ugly, beautiful, pretentious, arrogant, old, tired, happy, sell outs, careerists, transcendent, hypnotic, trippy, spellbinding, numb, egocentric, solipsistic, empty, hollow, shallow, lost, 70's, 60's, 80's, 20's, long winded, phony, grand, the worst, the best, creepy, cranky, desperate... the aeroplane just flies higher, faster, stronger. there isn't much time for maybes, even goodbyes sometimes. dust settles, the arcwelders come out and reconstruct the obvious, and we are all left holding the blur. life will always be sentimental way, you can vivisect it all you want. blood and will are indivisible. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the world pisses a silver stream to let you know it is there. on the other side of the slipstream of countless thoughtless thoughts. it shatters and divides into a million fragments because life is not a lifestyle choice. we are not a fashion accessory. music is god's bones creaking pleasure, amusement, even occasional approval. we salute you all with a crack of the back, a baseball bat and a smile.
god bless us all, for what we think and feel is all we really have. but when is too far far enough. no limit that i ever knew really matters. there is strength in the dirt of your garden sorrows, there are no more tomorrows, only blissed todays, purple and immeasurable, in stature and stealth, because the sun is always sneaking around behind your sneaky back, can you hear us because if you can't we will turn it up till your ears bleed nascent approving harmony. it's all good, and don't you forget it. the fourth wall is down and deserves to stay down, because all you are really watching in others is yourself, the third generation t.v. reflection. time is never time at all. there is no time, no heartbeats, no babies, no french fries, just spider webs strung to oscillate the fever pitch of blandkind, oops i mean mankind. once the sonic dart leaves your fingers, it is hard to get back. scratch, sniff, observe, obey, deceive, distort, disarm it all, the bomb is on and ticking. we know but we ain't telling anyone anything, because we know nothing. "t.v. generation x.y.u," zero command calling, capt. coconut sounds the alarm, every band you ever like has reformed and is playing on a single bill, one night only at the bottom of the ocean. once it is gone there is no going back, and it is never ever the same. wave to the magic balloons with your names attached, 5 zillion strong circling the precious earth in search of a friend in search of another.
i hope you all find what you need in whatever hole you peer down, whatever cloud you peek behind, let the disaster dukes masticate on the green grass of hope and love. this year is the most joyous and happy, mournful and sad year i have known. life is good bleats the bleating heart, and it keeps on bleating like an 808. never ever forever tomorrow comes, new dawns blister, new songs to be sung. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows you know, sings the song of truth, of redemption, of sorrow. look no further than your dirty feet. -- Billy Corgan
god bless us all, for what we think and feel is all we really have. but when is too far far enough. no limit that i ever knew really matters. there is strength in the dirt of your garden sorrows, there are no more tomorrows, only blissed todays, purple and immeasurable, in stature and stealth, because the sun is always sneaking around behind your sneaky back, can you hear us because if you can't we will turn it up till your ears bleed nascent approving harmony. it's all good, and don't you forget it. the fourth wall is down and deserves to stay down, because all you are really watching in others is yourself, the third generation t.v. reflection. time is never time at all. there is no time, no heartbeats, no babies, no french fries, just spider webs strung to oscillate the fever pitch of blandkind, oops i mean mankind. once the sonic dart leaves your fingers, it is hard to get back. scratch, sniff, observe, obey, deceive, distort, disarm it all, the bomb is on and ticking. we know but we ain't telling anyone anything, because we know nothing. "t.v. generation x.y.u," zero command calling, capt. coconut sounds the alarm, every band you ever like has reformed and is playing on a single bill, one night only at the bottom of the ocean. once it is gone there is no going back, and it is never ever the same. wave to the magic balloons with your names attached, 5 zillion strong circling the precious earth in search of a friend in search of another.
i hope you all find what you need in whatever hole you peer down, whatever cloud you peek behind, let the disaster dukes masticate on the green grass of hope and love. this year is the most joyous and happy, mournful and sad year i have known. life is good bleats the bleating heart, and it keeps on bleating like an 808. never ever forever tomorrow comes, new dawns blister, new songs to be sung. the aeroplane flies high, turns left, looks right. the aeroplane knows you know, sings the song of truth, of redemption, of sorrow. look no further than your dirty feet. -- Billy Corgan
Lindo
Please stop, don't walk, don't talk. This time I must be strong enough, but it's not enough because it's hard... I will raise my head up high and lift my voice high, with pride. This time I'll make things right, this time I won't look back, because time will not go back, so I'll find myself this time. Guilty forever, now you've taste it you won't leave it, forever and ever. You won't see me, you won't miss me, and so you won't see me falling.
A foto escrita
Este post era mais aqui para o lado, para o "Fotos da besta". Mas como a merda da HP 635 resolveu avariar, vai ter mesmo de ser por palavras.
Desarrumação.
Desencadeada por um fio no qual tropecei. Comecei por arrastar a prateleira de madeira (cds, livros e mochilas eram a decoração da mesma). Depois foi a secretária de madeira. Desencostei tudo da parede. Tudo para o meio do quarto.
Depois fui buscar a secretária de vidro que pairava triste e desocupada no outro quarto. Trouxe-a para aqui. O PC foi montado noutro lugar. Em vez da prateleira, foi para cima da secretária. Os fios foram amarrados, para poupar na confusão. Os livros têm outro arranjo e as mochilas, sacos de tiracolo e outras coisas que tais ficaram a ocupar o espaço de 15 cm entre o guarda-fatos e a parede (espaço que não se pode aniquilar por causa da ligação da net).
Resultado intermédio. Muitos papeis espalhados. Cds, DVDs, cadernos e esferográficas espalhadas pelo chão.
Resultado final.
Uma prateleira mais funcional. Um espaço dedicado ao leitor de MP3 (para que não sobrecarregue o PC), uma secretária de vidro e um novo modo de iluminção do "working space". Um mimo, digo-vos. Um mimo.
Pena é que o raio do teclado pareça torto. Mas a afinação nos pés da secretária irão resolver isso.
Desarrumação.
Desencadeada por um fio no qual tropecei. Comecei por arrastar a prateleira de madeira (cds, livros e mochilas eram a decoração da mesma). Depois foi a secretária de madeira. Desencostei tudo da parede. Tudo para o meio do quarto.
Depois fui buscar a secretária de vidro que pairava triste e desocupada no outro quarto. Trouxe-a para aqui. O PC foi montado noutro lugar. Em vez da prateleira, foi para cima da secretária. Os fios foram amarrados, para poupar na confusão. Os livros têm outro arranjo e as mochilas, sacos de tiracolo e outras coisas que tais ficaram a ocupar o espaço de 15 cm entre o guarda-fatos e a parede (espaço que não se pode aniquilar por causa da ligação da net).
Resultado intermédio. Muitos papeis espalhados. Cds, DVDs, cadernos e esferográficas espalhadas pelo chão.
Resultado final.
Uma prateleira mais funcional. Um espaço dedicado ao leitor de MP3 (para que não sobrecarregue o PC), uma secretária de vidro e um novo modo de iluminção do "working space". Um mimo, digo-vos. Um mimo.
Pena é que o raio do teclado pareça torto. Mas a afinação nos pés da secretária irão resolver isso.
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Que merda!
Estou farto de procurar a net para saber quais são os diferentes tipos de fado. E não encontro uma explicação decente!
Cansado
Estou cansado da falta de actividade cerebral a que sou remetido. Queimem-me o cérebro, por favor!
Está frio, e pronto
Está frio. É indesmentível e ninguém pode atentar contra isso. Ou mudar isso de um momento para o outro sem sair do meridiano em que se encontra.
E este frio é implacável com o que temos de fazer. Eu explico: deveria ter saído de casa para fazer uns contactos e não sei quê. Não fui. Porque está frio. Demasiado frio. As mãos estão inchadas por causa das frieiras, o que é mais um motivo para ficar dentro de casa, onde o frio não entra de forma tão acutilante.
Por isso tenho tempo para escrever posts descabidos como este.
Acho que o melhor é mesmo pegar nas luvas e sair.
Até já.
E este frio é implacável com o que temos de fazer. Eu explico: deveria ter saído de casa para fazer uns contactos e não sei quê. Não fui. Porque está frio. Demasiado frio. As mãos estão inchadas por causa das frieiras, o que é mais um motivo para ficar dentro de casa, onde o frio não entra de forma tão acutilante.
Por isso tenho tempo para escrever posts descabidos como este.
Acho que o melhor é mesmo pegar nas luvas e sair.
Até já.
domingo, janeiro 09, 2005
sexta-feira, janeiro 07, 2005
Cola
Há músicas que são assim: cola. Nãos nos saem da cabeça, por muito que tente pôr outras por cima. Por muito que tente arrumá-la para o fundo da gaveta, longe da vista.
E algumas dessas "músicas-cola" conseguem ser mais. São pontas de novelo, que me levam para situações passadas, com pessoas passadas, em locais que prefiro não relembrar. Não é preferir, mas é "ter de" não relembrar. Porque o tempo passa e o que era futuro é agora presente e não tem nada a ver com o idealizado...
Mas são músicas do que falas? SIm, mas não. São músicas, pessoas, situações e nomes. Sobretudo nomes. "Uma borracha, por favor!" Tenho de apagar.
E algumas dessas "músicas-cola" conseguem ser mais. São pontas de novelo, que me levam para situações passadas, com pessoas passadas, em locais que prefiro não relembrar. Não é preferir, mas é "ter de" não relembrar. Porque o tempo passa e o que era futuro é agora presente e não tem nada a ver com o idealizado...
Mas são músicas do que falas? SIm, mas não. São músicas, pessoas, situações e nomes. Sobretudo nomes. "Uma borracha, por favor!" Tenho de apagar.
Manutenção
Dois dias a limpar o computador, organizar pastas e a preparar as coisas.
Que venha o novo ano.
Que venha o novo ano.
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Esclarecimento
Como é que fazem (raparigas e rapazes) quando um gajo/a diz "Eu ligo-te depois" e nunca mais liga?
Estado do mar
Deixou de ser miudinho. Passou a ansiedade. É mesmo mau estar assim. À espera. Não se sabe bem do quê, mas espera-se que alguma coisa aconteça. Que surpreenda. Esperemos que seja positivamente e esta semana.
sábado, janeiro 01, 2005
O último dia, à distância que se impõe
Parado. Viagem ao Porto. Finalmente digo mal do carro. Obrigou-me a ficar parado 20 minutos na estação de serviço. Motivo: quase sobre-aquecimento. Resolvido o problema (viva a net e as explicações sobre refrigeração dos VW 1.6 D), pés ao caminho outra vez. Jantar com uma família. Nevoeiro na saída. Muito. Demais. Casa.
Boa noite.
(Intervalo).
Bom dia, bom almoço e continuemos até amanhã.
Boa noite.
(Intervalo).
Bom dia, bom almoço e continuemos até amanhã.
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