- compreender; v. tr.; v. refl.
- v. tr., perceber;
-
- entender;
- conhecer as intenções de;
- conter em si;
- abranger;
- incluir;
- dar o devido apreço;
v. refl., - estar incluído ou contido;
- entender-se.
quinta-feira, setembro 30, 2004
Palavra do dia IV
Palavra do dia III
fim: s. m.;| loc. prep.
do Lat. fine
s. m., termo;
limite;
remate;
alvo, finalidade;
intenção;
morte.
loc. prep., a — de: para; com a intenção de;
ao — e ao cabo: em conclusão; para terminar; finalmente; o m. q. no fim de contas;
no — de contas:vd. ao fim e ao cabo;
por —: por último, finalmente.
do Lat. fine
s. m., termo;
limite;
remate;
alvo, finalidade;
intenção;
morte.
loc. prep., a — de: para; com a intenção de;
ao — e ao cabo: em conclusão; para terminar; finalmente; o m. q. no fim de contas;
no — de contas:vd. ao fim e ao cabo;
por —: por último, finalmente.
domingo, setembro 26, 2004
Palavra do dia II
riso; s. m.
do Lat. risu
s. m., acto ou efeito de rir;
alegria;
júbilo;
motejo;
escárnio.
— alvar: riso estúpido.
do Lat. risu
s. m., acto ou efeito de rir;
alegria;
júbilo;
motejo;
escárnio.
— alvar: riso estúpido.
sábado, setembro 25, 2004
Palavra do dia
A partir de hoje (e sempre que me der na veneta) lançarei uma palavra do dia. As razões para isso acontecer são as mesas que determinam a rotação de um grama de pó no ar num dia sem vento. Ou seja, não há.
E a de hoje é: lágrima; s. f.
do Lat. lacrima
s. f., humor líquido e límpido segregado pelas glândulas lacrimais;
suco destilado por alguns vegetais;
fig.,
pequena quantidade de qualquer líquido;
pop.,
um pouquinho;
(no pl. ) choro, pranto.
—s de crocodilo: choro fingido.
E a de hoje é: lágrima; s. f.
do Lat. lacrima
s. f., humor líquido e límpido segregado pelas glândulas lacrimais;
suco destilado por alguns vegetais;
fig.,
pequena quantidade de qualquer líquido;
pop.,
um pouquinho;
(no pl. ) choro, pranto.
—s de crocodilo: choro fingido.
quinta-feira, setembro 23, 2004
A pensar...
Estava aqui a olhar lá para fora, para o raio das árvores cortadas mesmo aqui atrás, e lembrei-me: que saudades de uma bola de berlim às 4 da manhã...
Vozes
Como é bom, de vez em quando, sentir que estamos sozinhos. Sem vozes extra, sem a música, sem as notícias.
Pois é, pois é. Isto do rádio avariar...
Pois é, pois é. Isto do rádio avariar...
Ora, cá estamos.
"Será que é preciso as pessoas estarem longe para nos sentirmos "normais"?"
Pensava eu isto enquanto vinha no sentido sul.
"Não. Isso será uma contradição em si. Se não nos sentimos "normais" sempre é porque há algo de errado."
E, de repente, ela disse: "Mas já sabes que não és normal! Por que razão afirmas isso?"
E pronto, acabou a discussão. Mais uma vez ela tem razão. Acertou em cheio.
"Será que é preciso as pessoas estarem longe para nos sentirmos "normais"?"
Pensava eu isto enquanto vinha no sentido sul.
"Não. Isso será uma contradição em si. Se não nos sentimos "normais" sempre é porque há algo de errado."
E, de repente, ela disse: "Mas já sabes que não és normal! Por que razão afirmas isso?"
E pronto, acabou a discussão. Mais uma vez ela tem razão. Acertou em cheio.
segunda-feira, setembro 20, 2004
Copo de água interessante
Couple have wedding reception at KFC
Newleyweds Jason and Nina Payne treated their guests to a reception at Kentucky Fried Chicken.
The wedding party tucked into a no-frills breakfast of crispy chicken wings, drumsticks, fries and cola.
Mum-of-two Nina, 36, said: "We don't like all that poshness, so thought we'd have a KFC bucket. It was lovely."
She wed at Southend register office, then headed to the town's KFC with 26 guests reports The Sun.
Jason, 34, raised a toast with a fizzy cola and said: "We just fancied doing something different."
KFC boss Clint Bembridge said: "It's definitely the oddest thing I've seen since I've been here."
Newleyweds Jason and Nina Payne treated their guests to a reception at Kentucky Fried Chicken.
The wedding party tucked into a no-frills breakfast of crispy chicken wings, drumsticks, fries and cola.
Mum-of-two Nina, 36, said: "We don't like all that poshness, so thought we'd have a KFC bucket. It was lovely."
She wed at Southend register office, then headed to the town's KFC with 26 guests reports The Sun.
Jason, 34, raised a toast with a fizzy cola and said: "We just fancied doing something different."
KFC boss Clint Bembridge said: "It's definitely the oddest thing I've seen since I've been here."
quarta-feira, setembro 15, 2004
Investigação antropológica
Depois de sair da agência rumei em direcção a Gaia, mais precisamente a um sítio com várias esplanadas. Fui olhando para dentro de cada um dos cafés e deparei-me com um grande, feio e a cheirar não muito bem. Era um tasco, mas maior e num sítio com cafés decentes na porta ao lado. Era, ao fim e ao cabo, uma ilha.
Entrei. Pedi um café e um chocolate (já não comia um há meses) e sei k assim eles não poriam as mãos onde eu não visse (porque tinha-os controlados pela vitrine de vidro dos anos 70).
E foi produtiva, a investigação. Claro que não vou revelar todos os apontamentos, até porque precisarei deles para um dia mais tarde.
Entrei. Pedi um café e um chocolate (já não comia um há meses) e sei k assim eles não poriam as mãos onde eu não visse (porque tinha-os controlados pela vitrine de vidro dos anos 70).
E foi produtiva, a investigação. Claro que não vou revelar todos os apontamentos, até porque precisarei deles para um dia mais tarde.
terça-feira, setembro 14, 2004
Cepticismos
Como é possível alguém rir-se 5 (CINCO!!!) vezes com a mesma piada escatológia? Não há senso???
E não entendo como é que alguém que tem provas de ser um actor decente como o Marco Horácio se submete a isto? Será por causa do vil metal?
E não entendo como é que alguém que tem provas de ser um actor decente como o Marco Horácio se submete a isto? Será por causa do vil metal?
domingo, setembro 12, 2004
Escrever
Ou não.
Não que estes últimos dias tenham sido diferentes dos outros (a não ser, talvez, o facto de andar mais de carro, ver mais vezes o mar e cheirar a maresia).
Mas não tenho grande vontade de escrever. Talvez porque não tenho grandes motivos. Ou porque no sítio onde estou o adormecimento mental é um dos pratos do dia, bem como a limitação de assuntos...
Seja o que for. Esta semana vai ser diferente. Vou pôr uma série de assuntos em dia, no que concerne à escrita e fazer o meu primeiro trabalho pago como copy.
A ver o que dá. No final da semana tenho o melhor: as Feiras Novas em Ponte de Lima.
Não que estes últimos dias tenham sido diferentes dos outros (a não ser, talvez, o facto de andar mais de carro, ver mais vezes o mar e cheirar a maresia).
Mas não tenho grande vontade de escrever. Talvez porque não tenho grandes motivos. Ou porque no sítio onde estou o adormecimento mental é um dos pratos do dia, bem como a limitação de assuntos...
Seja o que for. Esta semana vai ser diferente. Vou pôr uma série de assuntos em dia, no que concerne à escrita e fazer o meu primeiro trabalho pago como copy.
A ver o que dá. No final da semana tenho o melhor: as Feiras Novas em Ponte de Lima.
sexta-feira, setembro 03, 2004
Será desta?
O blogger anda passado da cabeça. Comeu-me posts, não me deixa criar novos ou alterar os existentes. Uma m***a.
Se este post não se perder entre os zeros e uns que o blogger processa todos os dias, quem ler este bocado de prosa feita em cima do joelho - depois de apenas 5 horas de sono e com vontade de fugir para um país tropical qualquer onde desconheçam o que Portugal significa - além de ficar a saber dos problemas que este umbigo vem enfrentando nos últimos dias com a elaboração destas linhas, vai ficar a saber (ou não, porque tudo é discutível) que o supracitado umbigo gostaria de agradecer a todas e todos, sem excepção, pelo que já sabem e insistem em dizer que não é necessário agradecer: Obrigado. :)
O resto resume-se a duas ideias: papelada e burocracia.
A primeira mata-nos as árvores, dá trabalho a muita gente e o triplo destas duas coisas a mais gente ainda.
A outra caracteriza este canto de terra à beira mar plantado. Faz com que, desde o mais iletrado ao mais culto, fiquem a saber o seu significado e o quanto "incontribui" para o Produto Interno Bruto do país.
Vem tudo isto a propósito da quantidade de papeis necessários para se comunicar às entidades estatais o falecimento de alguém. Se se soubesse a quantidade de papeis, fotocópias, assinaturas, paciência e capacidade de sofrimento necessários ninguém quereria morrer. Ou fá-lo-ia num país distante.
Se este post não se perder entre os zeros e uns que o blogger processa todos os dias, quem ler este bocado de prosa feita em cima do joelho - depois de apenas 5 horas de sono e com vontade de fugir para um país tropical qualquer onde desconheçam o que Portugal significa - além de ficar a saber dos problemas que este umbigo vem enfrentando nos últimos dias com a elaboração destas linhas, vai ficar a saber (ou não, porque tudo é discutível) que o supracitado umbigo gostaria de agradecer a todas e todos, sem excepção, pelo que já sabem e insistem em dizer que não é necessário agradecer: Obrigado. :)
O resto resume-se a duas ideias: papelada e burocracia.
A primeira mata-nos as árvores, dá trabalho a muita gente e o triplo destas duas coisas a mais gente ainda.
A outra caracteriza este canto de terra à beira mar plantado. Faz com que, desde o mais iletrado ao mais culto, fiquem a saber o seu significado e o quanto "incontribui" para o Produto Interno Bruto do país.
Vem tudo isto a propósito da quantidade de papeis necessários para se comunicar às entidades estatais o falecimento de alguém. Se se soubesse a quantidade de papeis, fotocópias, assinaturas, paciência e capacidade de sofrimento necessários ninguém quereria morrer. Ou fá-lo-ia num país distante.
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